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domingo, 19 de julho de 2009

Audi apresenta o A5 Sportback


A história da Audi é daquelas que passamos horas falando, de tantos os detalhes, mas vale lembrar aqui sua origem. Há exatos 100 anos, o pioneiro August Horch fundava a montadora, porém, com seu sobrenome. Depois de idas e vindas, com a venda da empresa para terceiros, Horch quis criar uma nova companhia e, sem poder usar seu sobrenome, decidiu traduzi-lo para o latim, daí o Audi.


Hoje, quando completa seu centenário, a Horch, digo, a Audi mostrou seu novo modelo, o A5 Sportback, mais um adepto do estilo em moda atual, o cupê de quatro portas. Derivado do cupê tradicional A5, o Sportback é, para a marca, mais que isso: “é uma combinação de vários gêneros como a elegância do cupê, o conforto de um sedã e a praticidade de uma perua”, disse a montadora.


Mais baixo que o sedã A4 (3,6 cm), o novo A5 oferece quase o mesmo espaço no bagageiro que a perua A4 Avant – 480 litros. Só que leva quatro pessoas a bordo, como convém a um cupê. O espírito “perua” está personificado na tampa do porta-malas, que abre até o teto, como num notchback, uma variação do hatchback com traseira curta.


Estilo diferenciado

Aliás, o A5 Sportback é quase isso mesmo não fossem as quatro portas – sua traseira é bem reduzida, contrastando com a enorme frente. As novidades do A5 ficam no estilo já que motores, transmissões e equipamentos são idênticos os da linha A5 e A4. Por exemplo, os propulsores a gasolina são velhos conhecidos: o 2.0 TFSI com dois padrões de potência (180 e 221 cv) e o V6 3.0 FSI, com 265 cv. Mas a Audi antecipou que em 2010 surgirão novos motores para a gama.


O A5 Sportback será apresentado a um seleto grupo de convidados na festa dos 100 anos nesta quinta-feira em Inglostadt, cidade próxima a Munique onde fica a sede da Audi. O carro começa a chegar às concessionárias europeias em setembro a partir de 33 650 euros e deve desembarcar no Brasil no 2º semestre de 2010.

Fonte: Auto Esporte

Audi A1, produção em outubro !


Tentando ganhar espaço no segmento de veículos compactos, a Audi prepara sua fábrica em Bruxelas, na Bélgica, para receber a linha de montagem do modelo A1. O hatch será oficialmente apresentado pela marca no Salão de Frankfurt, em setembro, mas sua produção deverá iniciar já em outubro. No Brasil, sua chegada está agendada para o ano que vem.


O pequenino da marca alemã aposta em suas linhas com traços que favorecem a esportividade e virá ao mercado para rivalizar com o carismático MINI Cooper e o Alfa Romeo MiTo. Como a moda é investir nos motores menores, porém eficientes, o “audinho” será empurrado por um motor de 1,2 litro TSi de 102 cv de potência, compartilhado com o Seat Ibiza e o Volkswagen Polo. A montadora planeja vender 80 mil carros por ano.

Fonte: I Carros

sábado, 18 de julho de 2009

Especial: Larry Wood, criador de mini-carrões !


Se em alguns meses você encontrar uma versão Hot Wheels do Gol, do Celta ou do Palio nas prateleiras, não se espante. A clássica marca de miniaturas não mudou drasticamente as linhas de seus modelos. A inspiração certamente terá surgido da visita de Larry Wood ao Brasil, o segundo maior mercado no mundo em vendas para os carrinhos.

Designer dos pequenos bólidos há mais de 40 anos, Wood visita o país para participar de uma convenção que acontece neste final de semana, em São Paulo. Ele é o mais velho dos oito designers que atualmente desenham as linhas da marca, e o responsável por alguns de seus mais conhecidos modelos.


Confira parte da Entrevista com Larry Wood...

Você começou sua carreira na indústria automotiva?
Comecei na Ford. Tabalhei por lá durante a década de 60. Fazíamos Mustangs e carrões desse tipo. Eu era recém-formado, então não era “grande” o bastante para desenhar o projeto todo. Fazia basicamente a grade, as maçanetas, coisas do tipo. Isso não era mutio divertido. Então eu pedi demissão e mudei para a Califórnia.

Como surgiu a oportunidade de desenhar os Hot Wheels?
Foi em uma festa. Um amigo meu estava nessa lá, e seu filhos estavam brincando com os Hot Wheels, que tinham acabado de ser lançados. Ele trabalhava na Mattel e disse que procuravam por alguém para desenhá-los, porque o primeiro designer deles, Harry Bradley, havia saído. Perguntaram se eu estava interessado e eu disse, “claro, eu posso fazer isso por uns dois anos”. Já foram 40 anos desde então.

De onde você tira suas inspirações?
Eu sou um maluco por carros. Eu vou para exposições todos os finais de semana, construo carros. Tenho até um pouco de graxa sob as minhas unhas [mostra a mão]. Eu trabalho em carros o tempo todo. Uma coisa de Los Angeles é que em qualquer dia da semana você pode ir a algum encontro automotivo. Então há muitos lugares onde se inspirar.


