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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Renault mostra Wind na Europa


Lembra-se do Renault Twingo? O visual dividia opniões, mas o modelo até que atingiu um razoável número de vendas durante os anos 90, quando foi comercializado no Brasil. Na Europa, porém, ele perdura até hoje, com visual renovado e até uma versão conversível, chamada Wind e apresentada oficialmente na manhã desta terça-feira (2).

Embora a Renault tente diferenciar um modelo do outro, as linhas do conversível e a plataforma denunciam a identificação com o Twingo. Como a apresentação oficial acontecerá no Salão de Genebra, em março, poucos dados foram revelados.


O sistema da capota, por exemplo, se assemelha ao da Ferrari 575 e desce em apenas 12 segundos. Quanto a gama de motores, aguarda-se, ao menos, três opções. O mais interessante é um propulsor 1.6 a gasolina, capaz de render 130 cv. Há ainda uma versão diesel de 80 cv e um outro a gasolina de 100 cv.

Fonte: Auto Esporte

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Off Road: Vocabulário 4x4 !


Os utilitários esportivos são carros desejados por muita gente. Também é um segmento em crescimento constante no país, mas diversos proprietários de veículos com tração nas quatro rodas nem imaginam os recursos disponíveis em seus 4X4. A finalidade da tração integral é aumentar a capacidade de tração do veículo em condições de piso com baixa aderência, como a lama, por exemplo. Para não ficar por fora do assunto elaboramos um guia com o sentido de algumas das expressões mais utilizadas para esse segmento de veículos.

4WD
Vem do termo em inglês ‘Four Wheel Drive’, que indica os carros equipados com tração nas quatro rodas.

Active Trac
É a determinação utilizada em alguns modelos da marca Mitsubishi para o sistema de tração 4x4.

Altura
É a medida do veículo em relação ao solo. Serve para o condutor saber o tipo de obstáculos que o carro pode transpor. Quanto maior a altura do chão, maior será o desempenho fora de estrada.

Ângulo de Ataque
É a medida que determina a capacidade do veículo para enfrentar um obstáculo, como um barranco, por exemplo, sem tocar algo na dianteira, seja a suspensão ou mesmo o para-choque.

Ângulo de Saída
É a medida no momento de sair do obstáculo. Nesse caso a medida determina a capacidade de transpor obstáculos sem tocar o chassi ou o para-choque traseiro.


Caixa de Transferência
A caixa de transferências repassa a tração da transmissão para os eixos cardã frontais e traseiros que repassam os movimentos para os eixos. Também tem duas relações de marchas que servem para todas as marchas do câmbio. Um câmbio automático de quatro velocidades oferece, por exemplo, oito marchas para frente e duas relações de marchas para trás com uma caixa de transferência. A primeira relação é normal, como um carro de rua. Já a segunda também é conhecida por reduzida e é indicada para condições off-road. A diferença é basicamente o aumento de torque nas rodas.

Cardã
Um veículo 4X4 conta com dois eixos cardã, sendo um para a dianteira e outro para traseira. Trata-se de um pequeno eixo que transfere a rotação do câmbio – proveniente do motor - para o eixo onde estão as rodas.

Eixo Rígido
Trata-se de um tipo de suspensão em que as rodas estão em um eixo fixo. Geralmente equipa jipes (quatro rodas) e picapes nas rodas traseiras. É um modelo de suspensão mais antigo e em razão disso é mais robusto, porém limita o desempenho fora de estrada, uma vez que a movimentação do eixo encontra limites.

Facão
É a marca por onde passam as rodas na estrada de terra, geralmente quando as marcas estão profundas e forma-se um calombo no meio da estradinha.

Inclinação Lateral
Essa medida indica a capacidade de o veículo percorrer um trecho inclinado sem tombar. O número obtido é a capacidade máxima, ou seja, se ultrapassar esse ângulo o carro perde o contato com o solo.


Peso em Ordem de Marcha
É o peso de um automóvel usado como referência na indústria automotiva. Para chegar a essa medida, a situação é obtida quando se coloca o carro pronto para iniciar uma viagem, com o tanque de combustível cheio e o nível de todos os líquidos no ponto máximo. Além disso, deve estar posicionados corretamente o estepe com a calibragem certa, macaco e ferramentas originais que acompanham o veículo, como por exemplo, a chave de rodas.

Profundidade Máxima
Indica a capacidade do automóvel para enfrentar travessias de trechos alagados sem que as partes vitais do motor e da parte elétrica sejam atingidas.

