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sábado, 6 de março de 2010

Velozes e Furiosos 5 será no Brasil


O astro da série Velozes e Furiosos confirmou: o quinto filme será rodado no Brasil. Diesel atualizou seu perfil na página de relacionamentos Facebook com algumas informações a respeito do projeto, e adiantou que a equipe de produção do longa já está a caminho do Brasil para procurar locações e pesquisar quais carros deverão ganhar destaque na história.

“Tive uma reunião hoje com Justin Lin [diretor] a respeito da saga Velozes... algumas idéias ousadas mas fascinantes para cenas de ação e relacionamentos, antigos e novos”, escreveu o protagonista, encerrando: “O time está a caminho do Brasil esta noite para pesquisar e ver qual seleção de carros existe por lá”.

As filmagens do Velozes e Furiosos 5 começam no fim do ano, e o lançamento está previsto para o primeiro semestre de 2011. Além de Diesel, Paul Walker também está confimado na sequência. A história deverá contar mais sobre a vida de Dom e Brian enquanto eles são fugitivos da polícia.

Fonte: Auto Esporte

F1 : Hispania Racing mostra carro de Senna


A equipe Hispania Racing apresenta seu carro para temporada 2010 da Fórmula 1. O público só poderá ver a performance do modelo na abertura do campeonato, em Bahrain, que começa no próximo dia 14. O carro já estava pronto, mas os problemas financeiros da escuderia impediram que ele fosse revelado antes.

O modelo, produzido pela fabricante italiana Dallara,pintado de cinza, vermelho e branco vem com os patrocínios da Bridgestone e da Embratel. A expectativa é que Jose Ramon Carabante, que assumiu o controle total da equipe, sustente-a até que mais recursos cheguem.

Horas antes da apresentação do carro, a Hispania anunciou o piloto indiano Karun Chandhok como companheiro de Bruno Senna nesta temporada. Jose Maria Lopez e Pastor Maldonado formarão a equipe de testes.

Fonte: Auto Esporte

quinta-feira, 4 de março de 2010

Alfa Romeo aposta no 2uettottanta


O nome é irreverente e o design idem. Trata-se do Alfa Romeo 2uettottanta, conceito de conversível compacto da marca italiana que tem design assinado pelo famoso estúdio Pininfarina, autor de carros de marcas como Ferrari, Fiat e Peugeot. O modelo é inspirado no Duetto, modelo da marca que entrou em produção em 1966.

Na frente, a enorme grade tradicional da marca começa abaixo do capô e só termina depois do para-choque, que é dividido ao meio. Os pequenos faróis dividem espaço com passagens de ar, que refrigeram o sistema de freios dianteiro. Atrás, as lanternas também são curtas e há duas grandes elevações atrás dos bancos, como nos modelos antigos.


Sob o capô, o conversível traz um motor 1.8, capaz de produzir 118 cv. Dentro, os ocupantes curtem bancos esportivos, revestidos de couro com design bastante esportivo. O painel de cor predominantemente prata contrasta com os instrumentos, com acabamento cromado e design retro, assim como o volante e a manopla de câmbio. A montadora ainda não divulgou a data de chegada do modelo ao mercado.

Fonte: Auto Esporte

Novo Fiat Punvo Evo Abarth


A Fiat divulgou as primeiras imagens do Novo Punto Evo Abarth. A versão esportiva do hatch médio será apresentada ao público no Salão de Genebra, no começo de março. Além do visual mais apimentado, o Punto Evo Abarth também ganha melhorias em seu motor 1.4 Turbo que o deixaram mais potente.


Especialmente para o Punto Evo, a Abarth trabalhou no novo propulsor 1.4 Turbo com tecnologia MultiAir que resultou no aumento da potência para 165 cv. Além disso, o torque também subiu de 23,4 kgfm a 3.000 rpm para 25,5 kgfm a 2.250 rpm. Agora, o hatch precisa de 7,9 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h, ante os 8,2 segundos da versão anterior, enquanto o consumo informado passa a ser de 16 km/litro.


No visual, Punto Evo Abarth ganhou um novo para-choque com tomadas de ar extremidades laterais, grade dianteira com acabamento em forma de colméia, faróis com máscara negra, spoilers frontais e laterais além de novas rodas. Na traseira, o para-choque extratores nas laterais e um novo difusor central com as luzes de neblina e ré ao centro e saída de escape dupla no lado esquerdo.

