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sábado, 21 de setembro de 2013

Especial: Novo VW Golf!

o Golf sempre foi o carro de maior importância da Volkswagen. Até mesmo a própria montadora admite isso e nem teria como negar afinal, são mais de 30 milhões de unidades vendidas em todo o mundo desde 1974. No Brasil, porém, o hatch andava de lado. Estava numa espécie de 4,5 geração, basicamente um remendo da 4ª geração e sem nenhum interesse de lançar aqui a 5ª ou a 6ª geração.

Com a total perda de prestígio e vendo que todos os concorrentes investiam na nossa querida terra Brasil, a Volkswagen decidiu lançar a bela 7ª geração, um ano após surgir nos principais mercados, o Golf VII chega ao Brasil em duas versões, a Highline e a GTI, que começam a ser vendidas agora no final de setembro.

Com preço inicial de R$ 67.990 ligeiramente competitivo, o modelo chega da Alemanha com um bom nível de equipamentos e motorização. A ideia é recuperar o tempo perdido e incomodar os rivais. Pode-se considerar uma meta de 2 mil unidades/mês afinal o Ford Focus vendeu 2.127 e o Chevrolet Cruze Sport6 1.670 no mês de agosto, seus principais concorrentes, sem levar em consideração por enquanto a nova geração do Focus.

O estilo do Golf segue linhas tradicionais e preserva alguns pormenores desde a primeira geração. A atual identidade da Volkswagen é ressaltada pelo conjunto ótico e a grade frontal, que destaca a logomarca da fabricante. Vincos que partem em diagonal de cada uma das extremidades do para-brisa e acabam no lado interno dos faróis dão um aspecto dinâmico. Com o eixo dianteiro deslocado mais para a frente, o capô parece mais longo e cria uma interessante sensação de esportividade.

A oferta do Golf tem dois valores-base. O Highline parte de R$ 67.990 na configuração chamada de Standard e o GTI inicia em R$ 94.900 (!). Para contar com a transmissão automatizada DSG são mais R$ 7 mil. Já o GTI, com todos os pacotes de opcionais, alcança os R$ 125.990(!!!).

Com isso, temos que primeiramente dar graças que o mercado nacional de automóveis está melhorando, o novo Golf é sem dúvida nenhuma uma das melhores opções do mercado, tem um acabamento bem diferenciado, itens que não são encontrados em seus concorrentes e um visual muito agradável.
Entretanto, cobra caro por tudo isso afinal, em nenhum momento passou pelos meus pensamento que a versão GTI poderia chegar a quase 126 mil reais. Será um carro exclusivo, para poucos, raro, mesmo após se tornar um seminovo.

sábado, 7 de abril de 2012

Esta é a Spin, sucesora de Meriva e Zafira


E a General Motors segue a todo vapor com a renovação de sua linha de automóveis para o mercado brasileiro. Um dos próximos lançamentos na fila de espera é a minivan Spin, que, segundo dados do site iG Carros, chega em julho deste ano e substituirá de uma só vez os modelos Meriva e Zafira, que serão descontinuados neste semestre.


Ainda de acordo com nossas fontes, a próxima minivan da GM no Brasil utiliza a mesma plataforma do Cobalt, que por sua vez é uma derivação da base usada no Opel Corsa D (a quarta geração do Corsa, que não veio para o Brasil). Já o nome “Spin”, embora não seja confirmado pela divisão brasileira da montadora, está registrado no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) em nome da Chevrolet.

Os preços da nova minivan Chevrolet, tendo por base os valores dos modelos que substituirá e seus concorrentes, deverão começar acima dos R$ 45.000 chegando a cerca de R$ 65.000 na versão mais equipada, automática e com 7 assentos.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Especial: Novo Fiat Grand Siena !


A Fiat apresenta nesta quinta e sexta-feiras (22 e 23), em Santiago, capital do Chile, a nova geração do sedã compacto Siena. Em relação ao modelo anterior, as mudanças incluem até o nome: agora ele é chamado de Grand Siena. Segundo a marca, o carro merece esse adjetivo por ter crescido em tamanho e em conteúdo. Já são 14 anos no mercado e mais de 813 mil unidades vendidas, segundo números oficiais.


