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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Focus e Uno viram viatura de polícia


Já imaginou os policias brasileiros guinado um Focus Sedan equipado com modernos equipamentos de fiscalização? Que tal um novo Uno? Isso ainda não é possível, mas pode ser em breve. Isso porque a Ford e a Fiat transformou uma edição do carro em uma viatura para a feira Interseg, especializada em tecnologia e serviços para segurança pública.

A mostra acontece em Florianópolis (SC) e revela um carro com uma tecnológica central de informações, com GPS e monitoramento 360º, com direito a cinco câmeras ao redor do carro. Além deste carro, a Ford preparou ainda outros três modelos para transporte de presos: um EcoSport, uma Ranger e também um jipe Troller T4.

Fonte: Auto Esporte

Focus bate i30 e lidera ranking de médios


Parece que a justiça começa a ser feita entre os hatches médios. Até então o melhor produto, mas com vendas medianas, o Ford Focus superou o Hyundai i30 nas vendas de junho e assumiu a liderança do ranking. Foram 2.308 unidades do modelo vindo da Argentina, contra 2.296 do hatch importado da Coréia do Sul. Para o Focus, o desempenho comercial do mês passado significou uma alta de 22,2% sobre maio, enquanto o i30 sofreu queda de 12,3% no mesmo período.


Já o recém-lançado Chery Cielo, o mais barato entre os hatches médios, não conseguiu bater nem mesmo o Nissan Tiida, até então o lanterna do grupo. Custando R$ 42 900, o chinês emplacou em junho apenas 94 unidades, enquanto o modelo de ascendência japonesa vendeu 103 carros. Os dois tiveram queda nas vendas de maio para junho: 56,2% no caso do Tiida e 22,3% para o Cielo. Confira no nosso ranking a lista completa.

Fonte: Fast Driver

domingo, 11 de julho de 2010

História: Fiat 147 !


Estamos de volta com mais uma Coluna História aqui no Auto Best Cars. Hoje trataremos do pequeno Fiat 147. Motivo de piada para muitos, mas amado por muitos outros, com certeza merece estar aqui hoje. Confira !


A Fiat chegou ao Brasil em 1976 produzindo o pequeno 147 em Betim (MG). Derivado do 127 italiano, o carro foi o primeiro a ser equipado com motor montado na transversal entre os modelos nacionais da época e se tornou um dos mais populares do país, brigando com o lendário VW Fusca e o GM Chevette.



Em novembro daquele ano, a revista Autoesporte apresentava as primeiras impressões do Fiat, que foi avaliado no dia a dia, em estradas de terra e até mesmo no autódromo de Interlagos. Das sete cores apresentadas pela Fiat, o modelo testado era um “vermelho romano” e apresentou nota 10 em dois quesitos: dirigibilidade e estabilidade. O 147 ficaria famoso pela eficiência nas curvas e excelente suspensão.


A velocidade máxima do pequeno hatch – ele tinha 3,62 m – era de 135 km/h e saiu da fábrica com uma ampla grade dianteira ladeada por faróis retangulares, pneus radiais e era considerado uma “nova concepção de transporte urbano”.


“Quem compra um carro destes, pelo menos seu similar 127 na Itália, procura um meio de transporte capaz de atender suas necessidades mais comuns, quais sejam as de andar no trânsito urbano supercongestionado, com espaço interno suficiente para quatro passageiros, mais bagagem, e que não lhes cause claustrofobia. Quer também maneabilidade sem problemas, pouco cansaço e um custo operacional baixo”, era o que dizia o primeiro teste.


O câmbio não agradou muito, pois vinha do assoalho, entre os bancos dianteiros, até a mão do motorista. Era tão alto que fazia com que as mudanças não fossem muito precisas. O motor transversal, de quatro cilindros tinha e 1048 cc de cilindrada, tinha o torque máximo de apenas 7,8 kgfm a 3.800 rpm era arrefecido por um sistema com bomba d’água e radiador.


Seu sucesso no mercado brasileiro foi tamanho que, no final da década de 70, início dos anos 80, as vendas do Fiat 147 chegaram, inclusive, a superar as do Fusca. Alguns testes promovidos pela fábrica se transformaram em comerciais televisivos, como o realizado nas escadarias da igreja da Penha, no Rio de Janeiro.


