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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Especial: Nova Chevrolet S10 !


A Chevrolet apresentou nesta terça(14) para a imprensa, jornalistas e interessados a Nova S10, totalmente reformulada após 16 anos de existência a camionete impressiona por seus traços imponentes e modernos, se igualando enfim às concorrentes.


Nós do AutoBestCars disponibilizamos aqui todas as infomações sobre este novo modelo que deve ser vendido em breve. Fotos, ficha técnica, motor, preços e muito mais!
Clique nas imagens para Ampliá-las.



Em sua versão diesel a picape manteve a cilindrada (2.8), entretanto o motor também é novo. O MWM foi substituído pelo 2.8 CTDI, que gera bons 180 cavalos e tem torque de 47,9 kgfm (o antigo tinha 140 cv). Já no 2.4 flex, a potência não subiu, mantendo os 147 cv, já o torque foi de 21,9 para 24,1 kgfm.


Em seu novo interior, não há absolutamente semenhança alguma com o antigo. Contando com seletor de tração através de botão giratório localizado no console, ar-digital que tem mostrador central e comandos posicionado em volta dele, quadro de instrumentos que lembra e muito o do Camaro, diversos porta-objetos entre muitos outros detalhes.


Preços nas versões Flex:

Cabine simples 4x2 LS manual - R$ 58.868.
Cabine simples 4x2 LT manual - R$ 61.890.
Cabine dupla 4x2 LS manual - R$ 66.350.
Cabine dupla 4x2 LT manual - R$ 72.490.
Cabine dupla 4x2 LTZ manual - R$ 84.400.


Preços nas versões Diesel:

Cabine simples 4x4 LS manual - R$ 85.400
Cabine dupla 4x2 LT manual - R$ 98.900
Cabine dupla 4x2 LT automática - R$ 103.900
Cabine dupla 4x4 LT manual - R$ 109.500
Cabine dupla 4x4 LT automática - R$ 113.400
Cabine dupla 4x2 LTZ automática - R$ 117.400
Cabine dupla 4x4 LTZ automática - R$ 135.250

domingo, 30 de janeiro de 2011

Especial → Preço: Brasil X EUA

Carro popular nacional vale o mesmo que esportivo nos EUA

Carro no Brasil não é caro, é caríssimo. E embora tenha havido uma certa estagnação nos preços mesmo após o fim do desconto do IPI, os valores ainda estão muito acima dos praticados em outros mercados, inclusive nos mais desenvolvidos. A culpa desse abuso varia. As montadoras apontam a carga tributária, que varia entre 27% a mais de 40% do preço total do veículo. Mas tem quem pague sem reclamar, o que representa mais um problema.

Pelo mesmo preço que se paga por um carro “popular” no Brasil é possível comprar um automóvel de qualidade muito superior nos Estados Unidos, mesmo na atual crise que vive. Por lá, os impostos representam cerca de 6% no valor dos veículos, além do que o consumidor sabe exatamente quanto paga pelo produto e quanto vai para o governo, uma transparência que não é nem imaginada em nosso país.

Para termos uma noção dessa diferença, convertemos para dólar os valores dos 10 carros mais baratos à venda no país e saímos em busca de opções pelo mesmo preço nos EUA. O resultado, surpreendente, você confere abaixo:

Fiat Mille por preço de Kia Cerato

O veterano Mille, disponível por aqui desde 1984, tem preço tabelado em R$ 24.020 (cerca de US$ 14.360). Com tal valor, o compacto da Fiat ostenta o título de carro mais barato do Brasil. Mas se fosse nos EUA... Por lá, com US$ 13.695, você sai de uma concessionária Kia com um sedã Cerato LX tinindo de novo. E estamos falando de um carro com motor 2.0 e que traz de série itens que fariam o preço no modelo feito em Betim (MG) subir até o espaço, como ar-condicionado, freios ABS e nada menos que 5 airbags. E ainda sobraria US$ 665, cerca de R$ 1.100. Ainda acha o Mille barato?