Agora há seis versões para a gama Siena/Grand Siena, incluindo a EL, de entrada (reforçando: ela não é Grand), que mantém o visual do modelo atual e os motores 1.0 e 1.4. Preços: R$ 31.180 e R$ 33.300 (ante R$ 34.030 e R$ 36.150).


A Fiat distanciou o Siena da imagem de "Palio sedã" não somente no tamanho. O visual do carro é bem distinto: os faróis herdados do Idea se espicham para a traseira com mais vontade, chegando até a metade do capô. Ainda na dianteira, há uma barra cromada, mais integrada à carroceria do que o "bigodinho" visto no Palio. No parachoques, um acabamento em preto dá um ar mais esportivo ao modelo.


O motor Fire 1.4 EVO da versão Attractive tem potência de 85/88 cavalos (gasolina/etanol) e torque de 12,4/12,5 kgfm a 3.500 rpm. Nas versões Essence, o motor E-torq 1.6 16V Flex, que é fabricado pela Fiat Powertrain no Paraná, entrega 115/117 cv e torque de 16,2/16,8 kgfm a 4.500 rpm.


Sem dúvida nenhuma ficou um carro muito bonito. Entretanto, são incríveis quase R$50 mil por um top de linha, fico inconformado com esse tipo de informação e acabo por fim me fazendo a pergunta que muitos fazem, onde vão parar os preços dos carros aqui no Brasil?!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Especial: Nova Chevrolet S10 !


A Chevrolet apresentou nesta terça(14) para a imprensa, jornalistas e interessados a Nova S10, totalmente reformulada após 16 anos de existência a camionete impressiona por seus traços imponentes e modernos, se igualando enfim às concorrentes.


Nós do AutoBestCars disponibilizamos aqui todas as infomações sobre este novo modelo que deve ser vendido em breve. Fotos, ficha técnica, motor, preços e muito mais!
Clique nas imagens para Ampliá-las.



Em sua versão diesel a picape manteve a cilindrada (2.8), entretanto o motor também é novo. O MWM foi substituído pelo 2.8 CTDI, que gera bons 180 cavalos e tem torque de 47,9 kgfm (o antigo tinha 140 cv). Já no 2.4 flex, a potência não subiu, mantendo os 147 cv, já o torque foi de 21,9 para 24,1 kgfm.


Em seu novo interior, não há absolutamente semenhança alguma com o antigo. Contando com seletor de tração através de botão giratório localizado no console, ar-digital que tem mostrador central e comandos posicionado em volta dele, quadro de instrumentos que lembra e muito o do Camaro, diversos porta-objetos entre muitos outros detalhes.


Preços nas versões Flex:

Cabine simples 4x2 LS manual - R$ 58.868.
Cabine simples 4x2 LT manual - R$ 61.890.
Cabine dupla 4x2 LS manual - R$ 66.350.
Cabine dupla 4x2 LT manual - R$ 72.490.
Cabine dupla 4x2 LTZ manual - R$ 84.400.


Preços nas versões Diesel:

Cabine simples 4x4 LS manual - R$ 85.400
Cabine dupla 4x2 LT manual - R$ 98.900
Cabine dupla 4x2 LT automática - R$ 103.900
Cabine dupla 4x4 LT manual - R$ 109.500
Cabine dupla 4x4 LT automática - R$ 113.400
Cabine dupla 4x2 LTZ automática - R$ 117.400
Cabine dupla 4x4 LTZ automática - R$ 135.250

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Chrysler anuncia lançamentos no Brasil


Em pleno processo de retomada nos Estados Unidos após o processo de aquisição da Fiat, as marca do Grupo Chrysler (Jeep, Dodge, Chrysler e RAM) seguem o mesmo ritmo no mercado brasileiro. Ainda muito ligada a rede Mercedes-Benz no Brasil por conta da herança deixada pela Daimler, antigo dono do grupo americano, a montadora agora dirigida pelos italianos acelera essa separação para então lançar novos veículos. E não serão poucos.