Em apenas um ano, o 147 vendeu 64 mil unidades e em 1977 além da versão Standard, existiam as versões, L e GL, com alguns opcionais a mais do que o modelo de base, e a versão Furgoneta, sem os vidros traseiros e de uso, principalmente, comercial. O 147 Pick-up surgiu um ano depois com espaço para 650 litros. A versão esportiva Rallye de motor 1.3, foi testada e aprovada pelo piloto Emerson Fittipaldi a convite da Fiat.


Em 1979, o Fiat 147 se tornava o primeiro carro a álcool do mundo, como motor 1.3, 60 cv brutos. Foi na década de 80 que o carro recebeu sua primeira reestilização, com a nova frente um pouco mais inclinada chamada “Europa”. Nessa época, também surgia o modelo GLS, versão de luxo do GL e a Panorama, a perua da linha com 730 litros de espaço para carga normalmente (com o banco rebatido ela podia levar até 1440 litros). A perua chegou, inclusive a ser exportada para a Itália. Em 1982, a picape Fiorino seria apresentada com a base da Panorama e a frente Europa.


Em 1983, a versão básica passava a se chamar 147 C, a GLS era substituída pela Top e a Rallye viraria Racing, com substituição dos sincronizadores de primeira e segunda marchas. Ao mesmo tempo, a nova frente Spazio também era oferecida, com grades e faróis maiores. Naquele mesmo ano surgia o três-volumes Oggi, que não foi tão bem aceito e que teve até uma rara versão esportiva, a CSS, equipada com motor 1.4. As vendas do 147 só serão abaladas, de fato, com a entrada no Uno no mercado brasileiro em 1984 e os demais carros da linha também sucumbiam com os concorrentes que surgiam no mercado, como o Prêmio e o Monza. Em 1986, ele saia de série, mas deixaria seu legado para carros como Uno e Palio.

Agradecemos pela atenção e te esperamos aqui na próxima coluna História ! Ah não esqueçam de comentar o que acharam do post !

Fonte: Auto Esporte

Ford apresenta novo Mondeo


O Ford Fusion vem cumprindo bem o papel do Mondeo aqui no Brasil, mas seria interessante imaginar quem faria mais sucesso hoje em dia. Ainda mais agora, que a montadora deu uma leve retocada no visual do sedã. A principal diferença está na parte frontal, com nova grade, para-choque redesenhado e faróis dom LEDs de funcionamento permanente. A estréia oficial do novo Mondeo será no Salão de Moscou, no final de agosto.


Mas o Mondeo 2011 não concentrou as novidades apenas na estética. A Ford aproveitou para renovar a motorização do sedã, que agora conta com um bloco 2.0 EcoBoost, de 237 cv, ante 200 cv do antigo propulsor. Outras mudanças ocorrem nos motores a diesel, com uma melhora no rendimento das versões 2.2 (197 cv) e 2.0 (113 cv, 138 cv e 161 cv). Pela primeira vez, o Mondeo ganha a transmissão Powershift de dupla embreagem – de série nos carros com motor EcoBoost e opcional nos demais. Entre as novas tecnologias, está o indicador de ponto cego, similar ao Blis da Volvo, mas na Ford chamado de Active Grille Shutter.


Ainda não há imagens do interior, que também passou por mudanças não muito radicais. As novidades ficam por conta das luzes de cortesia com LEDs, um renovado sistema de navegação e o sistema de som de 256W, ligado a um subwoofer de 17 litros.

Fonte: Fast Driver e NetCarShow

Fiat Punto ganha motores à sua altura


Pergunte a qualquer dono de Punto 1.4 qual o principal defeito do seu carro. A resposta certamente será o desempenho pífio dos 86 cv do motor que, para piorar, vem acompanhado de alto consumo de combustível. No caso do propulsor 1.8 litro, fornecido pela GM, a queixa em relação à performance é amenizada, mas o descontentamento com a sede do carro é ainda maior. Bonito, confortável, bem equipado e dono de uma dirigibilidade invejável, o Punto fica menos competitivo frente a Volkswagen Polo e Citroën C3, seus principais concorrentes. Ficava, porque o hatch da Fiat entra na linha 2011 equipado com os novos motores 1.6 16V e 1.8 16V da família E.torQ, produzidos na fábrica da FPT (Fiat Powertrain Technologies) em Campo Largo, Paraná. Com a chegada dos novos motores, a Fiat repensa o mix de vendas: 20% será a fatia do 1.8 16V, 40% do 1.6 16V e 40% do 1.4, que se mantém na linha na versão de entrada, a Attractive.