Fonte: CarPlace

Oficina: Gasolina X Etanol


A Gasolina:

A gasolina não é uma substância pura: É uma mistura de centenas de hidrocarbonetos que têm entre 3 a 12 carbonos, proveniente de uma faixa da destilação do petróleo. Há componentes mais leves e mais pesados na gasolina. Conforme o tempo passa, os mais leves se evaporam, deixando apenas os mais pesados. Por isso se diz que a gasolina "ficou velha" ou "estragou". Em aproximadamente 2 meses, a gasolina muda sua composição por causa da evaporação dos componentes leves, sobrando os mais pesados, que costumam ter octanagem menor. Por isto é que a gasolina velha pode causar "batidas de pino" no motor. Normalmente, quanto maior o número de carbonos na cadeia (mais pesada a molécula), menor é a octanagem: Por isto o querosene e outros solventes, se misturados à gasolina, fazem o motor "bater pino". Estes componentes mais pesados também têm uma vaporização mais difícil. Quando expostos ao calor em estado líquido, vão se degradando e formam a conhecida "borra" de gasolina. A gasolina vendida no Brasil tem, por lei, 22% de álcool etílico em volume na sua composição, para reduzir a emissão de poluentes. Outra coisa que não se fala (não sei por que...) é que a gasolina, por conter hidrocarbonetos aromáticos (como o benzeno) na sua composição, é cancerígena, especialmente se inalada em excesso. Com certeza não há estudos sobre isto (não "interessa" que haja...), mas a incidência de câncer entre os frentistas, que trabalham expostos aos vapores da gasolina, provavelmente é muito mais alta do que no resto da população.


O Etanol:

O etanol, ao contrário da gasolina, é uma substância pura, embora seja encontrado nos postos como sendo uma mistura de 95% de etanol e 5% de água, em volume. É uma molécula cuja fórmula é C2H5OH. Por ter oxigênio na composição, a molécula ganha uma polaridade que faz com que o etanol seja líquido à temperatura ambiente (o etano, C2H6 é um gás) pela maior coesão entre as moléculas. É um combustível que não deixa borras, sendo bem mais "limpo" que a gasolina, ao contrário do que se pensava nos primeiros anos do Proálcool. Tem a desvantagem de ser mais corrosivo no estado líquido que a gasolina, o que demanda um tratamento anticorrosivo nos metais que têm contato com o etanol em sua fase líquida, normalmente através de um revestimento com um metal que não reaja com ele, como o níquel, usado para revestir o Zamak dos carburadores.


As diferenças entre os combustíveis:

■ Poder calorífico (capacidade de gerar energia)

O etanol, por conter oxigênio na molécula, tem um poder calorífico menor que o da gasolina, uma vez que o oxigênio (34,7% do peso molecular do etanol é oxigênio) aumenta o peso molecular, mas não produz energia. Isto explica a menor km/l de um motor a etanol em relação ao mesmo motor a gasolina. O etanol (95%) produz a energia de 20,05 MJ/litro, enquanto a nossa alcoosolina (22% de etanol) produz 27,57 MJ/l. Por aí já se vê que a 1 litro de gasolina produz 37,5% mais energia do que 1 litro de etanol: Daí, em um motor com o mesmo rendimento térmico, um motor a gasolina que fizesse 10 km/l iria fazer 7,27 km/l de etanol.

■ Proporção estequiométrica:

O etanol tem proporção estequiométrica de 8,4:1 (8,4 partes de ar para cada parte de álcool) em massa, enquanto a gasolina tem 13,5:1. Para a mesma massa de ar, é utilizado 60% a mais de massa de etanol. Em volume, é necessário mais 43% de etanol do que de gasolina. Por isto, bicos para etanol tem que ter uma vazão em torno de 50% maior do que bicos para gasolina. Uma coisa interessante que decorre disto é a seguinte: Apesar de a gasolina fornecer mais 37,5% de energia, o fato de ser necessário 43% a mais de etanol para a mistura faz com que um motor ganhe em torno de 5% de torque e potência só de passar a queimar etanol.


■ Octanagem:

O etanol tem um maior poder antidetonante do que a gasolina. Enquanto a gasolina comum tem 85 octanas, o etanol tem o equivalente a 110 octanas. Isto significa que ele consegue suportar maior compressão sem explodir espontaneamente. Isto faz com que um motor a etanol possa ter uma taxa de compressão maior do que um motor a gasolina. Enquanto as taxas para gasolina variam entre 9 e 10,5:1, as taxas para etanol ficam entre 12 e 13,5:1. Como o rendimento térmico de um motor (rendimento térmico é quantos % da energia do combustível é transformada em movimento pelo motor) aumenta conforme aumenta sua taxa de compressão, os motores a etanol tendem a ter um rendimento térmico maior do que um motor a gasolina, compensando parte do menor poder calorífico. Assim, nosso motor não faria apenas 7,27 km/l, faria algo entre 7,5 e 8 km/l, devido ao melhor aproveitamento da energia do combustível. A velocidade da chama do etanol é menor, demandando maiores avanços de ignição.