Ford Ka por preço de New Fiesta hatch

A segunda geração do Ford Ka com motor 1.0 no Brasil parte de R$ 25.420, equivalente a US$ 15.200. Por US$ 15.158 compra-se nos EUA a versão hatchback do New Fiesta. Quer saber o que traz de fábrica? Motor 1.6 Duratec de última geração, 4 airbags, controle eletrônico de tração e estabilidade, freios ABS e pasme, 5 anos de garantia. O que o Ka traz de série? Ventilador, vidros manuais e preparação para som, pois o aparelho é vendido à parte.

Chevrolet Celta por preço de Volkswagen Jetta

Essa comparação é de doer, já vamos avisando. O Celta custa no Brasil "acessíveis" R$ 25.865, aproximadamente US$ 15.460. Com US$ 15.000 na carteira você pode andar na geração mais atual do Volkswagen Jetta zero km nos EUA. Tudo bem que o motor 2.0 de 115 cv não é nenhuma maravilha, mas o sedã da VW tem muita classe, porta-malas para mais de 500 litros de volume de bagagem e uma extensa lista de itens de série. O pacote inclui 4 bolsas infláveis de segurança, controles eletrônicos de estabilidade e tração, aparelho de som, entre outros equipamentos triviais nos EUA, como direção ar-condicionado e trio elétrico. O compacto da Chevrolet, por sua vez, não possui nem direção hidráulica e conta-giros no painel é um luxo recentemente incorporado.

Effa Motors M100 por preço de Toyota Corolla

O polêmico M100, compacto fabricado e vendido na China a preço de banana, custa R$ 25.980 por aqui, sendo o quarto carro mais barato do mercado. Seu valor convertido para a moeda norte-americana fica na casa dos US$ 15.529. Um Toyota Corolla com câmbio manual nos EUA sai da loja por US$ 15.450. O modelo chinês, ao menos, vem bem equipado, mas qualidade definitivamente não é o seu forte. Sua suspensão traseira, por exemplo, é similar a de um antigo Fiat 147. Já o Corolla é um dos carros símbolo da montadora japonesa, que ficou famosa justamente pela confiabilidade de seus veículos, apesar da série de recalls que manchou sua reputação nos últimos anos.

Renault Clio por preço de Nissan Sentra

O Clio, modelo de entrada da Renault no Brasil disponível por R$ 26.150 ou US$ 15.630, é mais caro que o sedã Nissan Sentra nos EUA, onde parte de US$ 15.520. Mesmo sendo o modelo "pé de boi" da linha, o carro da marca japonesa vem com o básico exigido pelo consumidor norte-americano: ar-condicionado, airbags, controles de estabilidade e tração, além do bom espaço interior, que comporta até 5 ocupantes e 440 litros de volume de bagagem no porta-malas. O compacto francês tem como destaque itens como ar-quente, desembaçador do vidro traseiro e brake light. Conta-giros e direção hidráulica são opcionais.

Volkswagen Gol G4 por preço de Honda Civic

O Gol G4, um modelo que ainda carrega muito do primeiro Gol de 1980, tem preço inicial tabelado em R$ 26.160, que em dólar representa algo em torno de US$ 15.640. Aumente em 15 dólares o valor do cheque e você leva para casa um Honda Civic DX nos EUA, modelo com motor 1.8 i-VTEC e câmbio manual de 6 marchas, além da conhecida lista de equipamentos de série presente na maioria dos carros no país à venda por essa faixa de preço. O Gol, por outro lado, tem visual ultrapassado, além de defeitos crônicos, como o volante desalinhado e o motor longitudinal, de concepção antiga.

Fiat Palio Fire por preço de Hyundai i30 CW

À venda por aqui por R$ 26.290 (US$ 15.714), o Palio Fire, versão mais simples da série, custa quase o mesmo que a station wagon Elantra Touring, carro que no Brasil leva o nome i30 CW. O modelo sul-coreano custa US$ 15.641 e figura como uma das opções mais acessíveis nos EUA para quem busca um carro familiar. Como é de praxe por lá, o carro vem repleto de equipamentos de série que não acrescentam um único "cent" no final da conta. O modelo da Fiat tem como grande destaque o Econometro, um indicador (sem precisão numérica) que indica o nível de consumo de combustível.

