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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Oficina: Escapamento furado


De repente, o carro começa a roncar mais forte, ou parece ter perdido um pouco da força. É bem provável que o escapamento esteja com alguma avaria. Como tudo que faz parte de um veículo, esse circuito de tubos que se estende do cofre do motor até o fim do assoalho também sofre desgaste ao longo do tempo.

Claro que aqueles cuidados básicos, como passar devagar por lombadas e valetas, ajudam muito a evitar que os canos sofram pancadas ou mesmo raspões. Mas é preciso estar atento a outros detalhes danosos. “Combustível de má qualidade é um veneno para o sistema. A quantidade de água, solvente e sabe lá mais o quê que colocam no álcool e na gasolina corrói rapidamente as paredes internas do tubo. A parte mais afetada é o silencioso, que esquenta menos e acumula mais líquidos não queimados pelo motor”, explica Carlos Guedes, gerente da Pneus Linhares.


Como o número de postos que vendem combustível adulterado cresceu assustadoramente, a durabilidade do sistema de escape, na média, caiu absurdamente. “Há mais ou menos uma década, os canos de um carro zero quilômetro chegavam a durar cinco anos. De lá para cá, não passam de dois anos e meio. Já o escape de reposição, que chegava a completar três anos de uso, sem ser galvanizado, chega a dois, mesmo com o processo de galvanização atual”, explica Cícero Joaquim Neto, proprietário da Borracharia Lins Car. Eis aí mais um motivo para fugir dos combustíveis baratos demais.

Mas a culpa pela vida encurtada do escapamento não é apenas do solvente e da água. O motorista pode acabar “gastando” bastante a peça, muitas vezes sem saber disso. “Quanto mais se usa o carro, mais o escape dura. No caso dos taxistas, que rodam o tempo todo, o sistema acaba ficando mais limpo. Já quem faz vários percursos curtos por dia mantém os canos constantemente úmidos. Nesse caso, o sistema pode durar de um ano e meio a dois, não passa disso”, afirma Neto.

Além dessas preciosas dicas, Guedes lembra de uma outra bem elementar: “é importante escolher peças de reposição de qualidade, senão nem adianta reclamar sobre durabilidade.”


Reparos

Até é possível fazer alguns tipos de reparo no sistema, para adiar o gasto com peças novas, mas não é tudo que vale a pena. O silencioso, por exemplo, é uma parte do escapamento que não tem muito como ser reparada. “Dá trabalho e é caro demais, é melhor comprar um novo. Antigamente nós abríamos a peça, trocávamos a manta de isolamento acústico e soldávamos o que era preciso, mas como o preço da peça caiu bastante há anos ninguém mais faz esse tipo de serviço”, explica o proprietário da Borracharia Lins Car, que lembra que para o catalisador também não existe conserto – o certo é trocar a peça.

Em alguns pontos, é possível recorrer a soldas. É o caso das emendas entre os canos, que podem se soltar depois de uma pancada. Esse tipo de problema pode ser resolvido com o maçarico, desde que seja uma peça de qualidade e que não apresente ferrugem, segundo Neto. “Quando uma parte do tubo amassa muito, é mais fácil cortar a parte danificada e fazer um enxerto. Desamassar dá muito trabalho, nem sempre fica bom e também acaba custando demais.”


Pondo a mão no bolso

Falando em custo, Guedes nos passou alguns valores médios para as peças trocadas com maior freqüência. “O silencioso, que estraga mais rápido, custa de R$ 130 a R$160 para modelos 1.0 de gerações anteriores. Para alguns modelos 1.0 atuais, como o Chevrolet Corsa, e também para alguns 1.6, fica entre R$ 220 e R$ 260.” No caso de veículos sofisticados, como VW Golf e Ford Focus, o valor parte de R$ 220, podendo atingir os R$ 280. Já para modelos Audi, BMW e Mercedes-Benz, o custo vai de R$ 380 a R$ 600.