O 1.6 16V (115/117) convence facilmente o motorista de que não é preciso apelar para o 1.8 16V (130/132 cv) para ter um desempenho coerente com a proposta e o porte do Punto. A reação em baixa rotação é boa, e em giros maiores têm-se um carro esperto nas mãos. O câmbio agrada quem anda devagar, com relações de marchas mais longas; mas também pode empolgar quem (ainda mais dentro de um circuito) busca uma tocada mais esportiva, graças à alavanca muito bem posicionado e aos engates macios e precisos.


Com o 1.8 16V, equipado com o câmbio Dualogic, a diferença de desempenho é sensível e instiga o condutor a acelerar mais. Não se trata de um esportivo, como o T-Jet com seus 152 cv, mas há fôlego de sobra para ultrapassagens e retomadas. Quanto à transmissão automatizada, a calibragem do software foi alterada, melhorando o funcionamento em relação aos demais modelos da Fiat que usam o Dualogic – ainda que os solavancos permaneçam evidentes, a evolução é perceptível. E se neles a operação se torna mais eficiente aliviando o pé do acelerador a cada troca, no Punto 1.8 16V esse macete não funciona: é melhor manter pressão sobre o pedal. As reduções no modo manual são precisas e os inúmeros apitos de alerta quando se faz algo errado diminuíram de irritantes 13 repetições para apenas duas.


No mais, o Punto continua oferecendo a melhor posição de guiar do segmento, batendo até em carros de categoria superior. Com ajuste de altura e profundidade do volante e um cockpit que abraça o motorista, fica impossível não encontrar a posição ideal. A direção tem respostas diretas e a estabilidade é irreparável – no autódromo de Curitiba, nas curvas mais ousadas, o Punto inclina pouco a carroceria e apenas desliza, permitindo ser corrigido antes de qualquer escapada mais perigosa.
A Fiat deu ao Punto o que ele precisava: motores à sua altura. Com preços interessantes e uma boa lista de equipamentos de série e opcionais, vai acirrar a briga com o VW Polo, até aqui a referência do segmento em desempenho.

Fonte: Fast Driver

Bugatti Veyron retoma recorde de velocidade


Com números tão superlativos, o Veyron deveria ser o carro mais veloz do mundo. Mas não era desde 2007 quando o Ultimate Aero, da Shelby Super Cars, superou seu recorde em pouco mais de 3 km/h.


Demorou para que a Bugatti, marca francesa sob controle da Volkswagen, decidisse reagir, embora se comentasse que isso ocorreria já faz tempo. Pois no dia 26 de junho, o Veyron Super Sport, uma versão especial do supercarro, recuperou o recorde ao atingir nada menos que 431,07 km/h.


Para conseguir o feito, o Super Sport ganhou motor mais forte, pulando dos já espectaculares 1 001 cv para 1 200 cv, além de suspensão recalibrada e um chassi mais de fibra de carbono mais leve ainda. Apesar disso, a Bugatti não divulgou em quantos segundos o Veyron vai de 0 a 100 km/h.

A marca, homologada pelo Guinness Book, foi conseguida na pista Ehra-Lessien, perto de Wolfsburg, na Alemanha. A Bugatti produzirá cinco unidades do Super Sport como série especial antes de decidir por uma quantidade maior do modelo.

Fonte: Fast Driver

Doblò HLX 1.8 E.TorQ chega por R$ 58.160


A Fiat já disponibilizou em seu site o configurador para a nova versão do Doblò. A principal novidade para a minivan é o motor 1.8 16V E.TorQ, o mesmo lançado no Punto 2011. Para esta linha 2011, o Dolò Adventure chega por R$ 64.550, a versão HLX é oferecida por R$ 58.160 e a opção Cargo é vendida a partir de R$ 45.590.