Rampa Máxima
É a capacidade do veículo em enfrentar uma rampa, sem que o motor titubeie ou sem virar para trás.

Quadra-Trac
Trata-se de uma caixa de transferência com um diferencial central de acoplamento viscoso, em que o torque do motor é transmitido para o eixo dianteiro somente se existir uma grande diferença de velocidade entre os eixos dianteiro e traseiro. Esse diferencial central pode ser bloqueado ao se aplicar a reduzida.


Roda Livre
É um sistema que destrava as rodas dianteiras do sistema 4X4. Sem o contato com a transmissão é possível reduzir o desgaste das peças, além de otimizar o consumo de combustível. Pode ser automático ou manual. Esse último é preciso virar uma chave no cubo de roda para que a tração funcione corretamente.

Select Traction
Trata-se de um sistema de bloqueio das rodas. Se uma roda gira em falso a força de tração vai para a roda em contato com o solo.

Snorkel
Tem a mesma finalidade que o equipamento de mergulho. Serve como uma tomada de ar elevada para que o veículo possa transpor alagamentos e rios mais profundos.


Suspensão Independente
É a suspensão mais evoluída. Diferentemente do eixo rígido, na suspensão independente cada roda tem seu próprio curso, porém é um sistema mais frágil.

Tração Integral
É o tipo de tração em que o carro conta com tração nas quatro rodas permanentemente. Exemplos de veículos com esse sistema são o Subaru Impreza e o Land Rover Defender.

Tração Positiva
Também pode ser conhecido por positraction e identifica um mecanismo que pode bloquear parte da força na roda que patina. É uma forma de aplicar à roda a tração necessária e desse modo evitar que gire em falso.

GM estuda com cautela o lançamento o Spark no Brasil


Muitos já dão como certo o lançamento do Spark no Brasil, mas a GM ainda estuda com cautela a sua introdução no mercado nacional.

O compacto coreano seria muito bem vindo para combater concorrentes como Mille, Effa M100 e Chery QQ, modelos que teriam preço semelhante ao do Novo Chevrolet.

Mesmo assim, parece que nada está definido de fato e os esforços atuais são concentrados no Agile, modelo que está fazendo sucesso dentro da linha Chevrolet. Se a GM quiser pode lançar o Spark nacional já no ano que vem.


Embora tenha design moderno e aparente boa relação custo benefício, o Spark só existe na versão hatch e seria mais um produto na linha GM, onde os projetos Ônix e Viva tomam conta da maioria dos futuros produtos nacionais.

Se vier ao mercado nacional, poderá ter um motor 1.0 Flexpower ou um 1.4 EconoFlex, sendo provável também a introdução do novo motor 1.2 que será feito em Joinville, tamanho semelhante ao usado pelo modelo no exterior.

Ônix

Sabemos que o projeto Ônix dará origem a dois carros compactos inicialmente, sendo um hatch e um sedã, modelos que colocarão um fim ao Celta e Prisma. Nessa lógica, tal projeto não contemplaria o Spark, já que é um modelo diferente da proposta do Celta.

Assim, em tempos de redução de custos, pode ser esse o motivo da cautela da GM em dar o ponta pé inicial no projeto do Spark nacional.

O modelo já foi exposto na Argentina como M300 para não confundir o público local, mas sabemos que o Spark já é vendido tanto lá como no Uruguai. Então, não seria novidade a nova geração chegar através de importação para estes mercados.

Vamos ver o que a GM decide. Ter um novo produto moderno no mercado ou apostar em mais um compacto feito exclusivamente para o país.

Fonte: Notícias Automotivas e AutoPress

Vem aí o novo Grand Vitara


Até mesmo um dos mais tradicionais utilitários esportivos do mercado, o Grand Vitara, ficará mais urbano a partir da próxima geração. Segundo se comenta na Europa, o modelo estará presente no Salão de Genebra sem o estepe instalado no seu exterior e com características ligadas ao conforto.

A Suzuki voltará a oferecê-lo com três portas, além das cinco portas, como é feito hoje, mas há quem diga que o modelo passará a ser um crossover, ou seja, perderá a carroceria unida a um chassi para aderir ao monobloco.

Além do Vitara, a Suzuki mostra o sedã Kizashi e o compacto Swift em versão híbrida plug-in.

Fonte: Fast Driver

Alfa Romeo empresta MiTo para Maserati



Os clientes da Maserati que eventualmente ficarem desfalcados de seus veículos poderão experimentar um Alfa Romeo MiTo enquanto seus carros passarem por uma manutenção ou algo semelhante. Serão cem unidades do esportivo emprestadas à Maserati, que escolheu o modelo da marca conterrânea (as suas fazem parte do Grupo Fiat) para lhe servir como viatura de cortesia na sua rede de assistência na Europa.