O tubo intermediário segue essa progressão de valores:

- de R$100 a R$ 140 para 1.0 antigos
- de R$ 140 a R$ 190 para 1.0 recentes e 1.6
- de R$ 180 a R$ 230 para médios sofisticados
- de R$ 280 a R$ 400 para modelos top de linha

Fonte: Auto Esporte

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Como Seria: Rural Willys


Lançado em 1946 nos Estados Unidos, o jipe Rural Willys chegou ao Brasil em 1958, quando teve mais de 182 mil unidades fabricadas em território nacional em 19 anos de vida. Conhecido pela polivalência, o jipe caiu no gosto de muitos brasileiros, tendo grande parte da frota hoje nas mãos de colecionadores. A admiração pelo carro fez com que o designer Eduardo de Oliveira, famoso pelo blog Irmão do Décio, desenvolvesse a Rural do futuro.

Responsável pelas sugestões de desenhos contemporânes do Galaxie e da Brasília, Du, como é conhecido, pensou também no Rural Willys 2010: "Me inspirei nos utilitários da atualidade, mas sem deixar de lado as características da antiga Rural, como o capô, a grade em forma de ‘V’ e as pequenas lanternas”, explica. Na lista de concorrentes, a Rural teria modelos como o Chevrolet Captiva, Hyundai Tucson e Kia Sportage.


Antigamente, o Rural vinha equipado com motor de 2.6 litros e 90 cv. Depois de ser nacionalizado por inteiro, ganhou frente exclusiva inspirada no Palácio da Alvorada, em Brasília. Em 1970, a Ford assumiu a produção do jipão, que ganhou motor 3.0 de 132 cv. Para Du, o ideal para a Rural 2010 seria um propulsor 3.0 a diesel da Ranger, com 163 cv de potência. “A montadora também poderia disponibilizar diversas opções de duas cores e uma versão com estepe na tampa. Mas essas alterações, ficam para a primeira reestilização”, finaliza o designer.

Fonte: Blog Irmão do Décio e Auto Esporte

Wrangler 4 portas e Journey SE chegam ao Brasil


Coincidência ou não, bastou a Fiat anunciar os planos para a Chrysler e a fabricante norte-americana começou a despejar novos modelos no Brasil. Só hoje foram duas novidades: Jeep Wrangler Unlimited, por R$ 129 900, e Dodge Journey SE, por R$ 85 900.

O Wrangler Unlimited é a versão quatro portas do jipe que há tempos é vendido no Brasil, ainda que modestamente – até agora, foram comercializadas 55 unidades do modelo duas portas, contra 570 do Troller T4, seu rival mais direto. Com entreeixos 51 cm mais longo, o Unlimited mantém o motor 3.8 litros V6, de 199 cv, com transmissão automática de quatro velocidades. O Wrangler de duas portas sai por R$ 110 900.

A outra novidade é o Dodge Journey SE, que chega bem menos equipado que as demais versões. A principal mudança está no interior, que agora leva apenas cinco ocupantes, e não sete, como nas demais configurações. Externamente, o modelo perdeu as rodas de liga-leve e o rack do teto. O bloco de 2,7 litros V6, de 185 cv, também foi mantido. O Journey também é oferecido nas versões SXT (R$ 99 900) e R/T (R$ 107 900).

Fonte: Fast Driver

terça-feira, 8 de junho de 2010

Enfim, Duster ganha logotipo da Renault


Você já deve conhecer o Dacia Duster, aquele SUV de origem romena que chegará ao Brasil no ano que vem, mirando o Ford EcoSport. Agora conheça o Duster com o símbolo da Renault. Pois é, somente os logotipos da grade dianteira, da tampa do porta-malas e do volante mudam, além dos faróis, que ganharam máscara negra.


