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sábado, 11 de dezembro de 2010

Mégane Grand Tour sobrevive !


Há coisas que nem a ciência explica como o fato de Renault ter decidido manter em linha a perua Mégane Grand Tour. Com vendas na casa das 200 unidades mensais, o modelo ficará sozinho na linha de montagem já que a versão sedã saiu de linha com a chegada do novo Fluence, feito na Argentina.

Pior: no afã de manter a atratividade da perua, a montadora francesa reduziu ainda mais o preço do carro. Agora, a Grand Tour sai por apenas R$ 48.490, preço equivalente ao das peruas compactas como Palio Weekend e SpaceFox. Parece boa notícia, mas o que dirão os atuais donos da perua da Renault que verão seus veículos se desvalorizarem mais um pouco?

A versão à venda agora é a 1.6 Dynamique apenas com câmbio manual e itens de série indispensáveis como direção elétrica, ar-condicionado e trio elétrico.

Fonte: IG Carros

Renault Fluence chega em fevereiro porR$ 59.990


A Renault divulgou os preços oficiais do sedã Fluence, que começa a ser vendido no mercado brasileiro em fevereiro por preços que partem de R$ 59.990. O carro foi feito em parceria com a coreana Samsung e aproveita alguns componentes da plataforma do Mégane, modelo que substitui no mercado brasileiro.


O sedã tem 4,62 metros de comprimento e 2,70 metros de entre-eixos (distância entre as rodas da frente e as de trás, determinante no espaço interno do veiculo). Entre os itens de série, destaca-se a chave do tipo cartão, igual a do Mégane, com a vantagem de travar e destravar as portas automaticamente bastando apenas se afastar ou se aproximar do carro com o cartão. Outro destaque fica por conta do sistema de som de 140 watts de potência com entrada USB e para iPod. A parte traseira, é realçada pelo porta-malas, cuja capacidade de carga é de 530 litros.

Vindo da argentina, o sedã da marca francesa será vendido apenas com motor 2.0 bicombustível de 143 cavalos e 20,3 kgfm de torque com apenas etanol no tanque. Na versão topo de linha Privilège o carro vem com seis airbags, GPS integrado ao painel, rodas de aro 17 polegadas, câmbio automático CVT, entre outros itens. O Fluence acelera de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos e atinge 200 km/h de velocidade final (câmbio manual de seis marchas) e 195 km/h (automático CVT X-TRONIC).

Fonte: Auto Esporte

terça-feira, 8 de junho de 2010

Enfim, Duster ganha logotipo da Renault


Você já deve conhecer o Dacia Duster, aquele SUV de origem romena que chegará ao Brasil no ano que vem, mirando o Ford EcoSport. Agora conheça o Duster com o símbolo da Renault. Pois é, somente os logotipos da grade dianteira, da tampa do porta-malas e do volante mudam, além dos faróis, que ganharam máscara negra.


O Duster começará a ser produzido na planta da Renault em São José dos Pinhais (PR) no ano que vem, chegando às concessionárias da marca já como modelo 2012. Montado sobre a plataforma de Sandero e Logan, o jipinho levará o motor 1.6 16V (107/112 cv) já disponível na gama. Assim como o EcoSport, o Duster também deverá ter um 2.0 16V (emprestado do Sentra) associado a uma tração 4x4.


No Brasil, o Duster terá visual próprio. Passará por leves alterações, já assumidas pela Renault, mas ainda não reveladas. Esperamos que tais alterações sejam para melhor, pois este modelo deve vir pra brigar realmente no mercado nacional.

Fonte: Fast Driver

domingo, 18 de abril de 2010

Renault Logan 2011 está menos quadrado


No papel, o Logan é um carro ideal: é muito maior que seus rivais, possui garantia de 3 anos sem limite de quilometragem e baixo custo de manutenção. Mas nunca vendeu como deveria. O problema? Sem dúvida, são dois, o design sem inspiração e o acabamento simplório.

Antes que uma nova geração do modelo seja lançada, o que não deve ocorrer tão cedo, a solução é tentar melhorar o atual projeto, o que a Renault buscou com alterações simples no exterior e melhorias no interior.


A linha 2011 ganhou nova frente com grade cromada e larga e faróis com máscara negra. Os para-choques estão mais “esportivos” e a traseira recebeu uma nova tampa do porta-malas que incorpora um pequeno spoiler e uma barra cromada na base.

No interior, mudanças menores, mas uma delas mais marcante, os botões dos vidros elétricos nas portas e não no console central. Os materiais do interior foram melhorados, segundo a marca, e os pacotes ganharam novos itens como ABS opcional.


Os preços permanecem os mesmos da linha 2010, que partem de R$ 28 690 na versão de entrada Authentique 1.0. Isso significa na prática ficar apenas R$ 390 mais caro que o Chevrolet Classic, o mais barato do mercado.

A meta, no entanto, é até modesta. A Renault quer vender 35 mil unidades em 2010, 5 mil a mais que em 2009, mas um ano ruim para o carro. Basta dizer que em 2008 foram vendidas mais de 36 mil carros.