Pintado na exclusiva cor Blu Oceano, o MiTo for Maserati é equipado com exclusivas rodas aro 18, novo conjunto aerodinâmico (que inclui para-choque dianteiro com entradas de ar mais salientes), faróis bixenôn e motor 1.4 litro MultAir, de 170cv. Internamente, chamam atenção o revestimento em couro Frau e inscrições do nome da série no console central e nas soleiras das portas. Para garantir o mesmo nível de conforto de um Maserati, o MiTo ainda conta com ar-condicionado bizona, volante multifuncional, GPS com todo o mapa europeu e sistema multimídia Blue&Me.

Fonte: Fast Driver

Eis a nova linha 2011 do EcoSport


Quase sem novidades, o EcoSport 2011 começa a ser vendido nas próximas semanas. O utilitário esportivo da Ford passou por uma pequena reestilização visual. Na dianteira, o destaque fica por conta do nome do carro estampado no capô, ao melhor estilo Land Rover Freelander. A grande, por sua vez, tem novo desenho e será na cor cinza para as versões Freestyle e 4WD.

Os faróis receberam máscara cinza nessas duas versões mais equipadas, enquanto o modelo básico será mais simples. Novas rodas também estão inclusas no pacote, com desenho e acabamento diferenciado. Por dentro, a principal novidade fica por conta do novo grafismo no painel de instrumentos.

Fonte: Auto Esporte

domingo, 31 de janeiro de 2010

História: Volkswagen Fusca !!


Para alguns um projeto arcaico, para outros um projeto eterno, feito pra durar; o Fusca, feito a principio à pedido de Hitler a Ferdinand Porsche, o velho "beetle" foi nomeado Volkswagen, que como todos sabem, provem do idioma alemão e seu significado é "Carro do Povo". Depois foi nomeado "Volkswagen Sedan", e partindo de um apelido nascido no Brasil, acabou sendo nomeado oficialmente aqui no Brasil como "FUSCA".

Tentaremos relatar aqui um pouco da história do FUSCA, embora não ter vivido brilhante época, época que fez do Fusca um candidato ao carro do século.
Inicio da década de 30. Ferdinand Porsche desenvolveu um projeto na sua própria garagem, em Stuttgard, Alemanha.


O primeiro projeto do Fusca, era equipado com um motor dois cilindros, refrigerado a ar, que tinha um rendimento absurdamente péssimo.
Criaram o motor quatro cilindros, opostos dois a dois , chamado de Boxter,também refrigerado a ar, com suspensão independente dianteira, que funcionavam através de barras de torção.

Foi um projeto ousadamente revolucionário, pois até então os carros da época eram feitos com motores refrigerados a água e suspensão que em sua maioria usavam feixe de molas (tipo suspensão de caminhões) ou molas helicoidais.


Lançado oficialmente em 1.935, pelo então projetista Ferdinand Porsche, o Volkswagen podia ser comprado por quase todos, ao preço de 990 marcos, e era equipado com motor refrigerado a ar, sistema elétrico de seis volts, câmbio seco de quatro marchas, que até então só se fabricavam carros com caixa de câmbio inferiores a 3 marchas.

Daí, as evoluções foram constantes.
Sistema de freios a tambor, caixa de direção tipo "rosca sem fim", evoluções estéticas como quebra vento, lado abertura da porta (no início a porta abria do lado oposto), saída única de escapamento, estribo, entre outras.

Em 1936, já reformulado, com bastante semelhanças com o Fusca de hoje, o Volkswagen era equipado com duas pequenas janelas traseiras, em 1.937 existiam 30 outros modelos sendo testados na Alemanha. E a partir de 1.938, iniciou-se a construção, em Hanover de uma fábrica a qual o Volkswagen seria construído na forma de fabricação em série.


Em 1.939, devido ao início da segunda guerra mundial, o Volkswagen acabou virando veículo militar. Derivados do fusca, como jipes e até um modelo anfíbio (Shwinwagen, atualmente existem 3 no mundo, e um no Brasil). A mecânica também haveria mudado. Virabrequim, pistões, válvulas , o motor de 995 cc.e 19cv passou a ser de 1.131 cc. e 26 cv. Mais de 70 mil unidades militares foram produzidas.

Término da segunda guerra mundial, a fábrica que estava sendo construída em Hanover, estava quase que inteiramente destruída.