O Duster começará a ser produzido na planta da Renault em São José dos Pinhais (PR) no ano que vem, chegando às concessionárias da marca já como modelo 2012. Montado sobre a plataforma de Sandero e Logan, o jipinho levará o motor 1.6 16V (107/112 cv) já disponível na gama. Assim como o EcoSport, o Duster também deverá ter um 2.0 16V (emprestado do Sentra) associado a uma tração 4x4.


No Brasil, o Duster terá visual próprio. Passará por leves alterações, já assumidas pela Renault, mas ainda não reveladas. Esperamos que tais alterações sejam para melhor, pois este modelo deve vir pra brigar realmente no mercado nacional.

Fonte: Fast Driver

Últimos 50 Vipers terão cores exclusivas


A Dodge mostrou nesta terça-feira (8) as últimas unidades comemorativas do Viper, um dos esportivos mais famosos de todos os tempos. Com data para ter sua produção encerrada no fim deste ano, o cupê ganhará mais três edições especiais, que serão vendidas apenas nas três principais concessionárias da marca nos Estados Unidos.

O primeiro SRT10 ACR Roadster, desenvolvido para uma loja em Nebrasca, ganhou as cores preta e amarela. No Texas, será vendido o modelo de cores verde e preto, enquanto o último, de faixas na cor roxa, será destinado à uma concessionária em Illinois. Ao todo serão produzidos apenas 50 carros e a prioridade de venda será para colecionadores que, com certeza, vão disputar muito os últimos Viper produzidos pela Dodge.

Fonte: Auto Esporte

Curiosidades: Carros Impossíveis !


No mundo do automóvel, o que não falta são sonhos e sonhadores. Quase todo o designer, quando deixado à vontade, gosta de soltar a imaginação no papel ou na tela do computador, muitas vezes criando carros que só são viáveis em outros tempos e dimensões.


A galeria da coluna Curiosidades de hoje traz uma coleção desses carros "impossíveis", que vão desde os que contrariam a lei da gravidade e se deslocam sem rodas até os aquáticos. Vale muito a pena conferir !

Fonte: AutoBoy

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Programação da Semana

Marcas: Peugeot !


A marca francesa Peugeot foi fundada em 1882 por Armand Peugeot. A Peugeot começou como uma marca produtora de bicicletas, lançando-se na produção automóvel em 1890. O modelo criado nesse ano recorria a um motor Daimler. A Peugeot foi a primeira marca a introduzir pneus de borracha na produção de automóveis. Em 1896 construiu o seu primeiro motor, aplicando-o no modelo Type 15. Nesse mesmo ano, Armand Peugeot separou-se da firma familiar, construindo uma nova fábrica.

406 Coupe


Durante a 1ª Guerra Mundial, a Peugeot voltou a sua produção para o armamento e veículos militares. Com o final da guerra, a Peugeot separou-se em duas divisões: divisão de motociclos e bicicletas e a divisão automóvel, começando a apostar fortemente nesta.

Em 1929 a Peugeot lançou o modelo 201, este foi o primeiro Peugeot a ser produzido em massa com suspensão frontal independente, sendo também o primeiro automóvel a utilizar a numeração com três dígitos. A Peugeot patenteou todos os números de 101 a 909, motivo pelo qual a Porsche foi forçada a alterar o nome do 901 coupé para 911, em 1963.

406 CC


Com a chegada da grande depressão as vendas da Peugeot diminuíram drasticamente, mas mesmo a assim a Peugeot sobreviveu. Em 1933, para surpreender introduziu um novo estilo, um automóvel com hardtop rebatível, sendo esta ideia utilizada mais tarde em outras marcas automóveis e também no Peugeot 206 cc.

4002 Concept


Durante a II Guerra Mundial a Peugeot lançou os modelos 202, 302 e 402, modelos que apresentavam linhas mais arredondadas. Mas estes modelos não foram produzidos durante muito tempo, pois as fábricas da Peugeot foram fortemente bombardeadas. Em 1948, recorrendo às linhas de Pininfarina, a Peugeot voltou à produção, lançando o Peugeot 203.

