EXATAMENTE TUDO SOBRE CARROS... ISSO VOCÊ SÓ ENCONTRA AQUI!

█ NOTÍCIAS █ VÍDEOS █ FOTOS █ FATOS HISTÓRICOS █ CURIOSIDADES █ OFF ROAD █

Mostrando postagens com marcador Como Seria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Como Seria. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de março de 2012

Como Seria: Vw Gol GTi !


O Gol GTi original foi lançado em 1989, ainda na carroceria quadrada ("Gol Caixinha"); tinha motor 2.0 com injeção eletrônica (o "i" do nome) e 120 cv de potência; a carroceria em duas cores era uma de suas marcas visuais e foi mantida no projeto assinado pelo designer Rodrigo Chicon. Segundo a Volkswagen, hoje em dia o modelo seria inviável devido a diversos fatores.


Gol GTi pelo designer Rodrigo Chicon, com LEDs, e pintura azul e prata


Mas a projeção ficou realmente muito interessante, desde os leds na dianteira, os filetes vermelhos, o escrito "GTi" na grade dianteira até as pseudo entradas de ar na lateral. O resultado final ficou bonito e harmonioso.

Fonte: UOL Carros

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Como Seria: Toyota Bandeirante !


O Toyota Bandeirante foi nacionalizado no Brasil em 1959, portanto faz meio século que o jipe começou a ser produzido em São Bernardo do Campo (SP). Como no Japão apresentaram o FJ Cruiser como homenagem aos primeiros utilitários da marca, nós aqui fazemos a nossa com as projeções do designer Eduardo Oliveira, que propôs uma releitura desse clássico nacional que foi vendido até 2001 fazendo sucesso pela sua robustez.


Nos desenhos de Oliveira existem alguns elementos da frente baseados nos do FJ Cruiser, mas a carroceria tem linhas inspiradas nas do Dodge Nitro. “O jipe curto mantém o estilo quadrado e a tradicional grade integrada com os faróis redondos”, explica o designer. “Também não me esqueci do teto branco, característica dos Bandeirante mais antigos”, completa ele.


Pensando no momento único que a indústria nacional vive atualmente, Oliveira também fez uma versão aberta do Bandeirante. “Trata-se de uma proposta mais esportiva, que atenderia sem problemas a uma demanda mais off-road”, diz ele. “Quanto à mecânica, o jipe poderia compartilhar tanto motor quanto chassi com a Hilux, mas numa versão encurtada e mais simples”, sugere.


O jipe Bandeirante ganhou capota de lona e a versão picape em 1963. E apenas dez anos depois é que o carro recebeu um novo motor Mercedes-Benz. Com evolução bastante lenta, o Toyota teria mais uma novidade apenas em 1981, quando passou a ser equipado com câmbio de 5 marchas. Em 1983 surge a picape sem caçamba, mas para aparecer a cabine dupla foram necessário mais seis anos, quando a marca japonesa aproveitou para incluir mudanças na grade e faróis que passaram a ser quadrados. Em 1991 o Toyota finalmente ganha direção hidráulica e três anos depois o motor a diesel da Mercedes foi substituído por outro da própria Toyota.

Agradecemos a visita e até a próxima !

Fonte: Auto Esporte

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Como Seria: Rural Willys


Lançado em 1946 nos Estados Unidos, o jipe Rural Willys chegou ao Brasil em 1958, quando teve mais de 182 mil unidades fabricadas em território nacional em 19 anos de vida. Conhecido pela polivalência, o jipe caiu no gosto de muitos brasileiros, tendo grande parte da frota hoje nas mãos de colecionadores. A admiração pelo carro fez com que o designer Eduardo de Oliveira, famoso pelo blog Irmão do Décio, desenvolvesse a Rural do futuro.

Responsável pelas sugestões de desenhos contemporânes do Galaxie e da Brasília, Du, como é conhecido, pensou também no Rural Willys 2010: "Me inspirei nos utilitários da atualidade, mas sem deixar de lado as características da antiga Rural, como o capô, a grade em forma de ‘V’ e as pequenas lanternas”, explica. Na lista de concorrentes, a Rural teria modelos como o Chevrolet Captiva, Hyundai Tucson e Kia Sportage.


Antigamente, o Rural vinha equipado com motor de 2.6 litros e 90 cv. Depois de ser nacionalizado por inteiro, ganhou frente exclusiva inspirada no Palácio da Alvorada, em Brasília. Em 1970, a Ford assumiu a produção do jipão, que ganhou motor 3.0 de 132 cv. Para Du, o ideal para a Rural 2010 seria um propulsor 3.0 a diesel da Ranger, com 163 cv de potência. “A montadora também poderia disponibilizar diversas opções de duas cores e uma versão com estepe na tampa. Mas essas alterações, ficam para a primeira reestilização”, finaliza o designer.

Fonte: Blog Irmão do Décio e Auto Esporte

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Como Seria : Chevrolet Chevelle


Na Coluna Como Seria dessa semana, temos aqui mais uma brilhante releitura de um dos grandes clássicos muscle cars de tempos atrás, o Chvrolet Chevelle. Créditos mais uma vez ao blog Irmão do Décio.

