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terça-feira, 15 de junho de 2010

Oficial: Novo Jetta direto de NY


Um dos carros mais esperados e espionados nos últimos meses foi finalmente revelado. Em Nova Iorque, em pleno Times Square Garden, o novo Jetta apareceu oficialmente. Concebido a partir do conceito NCC (New Concept Coupe), o modelo 2011 do sedã mede agora 4,64 m de comprimento, medida 9 cm superior à do antigo modelo e que permitiu à distância entreeixos aumentar em 7 cm. Na altura, o novo Jetta fica com 1,45 m, enquanto a largura é de 1,78 m.


A nova geração do Jetta também ganha independência tecnológica: segundo a VW, a partir de agora o sedã não compartilha mais a plataforma do Golf, e assim como Tiguan e Passat CC, se torna um modelo único. Serão seis motores disponíveis para o mercado europeu: os novos 1.2 de 105 cv e 1.4 de 160 cv, movidos a gasolina; e 1.6 de 105 cv e 2.0 de 140 cv, movidos a diesel; além dos já conhecidos 1.4 de 122 cv e 2.0 de 200 cv, ambos a gasolina.


Exceto o bloco de 1.2 litro, os demais poderão ser equipados com o câmbio automatizado DSG de seis ou sete velocidades, dependendo da versão. Já para os EUA e Canadá, serão quatro opções: os já conhecidos 2.5 de 170 cv e 2.0 turbo de 200 cv, e dois novos motores, de 115 cv e 140 cv – este último a diesel. Outra novidade para o Jetta 2011 é a versão BlueMotion, que é capaz de gastar apenas 4,1 litro de combustível a cada 100 km, de acordo com a marca.


No interior, o novo Jetta leva seis airbags, banco traseiro bipartido e acabamento personalizável. Até 2018, a VW quer triplicar suas vendas na América do Norte, alcançando a marca de 800.000 unidades por ano. O Jetta, que em toda sua história já vendeu 9,6 milhões de carros, responde hoje por 100.000 unidades anuais. Nos EUA, seus preços partirão de US$ 15 995.

Fonte: Fast Driver

Projeção: Picape Agile e Agile Sedã


Conferi estes dias este trabalho do pessoal do blog VirtualCarBR, um trabalho interessantíssimo e que vem sendo noticiado em vários outros sites, a tal substituta da Montana, pouco sabe-se sobre ela mas o pessoal do blog foi rápido e já fizeram uma projeção de como ficará este novo modelo...

Saindo um pouco do surrealismo e voltando os olhos para o futuro, a picape derivada do Agile terá um visual robusto e musculoso. Alguns detalhes da Montana também virão na picape, como a caçamba alta e o step-side. Apesar da picape ter uma janelinha na lateral, a cabine não será estendida, mas terá um bom espaço atrás dos bancos. O modelo poderá ter pelo menos três versões: uma básica, uma "Sport" e uma possível versão aventureira.
O assunto principal é como será a traseira da picape, que terá um nome diferente. Segundo fontes, as lanternas terão um formato como a da Amarok com defletores de luzes como os do Agile. O para-choque será encaixado, e não integrado no design traseiro (como as picapes médias), e a placa de licensa será na tampa traseira. O modelo poderia ter atè um aplique preto na tampa traseira, que envolve a maçaneta da tampa. Na dianteira, a versão esportiva terá um para-choque diferenciado, mas a básica terá os para-choques do Agile, porém, com molduras nas caixas de rodas (como os da Strada Working). Não temos informações da versão aventureira.


Já a versão sedã do Agile a GM diz ter engavetado o projeto, segundo a imprensa especializada. Mas segundo apuração do VCBR, o projeto do sedã existe sim e inclusive já tem protótipo montado para testes de resistencia e crash-test. O modelo que terá um nome diferente do hatch terá uma traseira inspirada no nosso Vectra. Se no hatch a montadora ousou e fazer uma lanterna em forma de "bumerangue", no sedã o design será mais tradicional. Como o hatch tem linha de cintura alta, a traseira também será alta. A dianteira teria o para-choque da versão esportiva da picape Agile, provavelmente mais proporcional à carroceria. Não foram revelados detalhes sobre o novo para-choque, mas sabe-se que ele será empregado no hatch em uma nova versão.