Os modelos, porém, ainda não têm data para desembarcarem no Brasil. “Nossa estratégia foi montada pensando primeiro nos modelos V6. Os carros V8 ficaram para mais adiante. Pode ser que no segundo semestre alguma coisa aconteça”, revelou o diretor de vendas e marketing do Grupo Chrysler, Luiz Tambor.

Fonte: IG Carros

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Especial : Novo Fiat Uno !


O dilema da Tostines chegou ao mercado automobilístico: afinal, o comprador de carros compactos é racional por natureza ou age assim porque não tem opção? Carros como o Gol, o Celta, Palio e o Uno Mille saem quase sempre com o mínimo possível das concessionárias afinal, para muitos, o fato de comprar um veículo zero km já é uma vitória em si.

A Fiat, com o novo Uno, quer quebrar essa tendência. O compacto, lançado nesta terça e quarta-feira na Praia do Forte, Bahia, tem como um dos principais atrativos a personalização. Por meio de adesivos e cores chamativas, o modelo pode ser combinado de várias maneiras.


E mais: o desenho alegre e descompromissado rompe com as linhas elegantes e esguias dos seus rivais. O Uno é um carro de formas simples como um brinquedo. O estilo foi batizado de “quadrado arredondado” e tudo nele remete a essa escolha estética.


A frente é alta e sem a tradicional grade – a entrada foi toda deslocada para baixo -, os faróis são retangulares, mas com as setas puxadas para fora e as caixas de rodas fogem do tradicional arco para se distanciarem dos pneus acima e ficarem próximas nos lados. Três pequenos quadrados à esquerda da parte frontal dão o toque final no exterior.


Interior elaborado

A novidade estética, no entanto, não significa um interior diferente. O Uno é convencional nesse sentido. Seu espaço interno é semelhante ao do Palio, apenas com vão maior no teto. Curiosamente, apenas a cobertura do painel de instrumentos é circular, assim como o velocímetro e o pequeno painel digital com informações do combustível e da temperatura, uma herança clara do Cinquecento. Dele também vieram os acionadores dos vidros dianteiros, instalados no console central – não há opção de atuadores elétricos nas portas traseiras.


Os comandos e botões são comuns a outros modelos, mas bem distribuídos. Há elementos de outros carros como as hastes do volante (Palio), botões do sistema MyCar (Punto) e porta-objetos superior (Idea), mas no geral o projeto é inédito. Por falar nisso, o modelo traz até mesmo apoio para o pé esquerdo, comum em carros mais caros.

Para aliviar a parte externa do cockpit, a Fiat concentrou no centro do modelo os ajustes dos bancos tanto de altura quanto de inclinação. Por outro lado, optou por instalar um apoio de cabeça fixo na frente e do tipo vírgula, retrátil, atrás.


O acabamento, no entanto, é o ponto alto do interior. Há muito plástico, mas com textura agradável e mesclado com tecidos e outros tipos de material. Se o cliente assim desejar, poderá aplicar uma cobertura na parte central do painel com diversos temas, assim como na alavanca do câmbio. A Fiat só esqueceu ou não quis oferecer o computador de bordo no modelo, assim como o ajuste de profundidade do volante e os retrovisores elétricos. Talvez queira preservar algumas vantagens do Palio, que é mais caro.


Se o cockpit é agradável o mesmo não se pode dizer do porta-malas. Menor que o do Mille, o compartimento tem piso deformado pelo estepe que se sobressai na superfície. O triângulo de emergência não encontrou um lugar para ser guardado e fica preso ao carpete no meio do porta-malas. Há um trabalhoso sistema de rebatimento dos bancos traseiros que pode ser ajustado em duas posições e oferecer mais 10 litros aos 280 originais, mas não existe a opção bi-partida, mais prática.


Em movimento

O novo Uno ganhou motores retrabalhados para serem mais econômicos e limpos. De quebra, houve uma leve melhora no desempenho, mas que não se refletiu no dia-a-dia. Batizados de Evo, os motores Fire 1.0 e 1.4 ganharam bielas maiores para minimizar o atrito. Além disso, o motor maior passa a contar com um sistema de variação de fase contínuo que atrasa a abertura das válvulas em rotações baixas.