A proposta para o Chevelle seria de um grande coupé, com um bom espaço para os passageiros atrás, é um carro que proporciona pura potência aliado a construção simples e preço razoável, parece contraditório em uma época que só se fala em carros politicamente corretos e menores, mas hoje em dia é possível aliar desempenho empolgante a baixas emissões e melhores consumos.


Faróis duplos retangulares de leds dão um toque moderno e retrô ao mesmo tempo, a parte frontal inspirada no modelo 68 parece estar inclinada para a frente passando a impressão de um animal armado para atacar.

A traseira é ainda mais retrô, a posição das lanternas passam um efeito visual diferente, as linhas sinuosas não tem a modernidade das do atual Camaro, pois segundo o artista, ele gosta deste estilo, inserir elementos para adequar o carro a atualidade, como se o carro ainda continuasse em produção desde os primórdios mudando mas sem mudar sua essência, assim como é o Porsche 911 até hoje.

Fonte: Irmão do Décio

quarta-feira, 3 de março de 2010

Como Seria: Opala Diplomata !!


Se depender do designer Eduardo Oliveira, famoso por “ressuscitar” projetos famosos das montadoras brasileiras, o Chevrolet Malibu nem virá ao Brasil. Nesta faixa de preço, entraria o Opala Diplomata, uma evolução do modelo que deixou de ser produzido em 1992, mostrada em seu blog pessoal, o Irmão do Décio. “Ele estaria em uma faixa acima do Vectra, para concorrer com Fusion, Jetta e Azera”, explica o designer.

Eduardo ainda lembra que fez outras releituras do Opala, mas esta é a mais focada no mercado brasileiro. “Este Diplomata está mais próximo da nossa realidade, pois segue, inclusive, o padrão de design da Chevrolet, como a grade frontal”, conta. Na traseira, a lanterna ainda é horizontal, como no “velho Opala”, como Eduardo prefere chama-lo. Ele ainda faz questão de ressaltar a falsa entrada de ar na coluna C, marca registrada do sedã.


Sob o capô, Eduardo optaria pelo motor 3.6 V6 do Captiva, com 261 cv de potência, na versão Diplomata, top de linha, deixando o motor 4 cilindros para os modelos de entrada. “O motor Ecotec com tecnologia híbrida do Malibu também cairia bem para uma versão mais ecologicamente correta”, finaliza o designer.


O Diplomata chegou ao mercado nacional em 1979, como versão topo de linha do Opala, e acompanhou todas as reestilizações do sedã. A última aconteceu em 1991, quando o modelo ganhou pára-choques envolventes e novas rodas de 15”. Sob o capô, trazia um motor 6 cilindros de 121 cv de potência e 29 kgfm de torque. Em 1992, o modelo deixou de ser fabricado, para a chegada do Omega no ano seguinte.

Fonte: Auto Esporte

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Como Seria: Logus e Pointer !


Eles ficaram marcados como os carros da Autolatina (aliança entre Volkswagen e Ford) que não deram certo,mas também foram um marco para a Volkswagen quando o assunto é estilo. A dupla Logus e Pointer durou pouco, mas estreou uma série de itens modernos que não foram vistos nos carros da marca até o início da década de 90, quando o sedã foi lançado, mais exatamente em março de 1993.

Com linhas traçadas pela equipe de design do renomado estúdio de estilo italiano Ghia, o Pointer tinha aerodinâmica notável, mas vinha com a plataforma do problemático Escort e apresentou uma série de problemas de estrutura, principalmente de suspensão. O mesmo acontecia com o Logus, sedã de desenho arrojado e que teve o trabalho de design finalizado pela equipe da Volkswagen, assim como o Pointer.


Aproveitando o lado positivo dessa dupla fotogênica é que o designer Eduardo Oliveira fez projeções que mostram como seriam esses carros nos dias de hoje. No caso do Pointer, a fonte de inspiração foi o cupê Scirocco, o primeiro a receber a nova identidade visual da Volkswagen, com detalhes que reforçam a esportividade, como os faróis com lentes escurecidas. “Escolhi o Scirocco para dar um apelo mais esportivo aos carros. Eu já tinha apresentado ambos no meu blog ano passado, mas só agora terminei a traseira do Pointer. Seria uma alternativa bem interessante ao já cansado Golf nacional”, explica Oliveira. “Já o Logus modernizado poderia entrar no lugar do já cansado Bora, talvez”, diz o designer.

Fonte: Auto Esporte

domingo, 4 de outubro de 2009

Como Seria: Volkswagen Santana !!


O Santana completa 25 anos como o primeiro sedã médio-grande da Volkswagen do Brasil. Em 1984 o carro vinha com equipamentos que nunca tinham sido vistos em um modelo da marca no País, com lavadores de faróis e toca-fitas com mostrador digital. No ano seguinte, foi lançada a versão perua, a Quantum, que também inovo no segmento. No auge da sua trajetória no mercado brasileiro, o Santana liderou a seqüência de modelos que receberam sistema ABS. Mas, com o tempo, o sedã foi perdendo seu prestígio, abalado pela chegada de carros mais modernos, até sair de linha em maio de 2006, com mais de 200 mil unidades vendidas e uma legião de fãs.