Como já disse, belo trabalho... com certeza muito próximo do futuro lançamento. Quanto a picape, definitivamente a Montana necessitava de um fôlego no mercado, agora substituí-la ? Uma pena, mas... tem males que vêm pra bem.

Fonte: VirtualCarBR ( Conheça: http://virtualcarbr.blogspot.com )

Hyundai ix35 parte de R$ 88 000


Com um breve atraso, o ix35 finalmente chegou às lojas da Hyundai. A reportagem do Fast Driver visitou hoje uma concessionária CAOA em Santo Amaro, bairro paulistano da zonal sul, e lá estava o modelo (muito bonito, aliás). A novidade, no entanto, custa um pouco mais do que o valor apurado por nós há cerca de 40 dias. Na ocasião, outro concessionário nos informou que o SUV partiria de R$ 85 000 em sua versão mais barata, chegando a R$ 110 000 na topo de linha – preços que saltam para R$ 88 000 e R$ 113 000.


O ix35 de entrada, com câmbio manual, entrega de série pintura metálica (sempre preta ou prata), acendimento automático dos faróis, airbag duplo, volante com ajuste de altura e comandos do rádio, rodas aro 18 e sistema de áudio com disqueteira. Por R$ 93 000, leva-se o mesmo veículo, mas com transmissão automática. O ix35 intermediário, custando R$ 103 000, soma a esses equipamentos ar condicionado digital, revestimento interno em couro, bancos dianteiros com ajuste elétrico, botão de partida do motor, retrovisores externos com aquecimento, piloto automático e sensor de estacionamento. Em seguida vem a mesma versão, mas com tração 4x4, por R$ 108 000; e por fim o ix35 de R$ 113 000, que inclui a todos os itens anteriores (exceto a tração 4x4), airbags laterais e de cortina, cabo para iPod, câmera traseira de auxílio a manobras, teto solar panorâmico e controle de estabilidade (ESP). Todos os modelos são equipados com motor 2 litros 16V, de 170 cv de potência. A transmissão automática é de seis velocidades.

Fonte: Fast Driver

segunda-feira, 14 de junho de 2010

África do Sul sobre rodas


Os torcedores que puderam acompanhar ao vivo a última Copa do Mundo, realizada na Alemanha em 2006, e que terão a oportunidade de assistir aos jogos na África do Sul, neste mês, vão compartilhar não só da energia contagiante que cerca os anfitriões da maior competição esportiva do mundo como também poderão enumerar diversos contrastes que cercam as duas nações.

Se numa ponta, estes torcedores ficaram impressionados com as autobahns, rodovias alemãs onde não há limite para que carros como Porsche e BMW circulem pelas pistas, é comum encontrar pelas ruas sulafricanas carros como a primeira geração do Volkswagen Golf, que deixou de ser fabricada por lá no fim do ano passado. Apesar do atraso, no entanto, a África do Sul também promove salões de automóveis. Neste ano, acontecerá a 11ª edição da feira, em outubro, em Johannesburgo.

Em comum, no entanto, os dois países viram o cenário da indústria automotiva mudar drasticamente em função da crise econômica mundial, desde o final de 2008. Apesar de a Alemanha figurar entre os cinco maiores mercados do mundo, com uma produção de mais de 5 milhões de unidades no ano passado, o país também registrou números negativos no setor, como a África do Sul, em 2009.

De acordo com a Naamsa (associação dos fabricantes nacionais da África do Sul), 2009 foi o pior ano neste setor desde 2003, com um decréscimo de 32,5% em comparação a 2008. Foram produzidos 224 mil carros, 156 mil veículos comerciais, totalizando 380 mil unidades. Nos últimos meses, diversas concessionárias, assim como empresas de pós-venda fecharam suas portas, resultando em um expressivo número de demissões na indústria automotiva.

No país onde a palavra mais pronunciada será gol pelo próximo mês, não é da Volkswagen o título de carro mais vendido. Em maio, a Toyota garantiu a liderança em vendas, seguida pela Volkswagen e pela GM. Marcas sulcoreanas, como a Kia e a Hyundai também possuem participação no mercado sulafricano. No que diz respeito às exportações, o Japão é o principal receptor de carros fabricados na África, seguido da Austrália.