■ Calor de vaporização:

O etanol tem um calor de vaporização de 0,744 MJ/l, enquanto a gasolina tem 0,325MJ/l. Isto quer dizer que o etanol necessita de mais do que o dobro de energia para se vaporizar. Esta vaporização acontece dentro do coletor de admissão, nos carros carburados e com injeção monoponto. A energia para vaporizar é conseguida através do calor do motor, que também aquece o coletor. Porém, ao se vaporizar, o combustível diminui a temperatura do coletor, pois está "roubando" energia. Não é difícil concluir que o etanol "rouba" mais que o dobro de energia, diminuindo muito mais a temperatura do coletor. Se a temperatura cair muito, o combustível não se vaporiza mais e caminha em estado líquido pelo coletor, causando uma súbita falta de combustível na mistura, fazendo o motor falhar. Para evitar isto, faz-se passar água do radiador pelo coletor de admissão, para aquecê-lo. Este aquecimento é muito mais necessário em um motor a etanol, pela sua maior demanda de energia para vaporizar-se.


■ Ponto de fulgor:

Uma explosão é uma reação em cadeia. Quando uma molécula de combustível reage com o oxigênio presente no ar, ela gera energia, que faz com que a molécula vizinha também reaja e por aí vai. O ponto de fulgor é a temperatura a partir da qual pode haver uma quantidade suficiente de combustível vaporizado a ponto de gerar uma reação em cadeia. Bem, o ponto de fulgor do etanol é 13ºC. Isto significa que não é possível haver combustão do etanol abaixo desta temperatura. Isto explica por que
é necessário usar gasolina para a partida a frio em motores a etanol em temperaturas baixas. O ponto de fulgor da gasolina pura é de aproximadamente -40ºC.

Estas 2 propriedades acima decorrem do oxigênio presente na molécula do etanol, que a polariza. Isto faz com que a força de coesão entre as moléculas seja maior do que as da gasolina, que se mantém líquida pelo maior peso de suas moléculas, apolares em sua grande maioria. A menor atração molecular da gasolina é que faz com que esta tenha menores calor de vaporização e ponto de fulgor.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Ford mostra Edge 2011 em Chicago


A Ford repete a ( belíssima) reestilização aplicada no Fusion e dá ao Edge um visual mais esportivo – e menos sisudo também. A nova geração do utilitário estreia no Chicago Auto Show, nos EUA, no próximo dia 12.


O Edge 2011, que manteve as características visuais do antigo modelo, porém renovadas, também amplia sua gama de motores. A principal novidade é o EcoBoost, um propulsor de 2 litros movido a gasolina. A Ford não divulgou seus números de potência e torque, mas garante que seu desempenho será semelhante ao de um bloco V6, mas com economia de 15% no consumo de combustível. O 3.5 litros V6 que o Edge usa hoje foi retrabalhado, e agora alcança 285 cv – um ganho de 20 cv. No topo, está o Edge Sport, que traz motor 3.7 litros V6, de 305 cv. O câmbio oferecido em todos os modelos é um automático de seis velocidades, sendo que no Edge ele tem a opção de trocas manuais.


Além do visual renovado e dos avanços mecânicos, o Edge 2011 teve seu interior melhorado. Segundo a Ford, há novos materiais, mais refinados e agradáveis ao toque. O painel tem novo desenho, garantindo melhor ergonomia. Por fim, o isolamento acústico do modelo evoluiu, com a instalação de recursos que isolam melhor os ruídos externos. Destaque para o MyFord Touch, um sistema de entretenimento mais moderno e diversificado que o atual Sync.


Importado para o Brasil desde outubro de 2008, o Edge deverá mudar aqui assim que os estoques do atual modelo se esgotarem. Fica a expectativa pela importação da versão com motor Ecoboost que pode se beneficiar de um IPI mais baixo.

Fonte: Fast Driver

Como Seria: Opala Diplomata !!


Se depender do designer Eduardo Oliveira, famoso por “ressuscitar” projetos famosos das montadoras brasileiras, o Chevrolet Malibu nem virá ao Brasil. Nesta faixa de preço, entraria o Opala Diplomata, uma evolução do modelo que deixou de ser produzido em 1992, mostrada em seu blog pessoal, o Irmão do Décio. “Ele estaria em uma faixa acima do Vectra, para concorrer com Fusion, Jetta e Azera”, explica o designer.

Eduardo ainda lembra que fez outras releituras do Opala, mas esta é a mais focada no mercado brasileiro. “Este Diplomata está mais próximo da nossa realidade, pois segue, inclusive, o padrão de design da Chevrolet, como a grade frontal”, conta. Na traseira, a lanterna ainda é horizontal, como no “velho Opala”, como Eduardo prefere chama-lo. Ele ainda faz questão de ressaltar a falsa entrada de ar na coluna C, marca registrada do sedã.