Seus projetistas, ninguém sabia por onde andavam, e de suas versões militares ninguém mais precisara, por pouco não foi o fim do Volkswagen.
Até um major inglês redescobrir o Volkswagen. Ivan Hirst, resolveu "adotar" o velho Volkswagen, entre os escombros da antiga fábrica, a versão original do VW passou a ser reaproveitada.

Retomada sua fabricação, o Volkswagen passou a ser utilizado em serviços de primeira necessidade, escassos naquela época, como correio, atendimento médico, etc.

Em 1.946, portanto um ano depois, já existia 10 mil volkswagens sedans em circulação.

Em 1.948 existiam 25 mil, sendo 4.400 para exportação. Em 1.949 o Fusca já teria seu próprio mercado nos EUA.


Basicamente o fusca até então era um projeto que havia dado certo, até meados de 1.956, quase nada havia mecanicamente mudado de seu projeto original.

Independente de seu projeto mecânico, a aparência do Fusca haveria mudado bastante.
Em 1.951, havia duas janelas repartidas na parte traseira, embora continuar sem os "quebra-ventos". Mas em 1.953, o fusca surgia com "quebra-ventos" nas janelas laterais, e a partir da segunda série deste ano a janela traseira se resumia a uma única, em formato oval. Neste mesmo ano o fusca começou a ser montado no Brasil.
Em 1.959 o Fusca começou a ser fabricado no Brasil.


Em 1.961 no segundo semestre, o sistema de sinaleiros (pisca-pisca) deixa de ser uma barra na coluna lateral central (também chamada de bananinha) para as lanternas traseiras, juntamente com as luzes de freio.

E assim as mudanças foram surgindo. O câmbio deixa de "seco" para ter as quatro marchas sincronizadas, o mesmo que existe até hoje. Em 1.967 o Fusca passa por uma importante mudança: ele ganha motor 1.300 cc ao invés do 1.200 cc que o equipava até então.


Os aros das rodas também receberam furos para melhor ventilação do sistema de freios. Já em 1968 foi provado que o sistema de 6 volts que o equipava não se mostrava eficiente, aí o Fusca ganhara um novo sistema elétrico 12 volts. E a caixa de direção passa a ser lubrificada com graxa.

Em 1.970 o Fusca sofreu uma grande transformação. Continuando com a versão 1.300 cc, surgiram a versão 1.500 cc (2º. semestre) essa com 52 cv (SAE) de potência.
Carinhosamente apelidado de "Fuscão". Para essa versão, o fusca também recebeu uma barra compensadora no eixo traseiro, para finalidade de maior estabilidade. Esteticamente o capô do motor ganhou aberturas para maior ventilação, novas lanternas, cintos de segurança. Como opcional o fusca tinha freios a disco na dianteira.


Mais mudanças vieram em 1.973. O novo sistema de carburação com carburadores recalibrados para menor consumo, e novo distribuidor vácuo-centrífugo deram mais ênfase ao carro que sem dúvida era um sucesso total.
Nunca vendeu tanto fusca no Brasil como no ano de 1.974.

O fusca teve uma produção de 239.393 unidades somente em 1974. Comparado a produção de 1969 que era de 126.319, foi um impressionante salto nas vendas. Tudo provava o absoluto sucesso do Fusca. E também nessa época que surgiu o Fusca com motorização 1.600-S que rendia 65 cv(SAE)com dupla carburação.


As mudanças mecânicas para esse ano eram o eixo dianteiro com bitola mais larga e a mudança estética foi o maior pára-brisa para as versões 1.300 e 1.500.

Em 1.975, a linha VW foi ampliada com a chegada do novo motor 1.300, versão 1.300-L e o modelo 1.600 passou a ter a alavanca de câmbio mais curta e filtro de ar do carburador de papel. Outras alterações também vieram, como painel e outras (estéticas).

Em 1.978 o bocal do tanque de combustível passou a ser do lado externo do carro, e não dentro do porta-malas como mostrava-se até então.

Em 1.979 (2º. semestre) as lanternas traseiras ganharam nova forma, e pelo seu grande tamanho, esta versão do fusca, a partir desse ano foi apelidado de "Fuscão Fafá". Após quatro anos sem mudanças, em 1983 o "Super-Fuscão" desaparece. Adotaram o nome oficial de "FUSCA". Com algumas poucas inovações como caixa de câmbio "Life-Time"(dispensa troca periódica de lubrificante), ignição eletrônica nos modelos a álcool, bomba de combustível com proteção anti-corrosiva, válvulas termopneumáticas nas entradas dos filtros de ar (com a função de controlar a temperatura do ar aspirado para finalidade de melhorar a queima da mistura).