Fonte: ICarros

Off Road: Comprando um Jipe


Comprar um jipe é sempre um exercício de paciência. Tem que se procurar muito, pesquisar, olhar cada detalhe, conversar bem com o proprietário, para evitar problemas depois.
Não vamos aqui falar de coisas óbvias - como ferrugem, vazamentos de óleo e água, escapamento "melado" e fumacento - visto que estes detalhes são facilmente notados.
Como qualquer veículo usado certos cuidados são básicos. Entretanto, por ser um veículo que proporciona usos diversos e inspira a passeios em locais de difícil acesso, sua manutenção é algo que deve ser muito bem feita, ou terá problemas com certeza.
Seja um Samurai, um JPX, um Engesa, um Jeep Willys ou Ford, um Bandeirante, um Niva, um Pajero, um Vitara ou qualquer outro, os principais componentes precisam ser criteriosamente analisados.
Vamos dividir em categorias, para facilitar: primeiro, consideramos o carro parado. Os testes dinâmicos, com o veículo em movimento, serão comentados no final.


Chassis/Carroceria - Boa parte dos jipes ainda usa o conceito chassis + carroceria, pois é um sistema robusto, de fácil manutenção e que permite uma boa variedade de alterações.
Deve-se observar o alinhamento do chassis, procurando por pequenas trincas e soldas. Isso indicará uma provável fadiga de material, o que pode comprometer esse chassis em muito pouco tempo. Os jipes mais antigos com sistema de suspensão baseado em molas semi-elípticas (o famoso feixe de molas) possuem chassis do tipo aberto (perfil em "U"), pois ele é praticamente um componente da suspensão; sendo que em situações críticas ele "torce" para compensar o pouco curso desse sistema. Em jipes com molas helicoidais, o chassis é mais rígido, normalmente fechado, não permitindo torções. Portanto, devemos observar com mais cuidado o chassis "aberto", especialmente nas regiões próximas à fixação das molas e jumelos. É aí onde ocorre a maioria das trincas. Um chassis "fechado", por sua maior rigidez, apresenta menos problemas desse tipo.
Dos jipes construídos no sistema de monobloco, o Niva possui alguns pontos que devem ser observados com cuidado, como o local de fixação da transferência. Devido ao esforço, esse é um ponto onde ocorrem trincas com relativa facilidade. Não que isso seja comum. Uma boa maneira de verificar isso - já que a observação pura e simples pode não revelar nada - é checar se as alavancas de engate do bloqueio de diferencial e de reduzida estão trepidando muito. Isso costuma ser um indício de trincas no monobloco.
As buchas de fixação da carroceria são outro item a ser observado. Originalmente, elas são feitas de borracha, porém atualmente muitos proprietários as substituem por poliuretano, para obter uma maior durabilidade. Porém, isso tem um preço. O poliuretano, por ser um material mais duro que a borracha, transfere mais os esforços e trepidações do chassis para a carroceria, forçando esses pontos a um acentuado esforço, causando muitas vezes trincas que podem estar encobertas pela própria bucha de fixação. Uma boa "balançada" pode revelar rangidos "ocultos".


Suspensão - Além da costumeira "balançadinha" para checar os amortecedores, é muito importante analisar o estado das molas, sejam elas semi-elípticas ou helicoidais.
Se o jipe tiver molas semi-elípticas (feixe de molas), observe a sua curvatura. Se estiver quase reta, com os jumelos abertos, significa que o feixe está "cansado". Muitas vezes apenas uma rearqueada resolve. Por outro lado, lâminas muito arqueadas deixam a suspensão dura. Um meio termo é sempre o melhor. O estado geral das lâminas pode ajudar a definir se vale a pena rearquear ou não. Lâminas muito gastas correm o risco de se partir num esforço maior. As garras que abraçam o feixe devem estas bem ajustadas, sem espaços entre elas e as molas - isso permite jogo no feixe, aumentando o desgaste e os rangidos. Observe os jumelos e as buchas. Algumas necessitam lubrificação e, se estiverem secas, podem estar há muito sem os cuidados necessários, o que, fatalmente irá causar problemas muito em breve. Balance o jipe de lado a lado e verifique se não existe folga nos jumelos. Essas folgas normalmente causam o conhecido "Shimmy" (trepidação do sistema de direção após um buraco ou em velocidades específicas).
Em conjuntos helicoidais, observe se não há marcas entre os elos das molas; isso indica molas cansadas, batendo os elos.
Observe as buchas nos braços e barras da suspensão, e nas bandejas (se houverem).
Verificar os amortecedores é simples. Se não estiverem vazando e estiverem cumprindo seu papel, que é o de amortecer o movimento pendular das molas, tudo bem.
Uma última olhada no alinhamento horizontal geral do carro, para ver se não tem nenhum lado mais alto do que outro e pronto.