Peugeot 207 por preço de Jeep Patriot

O 207 pode até ser um carro compacto bonito, mas seu preço faria um norte-americano gargalhar. É vendido por R$ 27.990, o equivalente a US$ 16.730, quantia suficiente para comprar um SUV nos EUA com direito a troco. Um desses carros é o Jeep Patriot, que custa US$ 16.000 na versão 4x2. Além do tamanho, o carro tem quase 5 metros de comprimento, o veículo conta com suspensão traseira independente, equipamento considerado o mais avançado do gênero, que entrega mais segurança na condução além do conforto muito superior aos sistemas mais comuns com barra de torção.

Chevrolet Classic por preço de Cruze

Antes de tudo vale lembrar que o Classic é um derivado três volumes da segunda geração do Opel Corsa, lançado na Europa em 1992 e no Brasil em 1994. Pois bem. Atualmente, a Chevrolet pede por seu sedã compacto a quantia de R$ 28.044, cerca de US$ 16.763. Tal valor é ligeiramente superior ao do novíssimo Chevrolet Cruze, uma espécie de Classic do século XXI para o primeiro mundo. À venda nos EUA por US$ 16.440, o modelo conta com uma plataforma significativamente mais moderna, além de uma série de equipamentos de segurança de ponta. E que no Brasil será vendido como sucessor do Vectra este ano.

Novo Fiat Uno por preço de Kia Koup

Considerado um carro barato no Brasil, o novo Uno é mais caro que um elegante cupê esportivo nos EUA, no caso o Kia Koup. O carro da Fiat na versão de entrada Vivace começa em R$ 28.140, algo em torno de US$ 16.820. O modelo coreano é até mais barato na comparação. Parte de US$ 16.440 e vem com tudo que se imagina. Alguns de seus luxos são o controle eletrônico de velocidade de cruzeiro e sistema de monitoramento da pressão dos pneus, que alerta o motorista quando os compostos começam a murchar. Já o novo Uno traz..., bem nada além do essencial.

*Dólar cotado a R$ 1,765. Imagens ilustrativas

Fonte: IG Carros

domingo, 26 de dezembro de 2010

Especial: Fiat Bravo !


Estamos neste finalzinho de ano com mais uma coluna Especial, de logo novo. Falamos hoje nada mais e nada menos do que do Novo Fiat Bravo, o hatch praticamente premium que chegou pra abalar o mercado e ser mais uma grande alternativa para os consumidores deste tipo de modelo.



O carro: Há a versão Essence, de entrada, com os dois câmbios disponíveis: o manual e o automatizado Dualogic, ambos de cinco marchas. Como saem da fábrica, esses carros custam R$ 55.200 e R$ 57.800. Há também a versão intermediária Absolute, por R$ 62.250 (R$ 65.200 com o câmbio Dualogic). A topo da gama é a T-Jet (R$ 67.700), que só chega ao mercado no final do primeiro trimestre de 2011.


O Bravo é bastante agradável de olhar. Seu desenho é mais suave e simpático que os do Punto e do finado Stilo, carro que ele substitui em nosso mercado (já o fez na Europa em 2007). Faltava conferir o que o Bravo oferece para quem vai dentro dele, ao volante ou como passageiro.


A cabine do Bravo Essence é bem-cuidada, mas quem procurar com afinco vai encontrar algumas rebarbas e parafusos aparentes aqui e ali. No entanto, as portas têm um agradável revestimento vinílico, completado por tecido confortável nas partes de contato com o corpo. Há também um emborrachamento de qualidade no painel frontal, com textura diferenciada. Esta peça foi projetada em forma de "V" aberto, com o centro -- na direção do câmbio -- ligeiramente proeminente. Isso faz com que o painel de instrumentos e os comandos do console central fiquem voltados para o motorista, e ainda garante mais espaço para o passageiro.