E você mantem contato com as montadoras?
Eles falam conosco e nos mandam desenhos e fotos os carros um ou dois anos antes de lançarem. Mas não fazemos qualquer modelo, afinal somos Hot Wheels. Mas se você tem um Corvette, um Mustang ou um Camaro, nós estamos interessados. Trabalhamos com todo mundo. E claro, com a Ferrari. Todo mundo adora. Mas tudo com eles é sempre tão secreto. Nós não podemos nem mostrar para as pessoas, temos que ver e trabalhar em segredo.

Vocês recebem muitas sugestões?
O tempo todo. As pessoas nos enviam fotos. É claro que todo mundo quer que você faça o carro dele. O único problema é que só eles comprariam [risos]. Mas se vemos algo que gostamos muito, nós fazemos.

Confira mais no site Auto Esporte...

VW lança Golf Silver Edition


A Volkswagen do Brasil prepara o lançamento de uma edição limitada do Golf. Apenas 50 unidades serão fabricadas, oferecidas a partir de R$ 63.400 na versão manual e de R$ 68.890 com o câmbio automático Tiptronic de seis velocidades.

A série especial foi batizada de Silver Edition, mas são os detalhes em preto que destacam o modelo. A cor foi utilizada no teto, retrovisores e grade dianteira, além dos faróis, que contam com uma máscara escurecida. A pintura do carro, porém, é em prata, assim como as rodas 17”. No interior, a cor preta também é destaque, com revestimento de couro nos bancos, portas, manopla e alavanca de câmbio e alavanca do freio de mão. O detalhe prateado fica por conta da moldura de alumínio do console central, que também traz a numeração de série em de cada unidade.


Equipado com motor 2.0 que desenvolve 120 cv com álcool e 116 com gasolina, o Golf Silver Edition traz, de série, direção hidráulica, airbag duplo, freios com ABS e EBD, piloto automático, ar-condicionado, vidros e travas elétricos e rádio com CD player e leitor de MP3. Como opcional, é possível também adquirir o teto solar.

Fonte: Auto Esporte

Smart tem nova concessionária em São Paulo


A partir de hoje, a cidade de São Paulo contará com mais uma concessionária smart, o compacto da Mercedes-Benz que tem superado as expectativas de vendas no Brasil. A revenda fica localizada na Avenida Hélio Pelegrino, 680, no bairro Vila Nova Conceição.

A nova concessionária conta com fachada, show room, equipe de vendas e outras instalações baseadas nos padrões da smart. O espaço tem estrutura independente do grupo Daimler e, além de peças e veículos, o cliente encontra prestação de serviços de assistência técnica 24 horas, o Smartmove Assistance.

Fonte: Auto Esporte

Audi cria TT gigante para comemorar 100 anos


Abrindo suas comemorações de 100 anos, a Audi deu um presente à cidade de Ingolstadt nesta segunda-feira. A marca inalgurou uma escultura de 3,25 m de altura de um Audi TT. O modelo foi criado com uma estrutura feita de aço, pesa 10 toneladas e conta também com 10,2 m de comprimento e 4,5 m de largura. Entre os componentes utilizados na versão gigante do TT estão fibra-de-vidro laminada e espuma de neopor.

A obra já passou por Berlim, Pequim e Munique, e agora chega ao seu "estacionamento" oficial. "A partir de agora, a escultura irá tanto adornar a rotatória da Audi quanto servir de símbolo da forte ligação da empresa com a cidade e região", declarou Werner Widuckel, membro da diretoria da Audi.

Fonte: Auto Esporte

Chevrolet Ônix chega em 2012



O primeiro passo da “Nova GM” no Brasil acaba de ser anunciado pela empresa ao presidente Lula: o investimento de US$ 1 bilhão na fábrica de Gravataí, RS, onde hoje são produzidos o Celta e o Prisma.

Trata-se do projeto Ônix, que dará origem a uma nova família de compactos nacionais e que, por enquanto, contará com dois modelos, um hatch e um sedã, a serem lançados no começo de 2012.

Mas o Ônix é mais que isso. Significa o rompimento de uma tradição, o uso de tecnologia vinda da Opel, na Europa. Até hoje, a maior parte dos modelos vendidos no Brasil se baseou nos carros da marca alemã. A partir de agora, a fonte de design e equipamentos é a Coréia do Sul, onde a GM mantém sua subsidiária Daewoo.

É de lá que vieram projetos como o bem-sucedido Captiva e o sedã Cruze, que desembarca no Brasil em 2010. Embora os novos modelos sejam desenvolvidos pelo time brasileiro, eles se basearão, ao que tudo indica, no Spark, um compacto que está sendo lançado em várias partes do mundo.

A versão sul-americana, claro, será mais simples, porém, bem mais avançada que o Agile, até aqui, o mais importante projeto da GM brasileira e que chega ao mercado em outubro. Ao contrário deste, criado com componentes de outros carros para ser barato, o Ônix prevê uma nova plataforma e motores inéditos.