É principalmente para os que reconhecem o valor do sedã da Volkswagen que o designer Eduardo Oliveira fez as projeções de como seria o Santana hoje em dia. Qualquer semelhança com a nova geração do Golf e Jetta não é mera coincidência, como explica Oliveira: “, usei propositadamente a base do Golf europeu para mostrar que seria possível a produção de um novo Santana com baixo custo. Caso esse carro viesse a ser fabricado aqui, compartilharia, inclusive, as portas traseiras com a Quantum. Mas a principal característica do Santana está na traseira. “As lanternas finas e altas da primeira geração não poderia faltar”, diz o designer. “E por causa do pouco espaço, o logotipo ficou abaixo da placa”, complementa ele.


A perua Quantum teve uma posição um pouco mais confortável que o Santana no mercado nacional pela falta de fortes concorrentes. Havia apenas a Caravan e a Belina, ambas extintas no início dos anos 90, além da Marea Weekend, a partir de 1999. Entre todas elas, a perua da Volkswagen sempre se destacou no ranking de vendas. Assim como o Santana, começou com apenas motor 1.8, mas passou a poder ser equipada com o 2.0 a partir da linha 89. Saiu de linha bem antes do sedã, em dezembro de 2001. Na projeção de Eduardo Oliveira, a perua teve o desenho das lanternas triangulares modernizadas, ficando com aspecto ainda mais elegante que os da Jetta Variant, modelo que serviu de base para o trabalho do designer.

Fonte: Auto Esporte e Blog Irmão do Décio

domingo, 20 de setembro de 2009

Como Seria: Chevrolet Opala !!


O Opala foi apresentado ao público brasileiro no Salão do Automóvel de 1968. A carroceria do modelo da General Motors foi inspirada no alemão Opel Rekord, mas com estilo e potência parecidas com a do americano Impala. Não demorou para o carro cair na graça dos brasileiros e se consagrar como um dos principais clássicos no país.

Fabricado até 1992, o modelo esteve nas garagens de grandes executivos , além de se tornar viatura e até ambulância com a versão perua, a Caravan. Dezessete anos, após o fim de sua produção, o modelo ainda arranca suspiro de colecionadores e admiradores, como o designer Eduardo Oliveiro. Ele resolveu criar o Opala dos novos tempos usando de seu talento que já gerou muita polêmica.


Seu trabalho circula por meio de seu blog Irmão do Décio. Ele chegou a ser impedido pela Volkswagen do Brasil a desenhar carros da marca, mas logo em seguida a montadora voltou atrás, alegando engano.

”Fiz uma enquete entre as três fases do Opala e com 42% de votos, o modelo de 1969 foi escolhido”, explica Eduardo. Segundo ele, não houve uma inspiração em nenhum modelo determinado, mas seguiu o padrão dos novos sedãs, com bastante linhas retas. ”Não utilizei a grade atual da Chevrolet, pois trata-se de uma releitura do primeiro Opala. O farol com a parte de cima escondida é para dar um ar mais sinistro”, explica. Ele ainda completa: Opala que é Opala tem que impor respeito”.


De acordo com o designer, a parte mais difícil de executar foi a traseira, que aliou visual retrô e abertura maior do porta-malas, diferente do modelo original. “Agora ele abre até o para-choque. No modelo original, a tampa vai até as lanternas”, explica. Com isso, a tampa do tanque de combustível teve que passar para a lateral, em vez de se posicionar atrás da placa. Ainda em enquete no blog, o motor vencedor para equipar o Opala 2009 foi um GM V8. “Embora eu ache mais provável um V6 do Captiva ou um 2.5 Ecotec”, brinca Eduardo. “Sobrou tempo para fazer um SS quatro portas, como o pioneiro de 1970”, finaliza o designer.

Fonte: Auto Esporte e Blog Irmão do Décio

domingo, 6 de setembro de 2009

Como Seria? : VW Brasília !!


Lançamos hoje aqui em nosso blog a Coluna 'Como Seria?', que vem com a intenção de mostrar imagens de como seriam certos carros que já deixaram de ser fabricados pelas suas marcas. O responsável pela releitura da vez é Eduardo Oliveira, que fez a "nova versão" da Volkswagen Brasília, hatch nacional vendido no Brasil nas décadas de 70 e 80. O trabalho foi divulgado no blog Irmão do Décio, que também traz mais imagens de releituras de modelos vendidos no Brasil há alguns anos, que serão em breve mostradas aqui no 'Auto Best Cars'.


A “New Brasília”, como foi chamada pelo designer, traz total inspiração no conceito A1, da Audi. A dianteira ainda traz parte do pára-choque inspirada no New Beetle, veículo da Volkswagen pioneiro na idéia de lançar modelos inspirados em sucessos do passado. A traseira da Brasília foi inspirada no novo Scirocco, com destaque para as lanternas frisadas, como no modelo antigo.

Fonte: Blog Irmão do Décio