A ótima qualidade da posição de dirigir é garantida pelos ajustes combinados de altura do assento e de profundidade e altura da coluna de direção -- por sinal, o volante tem uma empunhadura muito boa. Quem quiser uma sensação de "pilotagem" pode colocar seu banco mais baixo -- a disposição do painel cria uma sensação de cockpit. Os fãs de um ponto H elevado poderão subir o assento a ponto de quase encostar a cabeça no teto -- que não é exatamente alto (o Bravo mede 1,5 metro).


Essa é outra característica interessante do Bravo: o parabrisa bastante inclinado e a janela traseira pequena, bem como a linha de cintura elevada e ascendente, dão a quem vai dentro a sensação de estar num carro menor do que ele realmente é. Herança do Stilo, irmão de plataforma que também dava essa impressão.


O motor 1.8 E-torq é cumpridor e bastante adequado ao porte do Bravo. O carro é bom de arrancada e retomada, e em velocidades de cruzeiro mais elevadas o propulsor trabalha solto, sem gritar. E merece uma menção honrosa o câmbio Dualogic: sua evolução desde o lançamento (justamente no Stilo, há quase três anos) é notável. Os trancos e buracos entre as marchas diminuíram consideravelmente, e no modo Drive é possível até esquecer que se trata de um sistema automatizado, em vez de automático.


O T-Jet será uma versão de baixo volume de vendas, e só chega ao mercado no ano que vem, até março. Mas o Bravo civil, que chega agora às lojas, eleva a Fiat a um patamar quase premium entre os médios, coisa que o Linea, lançado com muito blablablá de "nobreza", jamais conseguiu. O Bravo está aprovado, e deve incomodar os líderes Hyundai i30 e o Ford Focus.

Fonte: Uol Carros

domingo, 18 de julho de 2010

Especial: Melhores Reestilizações !


O ato dos fabricantes em frequentes reestilizações geralmente é condenado por tirar a essência original do carro, mas há casos que essas pequenas mudanças estéticas (também conhecido por face-lift) principalmente na frente e traseira dão uma sobrevida e as vezes salvam um carro de um desastre nas vendas, sendo que alguns acabam até ficando melhores que os originais...


Dobló - Pessoalmente acho o conceito do carro multiuso sensacional, um carro que serve tanto para uso comercial como para uso familiar e em alguns casos é até lucrativo pois dispensaria o proprietário de ter 2 carros. Mas voltemos ao assunto, o grande pecado do Dobló é a inusitada frente que no uso familiar causa uma certa estranheza ao dirigir, fato que mudou com essa recente reestilização, que é a frente italiana recentemente descontinuada, não digo que ficou belíssimo mas melhorou em muito dando um aspecto mais "normal" ao veículo, e a família agradece.


Palio Weekend - Caso de uma feliz reestilização é o da recente geração (não gosto de usar o termo geração para uma reestilização, mas como caiu no gosto popular, tudo bem) da perua Weekend, que mudou da água para o vinho diante da versão anterior, eu nunca entendi aquela lanterna estilo capelinha, aliás, um capelão, e nesta última versão recebeu uma belíssima lanterna horizontal juntamente com uma janela traseira de novo desenho.


Siena - O mesmo caso é do Siena, não que a geração anterior fosse feia, a lanterna era até melhor que a "capela" da Weekend, mas já estava meio desgastada, e a Fiat acertou em cheio nessa última versão, a lanterna horizontal caiu muito bem no sedan, e que também poderia ter sido usada até no hatch Palio. Mesmo assim já passou da hora desta família ter mudado completamente, que este seja o último face-lift.


Fiesta - O bom carro da Ford inicialmente não foi tão bem sucedido quanto os concorrentes por ter chegado tarde ao Brasil, e quando chegou a Ford abusou da fase da grade oval, e acabou por "ovalar" toda a frente, alguns torciam o nariz por aquela frente de "bebê chorão" no qual recebeu este triste apelido. A marca percebeu isso e pouco tempo depois o carro recebeu uma nova frente, conhecida como a frente "gatinho" (fresco isso...) o carro ficou com um ar mais contente e dinâmico, e essa frente ainda continua por causa da Courier, mas já merecia uma nova geração faz tempo...