Se possuem acabamentos parecidos no interior, as quatro versões disponíveis – Vivace, Attractive e Way 1.0 e 1.4 – mostram comportamento sutilmente diferente nas ruas. Os dois modelos com visual off-road são mais lentos e têm câmbio com escalonamento mais curto. Apesar de chegarem num giro muito alto a 120 km/h (3 800 rpm no 1.4 e 4 100 rpm no 1.0), o isolamento acústico do carro é muito bom.

A posição de dirigir não é tão alta e artificial quanto no Palio e o volante está mais na vertical. Não chega a ser a sensação de um carro com pegada mais esportiva, mas o posicionamento é adequado. O painel é bem alto, apesar do pára-brisas inclinado.


A direção hidráulica tem peso adequado e respostas não tão velozes, enquanto o câmbio tem engates longos, mas macios. A suspensão também é macia, mas sem deixar o carro rolar – a Fiat diz que o Uno é o melhor nesse aspecto no seu segmento. A visibilidade é boa, apesar da frente alta e do vidro traseiro pequeno. Em suma, um carro fácil de dirigir, mas mais na mão que o Palio.


Assim como o Gol G5 deixou seu antecessor vivendo de sobras, o novo Uno deve fazer suas vítimas internamente. Mas, ao contrário do rival da VW, o modelo que deverá sofrer mais com sua presença é o Palio Fire, com visual antigo e preço semelhante. O Mille deve sobreviver devido ao preço barato e à imagem de resistência.

Outros carros devem ter problemas com ele, como o próprio Palio ELX 1.0 e também o 1.4. Do lado da concorrência, o novo Uno pode virar uma pedra no sapato do Celta, Clio, Ka e até mesmo do Fox 1.0 e do Agile, aqui com a versão Attractive 1.4 - o Gol, por seu perfil esportivo, não parece ser ameaçado.


E você, o que achou do Novo Fiat Uno ? Comente !

Fonte: Fast Driver

terça-feira, 2 de março de 2010

Ford lança a nova Ranger Sport 2010


A versão mais barata da Ford Ranger chega à linha 2010 acompanhando as mudanças visuais que o restante da família teve em agosto. A boa novidade é que o preço foi levemente reduzido, apesar de todas as mudanças visuais e do acréscimo de equipamentos, como as rodas de liga leve aro 16. O preço de lançamento é R$ 53.855, quase R$ 500 a menos que o da linha 2009.


Como já dissemos na ocasião do lançamento da “nova” Ranger, a mudança atual foi apenas um paliativo até a chegada de uma geração totalmente nova em 2012. Uma forma de estancar a perda de participação da picape argentina, que já dura anos. Por isso a Ford foi bem econômica nas mudanças.

Os novos faróis deixaram o capô mais curto, o para-choque dianteiro aumentou o ângulo de ataque de 29 para 34 graus, as laterais ganharam vincos e maçanetas do EcoSport, e a traseira recebeu lanternas com fundo branco e contornos internos cromados. As molduras das portas, da caçamba e das caixas de roda agora são pintadas de preto.


Por dentro, as modificações foram mínimas. O interior continua bem espartano, com uma flagrante falta de nichos para deixar pequenos objetos. O espaço central para um terceiro passageiro também é limitadíssimo, até para crianças. Entre as novidades de equipamentos destaca-se o pacote de conveniência, que traz vidros elétricos (um toque e com anti-esmagamento), travamento automático das portas a 20 km/h e abertura/fechamento de portas e vidros por controle remoto.


Rodando na cidade, a Ranger se comporta muito bem nessa versão cabine simples. O motor 2.3 a gasolina de 149,6 cv tem bom torque (22,1 kgfm a 3.750 rpm) para movimenar com agilidade os 1.503 kg da Ranger. O desempenho é levemente superior ao da rival S10 2.4 flex, mas a vantagem de abastecer com álcool ou gasolina é um diferencial importante para o modelo da GM, líder de mercado. Essa opção só deverá surgir na Ranger em 2012, com a nova geração. As vantagens da Ranger Sport são o visual mais esportivo, a garantia de 3 anos e o nível de equipamentos pelo preço cobrado. A Ford que trate de aproveitar o momento, pois no ano que vem a GM lança uma picape média totalmente nova.

Fonte: Auto Esporte e Fast Driver