Motor - Primeiro abra o capô e observe o aspecto geral do conjunto motriz. Procure por vazamentos. Manchas ferruginosas próximas à bomba d'água e elementos do arrefecimento indicam que está vazando, ou já vazou. Cuidado.
Vazamentos de óleo na parte superior do motor podem indicar apenas uma junta defeituosa. Nada muito complicado, mas pode significar problemas maiores. Observe o conjunto de alimentação (bomba de gasolina, carburador, filtros e mangueiras); vazamentos aí podem ser perigosos. Um carburador com aparência suja, pode indicar pouca manutenção.
Observe junto aos coletores de escape se não tem manchas escuras, que indicam vazamentos de gases. Verifique se os coxins estão em ordem e ligue o motor. Muita fumaça logo de cara pode indicar folga nos anéis. O motor deve se manter em marcha lenta sem engasgar e sem variar de rotação. Acelere forte e escute se sobe de giro de forma constante e se não ocorrem "pipocos" no escapamento, o que indicaria algum furo no sistema de exaustão. A normalização da rotação deve ocorrer suavemente e estabilizar na marcha lenta.
Se tiver servo-freio, pise no pedal e veja se o motor não morre. Ar-condicionado e direção hidráulica também devem ser testadas com o motor em marcha lenta. O motor deve perder um pouco de giro, mas não pode morrer. Acelere lentamente, observando se o giro do motor sobe de forma suave. Se tiver ventoinha elétrica, observe a temperatura da água quando ela começar a funcionar e quando parar. Apure o ouvido e fique atento a "clancs" e "troks-troks".


Transmissão - Comece com uma boa olhada nos diferenciais, câmbio, tração e reduzida, eixos e cardãs à procura de vazamentos. Em carros que não utilizam eixo rígido, observe as coifas das juntas homocinéticas. Uma chacoalhada nos cardãs ajuda a verificar as possíveis folgas. Se tiver roda-livre, acione-a para checar se engata com suavidade. Se possível levante o carro, coloque o engate de tração em neutro e gire uma das rodas com as mãos, checando se o diferencial está em ordem. A roda deve girar um pouco (bem pouco!) até que o diferencial faça uma suave "clunk" e comece a girar o cardã. Faça o mesmo tanto na dianteira quanto na traseira. Na dianteira, lembre-se de engatar as duas rodas-livres antes do teste. Aproveite que as rodas estão no ar e, segurando no ponto mais alto e mais baixo da roda, force-a para frente e para trás. Se ocorrer alguma oscilação, isso indica que existem folga nos rolamentos de roda, que podem estar apenas mal ajustados ou defeituosos.

Direção - A primeira verificação deve ser a folga. Qualquer coisa acima de 1/16 de volta é para se ter cuidado. Observe os pivôs nas barras de direção, barra estabilizadora (se houver) e terminais de roda. Esterce a direção para cada lado checando o número de voltas e se o volante não fica duro. Observe se os pneus não encostam em nenhum ponto da carroceria ou conjunto de suspensão. Verifique o desgaste dos pneus, para detectar algum desalinhamento. Em jipes de eixo dianteiro rígido não existe ajuste de Caster (inclinação das rodas); portanto, se houver um desgaste irregular na banda de rodagem, pode significar algum problema no eixo dianteiro ou nos munhões.


Elétrica - A parte elétrica de um jipe é sempre um ponto crítico. Visto estarem em contato com água e lama e não serem exatamente blindados, os fios e conexões sofrem muito desgaste. Para verificar o estado geral do sistema, começamos por uma inspeção visual. Pontas de fita isolante soltas indicam que a isolação naquele ponto não foi bem feita, ou foi usada fita de baixa qualidade. Em ambos os casos deve ser refeita. Verifique se os fusíveis estão corretamente instalados, acenda todas as luzes e toque a fiação para ver se não há pontos quentes, o que significa mal contato. Se o veículo possuir voltímetro e/ou amperímetro confira seu funcionamento. Com o motor desligado, acenda os faróis e verifique sua intensidade. Dê a partida e veja se o brilho aumenta. Se for uma variação muito grande, a bateria pode estar com problemas, ou o alternador não a está carregando corretamente.
O motor de arranque é outro ponto a ser cuidadosamente verificado pois fica muito exposto à lama e água.
Pequenos problemas elétricos não necessariamente invalidam uma compra, pois são de fácil solução. Mas quando observados, permitem uma negociação no preço.