107


Em 1958 a Peugeot aventurou-se no mercado Norte-americano. Devido a um acordo proporcionado pelo governo francês, a Peugeot adquiriu a Citroën em 1975, dando origem ao grupo PSA (Peugeot Société Anonyme) cujo objectivo era manter a identidade de ambas as marcas, partilhando apenas os mesmos recursos técnicos. Nesse mesmo ano a Peugeot vendeu a Maserati à DeTomaso, que estava em poder da Citroën.

4007 Concept


Em 1978, a Peugeot aproveitando-se da crise financeira que a Chrysler atravessava, adquiriu a sua divisão europeia. Mas este investimento mostrou-se um fracasso, resultando em perdas financeiras entre 1980 e 1985.

Hoggar


Em 1983 foi lançado o Peugeot 205, modelo ao qual se deve em grande parte a viragem nas vendas da Peugeot. Este modelo mostrou-se uma viragem na filosofia da Peugeot, sendo que esta era considerada até então a mais conservativa das três marcas francesas. Desde então a Peugeot foi aumentando o seu volume de vendas, estabelecendo-se no mercado como uma das principais marcas automóveis.

308 GTi


O crescimento da marca também marcou uma evolução na sua engenharia. A Peugeot dominou o Campeonato Mundial de Rali de 2000 a 2002 com seus 206 WRC, e venceu a tradicional prova das 24 horas Le Mans, em 2009, com o 908 HDi FAP movido a diesel, que acabou com a supremacia da Audi - que havia vencido as últimas cinco edições da corrida.

iOn

BMW confirma Série 5 no Brasil


Com certo atraso em relação à Mercedes-Benz Classe E e ao Audi A6, a nova BMW Série 5 chega ao Brasil até o final do mês, segundo a concessionária Eurobike. A versão comercializada por aqui é a 535i, equipada com motor 3 litros biturbo de seis cilindros em linha, acoplado a um câmbio automático de oito velocidades. São 306 cv de potência e 40,7 kgfm de torque, capazes de levar o sedã aos 100 km/h em 6 segundos. Preço: R$ 290 000 – contra R$ 272 700 do A6 e R$ 292 000 da Classe E.


Outra variante da Série 5 com passaporte carimbado para o Brasil é a GT, que rivalizará com Mercedes-Benz CLS. Seu motor é o mesmo que impulsiona o X5: um 4.4 litros V8, de 407 cv e 61,1 kgfm de torque. Com chegada prevista para o segundo semestre, o Série 5 GT custará R$ 310 000 – R$ 9 300 mais em conta que a CLS 350. A Série 5 Gran Turismo é a última criação do polêmico e inovador Chris Bangle, enquanto a nova Série 5 marca o início dos traços de Adrian van Hooydonk, seu substituto à frente do design da BMW.

Fonte: Fast Driver

SsangYong ressuscita o Korando


A SsangYong é uma montadora que está, como diz o jargão futebolístico, na marca do pênalti. Depois de quase falir e ser socorrida pelos chineses, a marca pretende se recuperar com um modelo voltado para um dos mercados mais concorridos atualmente, o de crossovers médios, onde atua o conterrâneo Tucson.

Para isso, a empresa desenvolve o C200, um crossover de linhas limpas se comparado ao design estranho de outros veículos seus. No entanto, a marca decidiu mostrar mais um conceito no Salão de Busan, na Coreia, esta semana, o novo Korando, que usa o nome do antigo e pouco atraente utilitário esportivo vendido por ela até no Brasil.

O modelo é praticamente o C200, mas com novo para-choque e algumas mudanças no interior. Ou seja, em vez de revelar a versão definitiva do seu modelo mais barato, a SsangYong continua a prometer novidades.

Resta saber se a prometida estréia do modelo no Salão do Automóvel, anunciada pelo presidente mundial da marca em visita recente ao Brasil, acontecerá de fato.

Fonte: Fast Driver