Fonte: Fast Driver

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Renault oficializa Mégane CC 2010


Às vésperas do Salão de Genebra (Suíça), que abre as portas ao púbico no próximo dia 17, os lançamentos começam a aparecer na internet. O primeiro a surgir na manhã desta sexta-feira (5) é a nova geração do Renault Mégane CC, o último da família a ser reestilizado e que tem chances de ser importado para o Brasil, já que a geração anterior deixou de ser importada.


Pelas imagens, é possível perceber que o modelo aposta mais na classe do que na esportividade. Isso pode ser notado no teto transparente que cobre o coupé. A dianteira é mesma de toda a família e a traseira lembra a do antecessor, com lanternas que invadem a lateral e tampa do porta-malas. Segundo a montadora, o teto se retrai em apenas 21 segundos.


Outro destaque é a capacidade de carga, que pode chegar até a 417 litros. Segundo a Renault, haverá seis versões de motores diferentes para o coupé, mas que também não focam um desempenho esportivo. São elas: 1.6 de 110 cavalos, com câmbio manual de seis marchas, turbodiesel 130 cv, e um 2.0 de 140 cv, com câmbio CVT (automático continuamente varíável).


Os modelos a diesel tem potência que variam entre 110 cv e 160 cv, com um intermediário de 130 cv. Este é segundo Renault conversível apresentado nesta semana, o primeiro foi o Wind, nova versão do compacto Twingo. Ainda segundo a montadora francesa, o modelo está 80% mais rígido que o antecessor, ponto muito críticado pelos proprietários da versão atual. Por dentro, o destaque fica por conta do acabamento disponível nas cores, preto, creme vermelho.

Fonte: Auto Esporte

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Renault mostra Wind na Europa


Lembra-se do Renault Twingo? O visual dividia opniões, mas o modelo até que atingiu um razoável número de vendas durante os anos 90, quando foi comercializado no Brasil. Na Europa, porém, ele perdura até hoje, com visual renovado e até uma versão conversível, chamada Wind e apresentada oficialmente na manhã desta terça-feira (2).

Embora a Renault tente diferenciar um modelo do outro, as linhas do conversível e a plataforma denunciam a identificação com o Twingo. Como a apresentação oficial acontecerá no Salão de Genebra, em março, poucos dados foram revelados.


O sistema da capota, por exemplo, se assemelha ao da Ferrari 575 e desce em apenas 12 segundos. Quanto a gama de motores, aguarda-se, ao menos, três opções. O mais interessante é um propulsor 1.6 a gasolina, capaz de render 130 cv. Há ainda uma versão diesel de 80 cv e um outro a gasolina de 100 cv.

Fonte: Auto Esporte

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Logan recebe leves mudanças

Criado como alternativa barata para o consumidor do Leste Europeu, recém saído do período socialista, o Logan foi o substituto ideal para o famoso Trabant, o minúsculo sedã dos tempos da cortina de ferro.

Por isso sua missão era ser um compacto “grande”, capaz de levar as numerosas e pobres famílias desses países. Logo a Renault percebeu que o modelo poderia se dar bem em outros mercados.

Mas até mesmo esses consumidores buscam algo melhor, sobretudo na aparência e o pouco inspirado desenho do Logan já deu o que tinha de dar. Enquanto uma nova geração não chega, a Renault e sua filial romena Dacia vão retocando o sedã.

Primeiro houve uma leve mudança em faróis e retrovisores, agora a versão russa ganhou novo para-choque e aprimoramentos em detalhes do exterior e do interior.

A versão brasileira é uma das próximas a mudar já em 2010. A ideia é tornar o modelo um pouco mais atraente, mas nada radical como no seu irmão hatch Sandero. Mas é um bom não esperarmos nada revolucionário: o Logan não nasceu para causar emoção, com certeza.

Fonte: Fast Driver

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Renault Gordini de volta !


Não era o que se esperava da Renault, mas o nome Gordini está de volta. No Brasil, ele ficou famoso no pequeno sedã de desempenho esportivo para época, fabricado sob licença pela Willys Overland e era sucessor do Dauphine. Apesar de elogiado pela performance, o Gordini também ganhou o apelido de Leite Glória: “desmancha sem bater”.

Na França, Gordini era sinônimo de competição e desempenho nas pistas. Além do nome, as faixas brancas sobre a pintura azul denotavam a versão esportiva. Agora a Renault decidiu trazer de volta a grife, como muitas marcas andam fazendo. Mas, ao contrário da Fiat, que investiu na Abarth e seus modelos especiais, os franceses foram mais modestos. Gordini será apenas o nome de versões estilizadas da série RS, cujas versões são derivadas dos modelos comuns de rua.


O primeiro Gordini RS será o Twingo, a ser lançado no final do mês, depois virão o Clio Gordini RS e o Mégane dentro de um ano. A Renault não revelou nenhuma imagem de como ficará a versão, mas é consenso que terá a mesma cor azul e as faixas brancas, ao menos. Pouco para um nome que significa tanto em várias partes do mundo.

Fonte: Fast Driver