Sob o capô, Eduardo optaria pelo motor 3.6 V6 do Captiva, com 261 cv de potência, na versão Diplomata, top de linha, deixando o motor 4 cilindros para os modelos de entrada. “O motor Ecotec com tecnologia híbrida do Malibu também cairia bem para uma versão mais ecologicamente correta”, finaliza o designer.


O Diplomata chegou ao mercado nacional em 1979, como versão topo de linha do Opala, e acompanhou todas as reestilizações do sedã. A última aconteceu em 1991, quando o modelo ganhou pára-choques envolventes e novas rodas de 15”. Sob o capô, trazia um motor 6 cilindros de 121 cv de potência e 29 kgfm de torque. Em 1992, o modelo deixou de ser fabricado, para a chegada do Omega no ano seguinte.

Fonte: Auto Esporte

BMW X1 chega ao Brasil por R$ 174 900


Não se pode culpar a BMW por não inovar em seus produtos. Pelo contrário. Os alemães estão numa fase de criar novos segmentos que até nos assusta. Foi assim com o X6, o cupê off-road que causou estranheza quando foi revelado, e mais recentemente com o Série 5 Gran Turismo, uma mistura de perua, off-road e cupê que deve chegar ao Brasil em breve.


Perto deles o X1 até é mais assimilável. Mesmo assim não acredite que se trata de mais um utilitário esportivo, parente do X5 e do X3. Não, o X1 é, na realidade, um hatch musculoso, com cara de off-road, mas de caráter urbano mesmo.


O modelo é baixo para os padrões – apenas 1,54 m de altura – e traz, na prática, apenas tração integral como elemento todo-terreno. De resto, seu negócio é andar nas ruas e estradas mesmo. Sua carroceria é longa e com balanços imensos tanto atrás quanto na frente. Lembra um pouco uma perua, mas sua capacidade não chega a ser tão grande.

Embora pareça estar na mesma linha do Série 1, o X1 está mais perto do Série 3. O entre eixos, por exemplo, é o mesmo do sedã: 2,76 m. E o preço também não é dos mais baixos. A versão que será vendida inicialmente no Brasil é a xDrive28i, com tração integral e motor de 6 cilindros em linha com 258 cv. O valor é de R$ 174 900 para a linha 2010 – a BMW já avisou que em junho teremos a linha 2011 com preço mais salgado de R$ 198 mil graças ao sistema de GPS integrado e outros detalhes não revelados.

Fonte: Fast Driver

Camaro será vendido no Brasil


O presidente de operações internacionais da GM, Tim Lee, acaba de anunciar, em um bate-papo com jornalistas brasileiros, que o Chevrolet Camaro será lançado no Brasil na virada do ano, logo após ser apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro. A inconfidência pegou de surpresa até mesmo os executivos brasileiros da GM presentes no evento.

Segundo Lee, caberá à GM do Brasil avaliar o mercado nacional para ver se vale mais a pena trazer o cupê duas portas com motor V6 de 304 cv ou o impressionante V8 de 428 cv. De qualquer forma, os fãs de esportivos americanos terão um ícone à disposição em lojas selecionadas da rede Chevrolet, com toda a garantia de fábrica e de reposição de peças, e provavelmente com preços menores do que os praticados por importadores independentes. Ao lado do Corvette, o Camaro é um dos muscle-cars mais importantes na história da GM.

Fonte: Auto Esporte

Citroën C3 Solaris custa R$ 48.310


A Citroën não promoveu mudanças na linha 2011 do C3, mas desenvolveu duas estratégias para valorizar seu hatch e aumentar as vendas: uma série especial limitada e um pacote promocional. Para quem procura uma boa relação custo-benefício, a ação mais interessante é a promoção Pack Star, que inclui equipamentos em todas as versões, com preços a partir de R$ 37.990. Já para quem quer uma versão completa, com teto-solar, a opção é a série Solaris, limitada a 1.400 unidades e cotada a R$ 48.310.

O C3 Solaris traz teto solar forneceido pela Webasto, com acionamento elétrico, cortina corrediça integrada, defletor, função anti-esmagamento e vidro com proteção contra raios ultravioleta. A série vem com motor 1.6 16V Flex e pacote de equipamentos completo, com itens como direção elétrica, câmbio automático, ar-condicionado digital, duplo airbag, freios ABS, sensores de faróis e de limpadores de para-brisa, etc. A marca acredita que as 1.400 unidades serão vendidas em menos de cinco meses, e pode produzir mais unidades, se a aceitação for muito grande.

Já a promoção Pack Star, disponível para todas as versões do modelo, oferece sem custo adicional rodas de liga leve aro 15, CD player com comandos atrás do volante e computador de bordo no painel. Sem custo adicional. A promoção vai durar até o fim de maio.

Fonte: Auto Esporte