A importância do Ônix é tamanha que se fosse lançado hoje, ocuparia o lugar de parte das versões do Celta e do Prisma, tiraria o Corsa de linha e deixaria o Agile relegado a um segundo plano.

A planta de Gravataí, com isso, será ampliada para produzir 380 mil unidades por ano, 65% a mais que hoje. A meta é que a montadora consiga vender mais de um milhão de carros em 2012 e retomar o tempo perdido com a crise da “velha GM”.

Fonte: Fast Driver

Nissan fará compactos inéditos no Brasil


O presidente do grupo Renault-Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, esteve no Brasil esta semana e confirmou que sua meta é fabricar modelos baratos no país. E a marca escolhida para isso não será a Renault e, sim, a Nissan.

Ghosn disse ao jornal o Globo que, apesar da crise “mantivemos alguns projetos estratégicos, entre eles o Nissan pequeno”. Inédito, o modelo será fabricado no Paraná até 2012 e ocupará um nicho onde hoje concorrem modelos como o Gol e o Palio.

Segundo o executivo, é a única maneira de o grupo atingir a meta de ter ao menos 10% do mercado brasileiro. A escolha da Nissan faz sentido já que a marca é mais popular na América Latina, sobretudo no México onde tem 20% de participação – no Brasil, embora tenha aumentado suas vendas, sua representatividade ainda é pequena.


Rival para o Nano

Ghosn foi mais longe e reafirmou que o Bajaj ULC, um minúsculo carro barato que pretende concorrer com o Tata Nano, também está nos planos da empresa no nosso continente. “Mas o produto será primeiro comercializado na Índia”, observou o presidente do grupo.

O projeto, uma parceria da Renault-Nissan com a empresa Bajaj, mais conhecida pelas motos, está atrasado, mas a promessa é de que custe 2 500 doláres, o mesmo valor do Nano, e que esteja à venda em 2012.

Fonte: Fast Driver

sábado, 11 de julho de 2009

Wallpapers: Lamborghini Gallardo

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Especial: Fiat Linea T-Jet !!


O Fiat Linea chegou ao mercado brasileiro num momento difícil. Bateu de frente com outros lançamentos importantes, e poucas semanas depois de anunciado estourou a crise financeira mundial. Também é um carro que tem de lutar para se afirmar em meio a concorrentes fortíssimos -- Honda Civic, Toyota Corolla, Chevrolet Vectra -- e contra um passado controverso da Fiat no segmento dos sedãs médios. Basta lembrar do Marea. A expectativa da marca italiana era vender 2.500 unidades do Linea por mês. Até agora, emplacou 2.169 em dois meses e meio, segundo dados da federação dos distribuidores.


O sedã da Fiat tem quatro versões: 1.9 (manual), 1.9 Dualogic, Absolute (top de linha) e T-Jet, esta última equipada com o propulsor homônimo, um 1.4 a gasolina com turbocompressor capaz de entregar 152 cavalos (a 5.500 rpm) e uma curva de torque bastante plana: 21,1 kgfm, entre 2.250 e 4.500 rpm (veja na imagem nesta página). São números típicos de carros com motor de capacidade maior do que um "mero" 1,4 litro. É essa a leitura que faz a Fiat do conceito de "downsizing", que preconiza motores menores com desempenho superior -- eles seriam vantajosos quanto ao consumo e a emissão de poluentes, mas sem transformar a condução do carro num exercício de tédio.


O nível de equipamentos do T-Jet é interessante. Há desde ar-condicionado digital até um completo computador de bordo (que inclui um gráfico para medir a performance do turbocompressor), passando por acendimento automático dos faróis, sensor de chuva e abertura remota do porta-malas (amplo, de 500 litros) na chave canivete. O sistema Blue&Me, com navegador GPS, é de série (leia mais em quadro nesta página).


Na performance geral do modelo, o aspecto que acaba merecendo muitos elogios é a suspensão. Ela foi endurecida na versão T-Jet (a altura, porém, não foi diminuída), mas nem por isso o carro ficou desconfortável: o ganho em estabilidade e segurança, que é percebido até por quem viaja como passageiro, não resultou em solavancos.


A Fiat estima que o T-Jet deve ficar com 10% das vendas do Linea. O 1.9 equipado com o polêmico câmbio automatizado Dualogic deteria 40%; o 1.9 manual, 30%; e a Absolute, 20%. Ou seja, a marca não espera muito desse carro -- mas certamente espera muito desse motor. O Punto T-Jet (que provavelmente vai ficar conhecido como Punto Turbo) chega em 2009 com o mesmo propulsor e quase 200 quilos a menos no peso. Com carroceria hatch, mais "jovem" e mais barato, pode virar um sucesso de vendas.


Vale lembrar que a principal crítica dos consumidores quanto ao Linea é o preço. A percepção é a de que esse carro deveria brigar na faixa até R$ 60 mil, e não acima dela, onde encara Civic e Corolla (além do novo Ford Focus). Com valor acima de R$ 75 mil, o T-Jet parece mesmo fadado a virar laboratório e cartão de visitas para seu novo motor.

Fonte: Uol Carros