Mais no ano seguinte, portanto em 1.984, muda tudo. A versão 1.300 do Fusca desaparece. Surge aí um novo 1.600. Com pistões, cilindros e cabeçotes redesenhados, além de novas câmaras de combustão, o novo motor rendia 46 cv a 4.000 RPM e torque máximo de 10,1 kgf/m a 2.000 RPM. Agora a medição foi feita no método DIN e não mais no SAE. Equipavam a versão também novos freios a disco na dianteira e barra estabilizadora traseira redesenhada para uma melhor performance aerodinâmica.

Mais foi no ano de 1.986 que (temporariamente) acaba-se a carreira do Fusca. Embora o México não parar de produzi-lo, no Brasil sua linha de montagem chegara ao fim. Até que em 1.993 por pedido do então presidente do Brasil, Itamar Franco, o Fusca volta novo de novo, como nesses seus 60 anos muito bem vividos.


Na segunda fase de 1.993, sem mudanças na carroceria nem no motor o fusca ganhou pára-choques na cor do veículo, canalizador com uma única saída de escape no pára-lamas esquerdo, estofamentos novos, volante novo e muitos outros detalhes de acabamento, inclusive detalhes opcionais.

Quando todos não acreditavam no sucesso do relançamento do Fusca, as vendas foram mais que animadoras. Chegou a produzir mais de 40 mil novos Fuscas. Até sua oficial parada de fabricação anunciada em Julho de 1.996 o fusca deixou mais fãs por seu rastro.


Para comemoração da sua última série de fabricação, foram fabricados os últimos 1.500 Fuscas carinhosamente dados numa versão "FUSCA SÉRIE OURO", onde os últimos 1.500 proprietários de fuscas "novos" tem seus nomes guardados em um "Livro de ouro da VW." Um Fusca Série Ouro é facilmente identificado, neste seu último modelo a VW super-equipou esteticamente a versão.

Com estofamentos do Pointer GTI, desembaçador traseiro, faróis de milha, painel com fundo branco, vidros verdes (75% transp.) esta foi a série de gala do querido carrinho. Mais uma vez nosso querido fusquinha cumpre seu papel, um sucesso de vendas e de mercado. Embora no México ainda foi fabricado até 30 de junho de 2.003.


Outra novidade foi o sucesso de seu relançamento oficial, montado em chassis do VW Golf e com seu novo nome já definido, o BEETLE volta as ruas, mostrando sua nova cara e dando continuidade a essa inigualável carreira que o "querido carrinho" fez por merecer.

E assim temos um exemplo de um projeto que alcançou o completo sucesso, e por trás dele um gênio imortal, um Mito: Ferdinad Porsche. Agradecemos por acompanharem mais uma Coluna História ! Até a Próxima !

Fonte: Fusca Clube

Programação da Semana

Seguro fica mais caro, devido as Chuvas


Devido aos grandes alagamentos na cidade de São Paulo e arredores, as seguradoras agora estão pagando cada vez mais para socorrer seus segurados.

O acionamento do seguro aumentou bastante na região este mês, pulando dos 400 em 2009 para 1.500. Esse aumento vai provocar uma subida nos preços dos seguros de quem mora nessas regiões.

Especialistas dizem que o caixa das seguradoras não vai comportar esse excesso de pagamentos e que o custo vai acabar caindo no colo dos consumidores.

Ainda não há estimativas de quanto irá subir os preços dos seguros, já que Janeiro ainda nem terminou e não há como medir o impacto disso no mercado, por enquanto.

Em Dezembro, o número de acionamentos do seguro aumentou 20% na capital e grande São Paulo. Além disso, grande parte dos consumidores optaram pelo seguro total do veículos, sendo este até 50% mais caro que o parcial.

Hoje em dia, 9 em cada 10 contratos de seguro contemplam danos provocados por alagamento. Então, o consumidor já pode se preparar para pagar mais pelo seguro de seu automóvel na maior metrópole do país.

Fonte: Notícias Automotivas

Guardando bem os carrinhos…


Para todo o colecionador que se preze, guardar bem seus carrinhos não basta. Além de mantê-los protegidos, é preciso poder mostrá-los aos amigos, se possível de uma maneira atraente.


Há quem colecione miniaturas, mas tem gente que prefere carros de verdade. Veja como alguns apaixonados guardam e expõem seus brinquedos nas fotos abaixo.

Fonte: AutoBoy