O novo motor desenvolvido pela FPT desenvolve 132 cv de potência e 18,9 kgfm de torque com etanol. Abastecido com gasolina, ele alcança 130 cv e 18,4 kgfm. Os números divulgados pela Fiat apontam uma velocidade máxima de 175 km/h para o Dolò 2011. A aceleração de 0 a 100 km/h acontece em 11,6 segundos, nas informações na montadora.

Fonte: Auto Esporte

S10 bate record de vendas em junho


A S10 bateu o recorde mensal de vendas em junho. A veterana picape da General Motors teve 4.105 unidades emplacadas no mês, contra 3.916 unidades registradas em julho de 2009, até então o melhor mês. O número equivale a 38% de participação em seu segmento, o das picapes médias.

"A picape S10 é um caso de sucesso da Chevrolet, que se mantém como a preferida do consumidor brasileiro. Dentre os seus atributos, estão a robustez, relação custo-benefício e a durabilidade, além claro da opção do motor bicombustível", destaca José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motors do Brasil.

No acumulado de vendas do ano a S10 também lidera. No primeiro semestre de 2010, a picape teve 21.026 emplacamentos, ou 36,4% do segmento. A Hilux foi a segunda colocada, com 15.306 unidades (26,5%). Nos seis primeiros meses de 2009, a picape da GM registrou 16.700 unidades.

Mesmo com vendas em alta, a S10 já tem uma sucessora em desenvolvimento, esperada para chegar ao mercado dentro de dois anos. O modelo, entretanto, deverá substituir inicialmente as versões a diesel, mais caras e que não ameaçam da Hilux. A S10 2.4 Flexpower, responsável pela maioria das vendas, deve conviver com a novidade por um tempo.


Venho também me retratar e pedir sinceras desculpas pelos 21 dias sem nenhuma postagem, estava realmente muito ocupado com os estudos e com o vestibular o qual eu prestei. Mas, agora estou de volta com muitas ideias e em busca de melhorar cada vez mais o 'Auto Best Cars', espero que todos compreendam e continuem acompanhando o blog. Agradeço pela Atenção. Gleison Ximenes.

sábado, 19 de junho de 2010

Wallpapers: Pagani Zonda Tricolore


Shelby terá loja no Brasil em agosto


No Salão do Automóvel de 2008, a Ford provocou os visitantes do seu estande com um exemplar do Shelby Mustang GT500 King of the Road, um esportivo limitado em 1 000 unidades, de 548 cv. Mas os muscle car estava ali de enfeite: mesmo antes de alguém perguntar, a Ford já dizia que trazer o Mustang para o Brasil, seja qual fosse o modelo, estava fora dos seus planos – para a tristeza de todos, potenciais clientes ou não.

E se você perguntar à Ford hoje, o discurso é o mesmo. Mesmo com a Chevrolet trazendo o Camaro e a Chrysler preparando a chegada dos Dodge Charger e Challenger? Mesmo assim. Pena, porque a cada 20 Mustang vendidos por importação independente, vende-se 10 Camaro e 2 Challenger. Quem nos revela é Fabio Souza, da Forest Trade (ela própria uma importadora independente de veículos), que vai abrir no Brasil a primeira loja da lendária Shelby. Cravada na avenida Europa, o endereço paulistano mais indicado para quem busca carros especiais, a loja agora passa por reformas, mas tem sua inauguração prevista para o final de agosto.

Segundo Souza, estarão lá todos os modelos da Shelby, que cria exemplares customizados do Mustang. A lista começa com um CS6, que guarda sob o capô um motor 3.7 litros V6 de 305 cv, saindo por R$ 140 000 – nada mau, considerando que um Honda Civic Si, de esportividade inquestionável, mas sem a tradição de um Mustang, tem preço tabelado em R$ 103 650. O Shelby mais cara à venda será o GT500 Super Snake, por R$ 500 000. Motor 5.4 V8, de 750 cv. Os carros terão garantia de dois anos e a manutenção será feita pela Shelby, em oficina própria, promete Souza.

A Ford assistirá de camarote a venda de Camaro, Challenger, Charger e Shelby Mustang, agora “oficializados”. Quem sabe no Salão do Automóvel deste ano ela muda de ideia.

Fonte: Fast Driver