Freios - Cuidados extras devem ser tomados com este sistema pois um jipe é sempre um veículo pesado e quando os freios falham o estrago é maior, especialmente no Porshe à sua frente...
Muitos proprietários têm adaptado sistemas de freios à disco na dianteira, para melhorar a segurança. Atitude correta e louvável, mas que deve ser muito bem feita.
Se esse for o caso, verifique se foi usado um kit de adaptação pré-existente, ou se foi feita alguma adaptação de outro veículo. Muitas vezes o sistema é superestimado e o veículo passa a travar as rodas com relativa facilidade. Uma olhada nas pastilhas e discos para ver se não há desgastes irregulares, uma "bombadinha" no pedal para ver se ele está firme (e não duro) e vá testar rodando. Escolha uma rua reta, mais lisa possível e com pouco trânsito. Rode um pouco e freie forte, para sentir se não "puxa" para os lados e se não trava as rodas.

Finalmente, procure obter o maior número de informações possíveis de tudo o que foi feito no veículo. Se houver alguma adaptação, pergunte como ou por quem foi feita e de qual veículo se originaram as peças. Isso ajudará bastante na hora de alguma troca ou para fazer a manutenção.

Fonte: UOR - Universo Off Road

Audi A1 confirma Mini como alvo


O Audi A1, o já badalado novo carro compacto da marca alemã, deve custar no Brasil cerca de R$ 90 mil. Será apresentado ao público verde-amarelo no Salão do Automóvel de São Paulo, que acontece em outubro. Às lojas, chega no primeiro trimestre do ano que vem.

O valor foi apurado por UOL Carros em Ingolstadt, na Alemanha, onde acompanha o lançamento mundial do A1 para a imprensa automotiva. Não é uma cifra oficial: os humores do câmbio real/euro, por exemplo, podem modificá-la (na Europa, o A1 vale entre 19.600 e 21.150 euros). Mas está claríssima a intenção da Audi de encontrar um espaço entre os chamados carros de imagem -- especialmente o Mini Cooper, cujo preço inicial também está na faixa dos R$ 90 mil.

O A1 tem duas portas, tamanho próximo ao de um Volkswagen Gol e pode receber itens visuais de personalização. São características que o afastam do hatch A3 e de seu maior rival, o BMW Série 1 -- mas não da briga com a marca bávara, já que a Mini pertence à BMW. A Mercedes-Benz (via Daimler) também tem seu carro de imagem, o smart, que carrega apenas duas pessoas.

A versão do A1 que desembarca no Brasil em 2011 possui motor 1.4 a gasolina, turbocomprimido com injeção estratificada de combustível (FSI), capaz de gerar 123 cavalos de potência e 20,4 kgfm de torque. O gerenciamento fica por conta do consagrado câmbio automatizado S Tronic de sete velocidades e embreagem dupla.

Com 1,4 litro de capacidade, o propulsor do A1 será o menor da gama da marca no Brasil. E o carro, o mais barato. O test-drive do modelo, a ser realizado em Berlim, está marcado para esta quarta-feira (16). UOL Carros publicará suas impressões ao dirigir em seguida.

Fonte: Uol Carros

Previsto para amanhã, novo Jetta vaza na rede


A apresentação do novo Jetta, marcada para amanhã, perdeu parte das expectativas ao seu redor. Fotos oficiais do modelo foram conseguidas pela revista inglesa Auto Express e divulgadas na internet.


Construído a partir do conceito NCC (New Concept Coupe), o novo Jetta segue o mesmo visual dos demais carros da VW. Bem diferente do design anterior, o estilo agora é extremamente correto e proporcional, mas ao mesmo tempo sem personalidade ou emoção. Além de diferente, o novo Jetta (4,63 m) está maior – uma diferença de 9 cm em relação ao atual modelo – e 2 cm mais baixo. Nos EUA, sua gama de motores contemplará blocos a gasolina (1.4 de 121 cv e 2.0 de 200 cv) e diesel (1.6 de 104 cv e 2.0 de 138 cv). A nova geração do Jetta também virá equipada com o câmbio automatizado DSG, de seis velocidades.