Opala - Nascido em 1968, era derivado do alemão Opel Rekord, mas com frente inspirada no Chevrolet Nova americano, os primeiros modelos já tinham o seu charme, mas foi em 1975 que o carro ganhou sua identidade definitiva, na qual foi a mais popular, detalhes como os piscas verticais repartidos ao meio, o farol redondo em uma base quadrada, outro detalhe marcante foram as lanternas traseiras duplas redondas, bem ao estilo Camaro, mas tem gente que arrisca colocar uma terceira lanterna...


Corcel I - O Corcel como todo mundo sabe era um projeto da Willys em conjunto com a Renault, mas por causa da compra da Willys pela Ford, esse projeto acabou resultando em 1968 no Ford Corcel, e foi em 1973 com uma modificação de frente e traseira que deu um DNA Ford definitivo ao modelo tirando o aspecto de Renault que o modelo anterior ostentava, mas que também não era feio, a nova frente veio na balada do Maverick, dando um ar mais esportivo ao carro.


Clio - A primeira versão do Clio nacional era totalmente insossa, frente sem graça e uma traseira "corcunda", a frente melhorou muito na sua reestilização, quase o mesmo caso do Fiesta, primeira frente era trisonha, segunda mais contente. Mas a traseira do francês não tem salvação...


Gol - A Geração " bolinha" de 1994 já foi um salto e tanto em relação ao modelo quadrado, mas em 1999 recebeu um excelente face-lift, versão popularmente conhecida como G3, farois retangulares, grade e parachoque casavam perfeitamente com o formato da carroceria, e a traseira da Parati ficou muito boa também.


Polo - Os faróis redondos do modelo 2002 foram como uma volta as origens da marca, lembrava as primeiras gerações de Golf e Polo, mas não teve uma grande receptividade do público brasileiro, o face-lift que recebera posteriormente proporcionou uma notoriedade maior ao carro, que adotou o novo padrão da marca desde então.


Fox - Uma das últimas e bem sucedidas reestilizações foi a do Fox, já estava na hora de mudar e mudou pra melhor, a frente adota o atual padrão mundial da marca, mas essa mudança poderia canibalizar o Polo? É esperar pra ver.

Na opinião do autor, e pessoalmente minha também, estas são e foram as melhores reestilizações dos carros nacionais, quem quiser relatar outras, fique a vontade para comentar. Agradecemos a atenção de todos e até a próxima Coluna Especial !

Fonte: Blog Irmão do Décio ( http://irmaododecio.blogspot.com )

domingo, 13 de junho de 2010

Especial: Kombi 60 Anos !


Nem mesmo o Fusca teve vida tão longa. Coube a um furgão derivado de seu projeto a honra de estar em produção há 60 anos. A sexagenária Kombi completa em 2010 seis décadas do início da sua fabricação, na Alemanha.


Lá chamada de Transporter, a Kombi já deixou o mercado há muitos anos e virou objeto de fãs, muitos dos tempos da onda hippie que a usavam como veículo ideal para suas “viagens” de autoconhecimento.


Mas é no Brasil que sua história é mais rica. Primeiro veículo produzido pela Volkswagen, a Kombi começou a ser montada aqui em 1957 e nunca viu sua linha de produção parar. Até hoje mais de 2 mil unidades saem da fábrica de São Bernardo do Campo, contrastando com sua montagem a base de marretas com os novos modelos como o Polo e seus robôs.

Com sua carroceria retangular e espaçosa, tração e motor traseiro, a Kombi se transformou no veículo mais versátil do país em toda sua história. Difícil listar as inúmeras funções que ela cumpriu – desde o transporte escolar a consultório móvel de odontologia, entre tantos outros.


E, apesar da modernização da frota nacional, a Kombi não parece dar sinais de aposentadoria. Renovado em 1997 e ganhando motor 1.4 flex com refrigeração a água em 2005, o furgão continua com demanda suficiente e já há estudos para equipá-la com ABS e airbags, assim que esses itens de segurança passarem a ser obrigatórios. A pergunta que fica no ar é se a Kombi completará os 70 anos ainda na ativa.

Fonte: Fast Driver e Auto Esporte