Fonte: Fast Driver e Auto Express

domingo, 13 de junho de 2010

Peugeot 5004... quem sabe um dia !


A Peugeot lançou a picape Hoggar, derivada do hatch 207 (206,5) este ano. Aí, para a montadora só falta a categoria média das picapes, no qual ela participara com o 504 num passado não muito distante. E se ela lançasse uma picape média, para concorrer com Amarok e Hilux?

O Peugeot 5004 é uma homenagem do autor do blog VirtualCarBR à picape 504 feita pela montadora no Brasil. Ela competiria na categoria de picapes médias mais refinadas, onde iria peitar VW Amarok e Toyota Hilux. Para desenhá-la, o autor usou como base o SUV 4007 e para transformá-lo em picape teve que esticar um pouco o entre-eixos e aumentar a traseira (para ter uma boa caçamba). Por ser um veículo refinado, o preço dessa camioneta estaria na casa dos R$115 mil.

Um ótimo trabalho que merece ser divulgado, quanto á picape, seria mais uma boa opção na categoria de picapes médias que vem crescendo todo ano, agora o preço é algo a ser discutido para ser, como posso dizer, acessível.

Fonte: VirtualCarBR

Programação da Semana

F1: Hamilton supera pneus e duelo com Alonso para vencer o GP do Canadá


Após dois dias frios em Montreal, o calor chegou com força no domingo. Com isso, o GP do Canadá ganhou uma nova variável: o enorme desgaste dos pneus, que tumultuou as estratégias das equipes. Mas nem isto foi obstáculo para Lewis Hamilton, que superou Fernando Alonso após um emocionante duelo, e venceu a segunda corrida seguida na temporada 2010. De quebra, o inglês da McLaren ainda assumiu a liderança do Mundial de Pilotos, com 109 pontos.


Jenson Button, companheiro de Hamilton, completou a dobradinha da McLaren com a segunda posição. Mas o atual campeão mundial também teve de superar Alonso na parte final da corrida, com uma bela ultrapassagem após um erro do espanhol da Ferrari, que completou o GP em terceiro. Os carros da RBR, que dominavam o campeonato, foram os que mais sofreram com os pneus e ficaram fora do pódio. Sebastian Vettel foi o quarto, seguido por Mark Webber, o quinto. O resultado foi péssimo para o australiano, então líder do Mundial. Ele perdeu duas posições no Mundial: está atrás de Hamilton e Button.


Após um acidente na largada com o italiano Vitantonio Liuzzi, Felipe Massa caiu para último e fazia uma boa corrida de recuperação até disputar a nona posição com Michael Schumacher. O alemão da Mercedes espremeu o brasileiro da Ferrari na freada para a chicane que antecede a reta dos boxes. Com a asa dianteira danificada, ele foi forçado a fazer mais um pit stop para trocar o bico e terminou apenas na 15ª posição, uma atrás de Rubens Barrichello, da Williams. Massa acabou punido com o acrésimo de 20 segundos por exceder a velocidade máxima no pit lane após o incidente, mas não perdeu posições.


Confira o resultado final do GP do Canadá (309,396 quilômetros):

1 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 70 voltas em 1h33m53s456
2 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - a 2s254
3 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - a 9s214
4 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - a 37s817
5 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - a 39s291
6 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 56s084
7 - Robert Kubica (POL/Renault) - a 57s300
8 - Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - a 1 volta
9 - Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes) - a 1 volta
10 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - a 1 volta
11 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - a 1 volta
12 - Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - a 1 volta
13 - Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth) - a 1 volta
14 - Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - a 1 volta
15 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 1 volta (punido)
16 - Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth) - a 2 voltas
17 - Vitaly Petrov (RUS/Renault) - a 2 voltas
18 - Karun Chandhok (IND/Hispania-Cosworth) - a 4 voltas
19 - Lucas di Grassi (BRA/VRT-Cosworth) - a 5 voltas


Não completaram:
Timo Glock (ALE/VRT-Cosworth) - a 20 voltas/mecânico
Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth) - a 28 voltas/mecânico
Pedro de la Rosa (ESP/Sauber-Ferrari) - a 40 voltas/motor
Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth) - a 57 voltas/câmbio
Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - a 69 voltas/acidente

Melhor volta: Robert Kubica (POL/Renault) - 1m16s972, na 67ª

Fonte: GloboEsporte.com