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sábado, 27 de junho de 2009

Grand Livina, de sete lugares


Até hoje, quem tem uma família numerosa e precisava de um veículo para levar até sete pessoas só encontrava opções de compra acima de R$ 62 mil – no caso, a Zafira, da Chevrolet. Agora essa possibilidade está mais acessível: a Nissan lançou nesta quarta-feira a Grand Livina, versão de sete lugares da minivan nacional.

O novo modelo também é mais um passo que a marca japonesa dá em território brasileiro, onde se encontra há bastante anos, mas que somente agora tem visto uma quantidade considerável de veículos seus. E, de quebra, nacionais, como dito.


Baseada na Livina de cinco lugares, a nova minivan teve o balanço traseiro – a parte da carroceria após o eixo de trás – alongado em 24 cm para permitir a adição de mais uma fileira de assentos, no caso, retráteis. Entre eixos – de 2,6 m – e largura permaneceram idênticos, já a altura é um pouco maior.

Ou seja, a Grand Livina é uma minivan “compacta plus”: está situada entre as pequenas e as médias. E está aí a grande vantagem já que custa o equivalente ao menor Honda Fit e oferece potência e versatilidade à altura da maior Zafira.

São quatro versões à venda, todas com motor 1.8 16V Flex de 126 cv (álcool). Duas com câmbio manual de seis marchas – 1.8 e 1.8 SL, com preços de R$ 54 890 e R$ 61 190, respectivamente -, e duas com transmissão automática de quatro marchas – 1.8 custando R$ 59 490 e 1.8 SL com preço de R$ 65 390.


Sistema I-Key

Com tantos lugares, a Grand Livina precisava de bancos versáteis e é o que a Nissan oferece. A fileira do meio, por exemplo, pode ser rebatida, reclinada e ajustada no eixo longitudinal. Entre os equipamentos de série estão o ar-condicionado (digital na SL), direção elétrica, airbag frontal (duplo na SL) e rádio com CD Player MP3 integrado ao painel. Quem optar pela versão SL automática terá o sistema I-Key que consiste num dispositivo que abre as portas e dá a partida do motor sem a necessidade de uso da chave.

Como não é disponível na Livina, a versão 1.8 manual torna a Grand Livina a mais veloz das minivans da Nissan. Ela atinge 190 km/h de velocidade máxima e acelera de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos, números baseados no consumo de álcool.

Como todo modelo com sete lugares, o espaço para bagagem varia muito. Se a Grand Livina levar todos os passageiros possíveis, são apenas 123 litros de capacidade; em configuração normal, de cinco assentos, são 589 litros; e 964 litros caso as duas fileiras de trás estejam rebatidas – há mais 18 litros de compartimento no assoalho.


Vendas crescentes

Apesar de a Livina avançar mês a mês nas vendas – teve 169 emplacamentos em abril e já chega a 400 carros em junho até o momento –, a Nissan estima vender cerca de 250 unidades da Grand Livina, em média. Seu foco é o mesmo segmento onde atuam hoje a já citada Zafira, a Xsara Picasso e mesmo a perua Mégane Grand Tour, da sua parceira Renault. As duas primeiras vendem perto de 700 unidades por mês, mesmo custando mais. Talvez a Nissan esteja sendo muito modesta com um produto que é mais barato e oferece até mais que essas rivais.


Fonte: Fast Driver

Agile SUV, o rival do EcoSport



Depois de toda a repercussão da divulgação do nome oficial do novo compacto da Chevrolet, o Agile, começam as especulações dos modelos que poderão vir na seqüência do lançamento do hatch em outubro.

A mais cotada para ser a segunda versão a entrar em produção é o jipinho, rival à altura do EcoSport, que também deverá mudar em breve. A Chevrolet nunca escondeu o desejo de ter um veículo capaz de concorrer com o best-seller da Ford – até tentou criar algo em cima do Prisma no conceito Prisma Y, sem sucesso.

Agora o projeto Viva, enfim, deu subsídios para atingir esse objetivo. Tanto assim que o conceito GPiX, mostrado no Salão do Automóvel de 2008, trouxe justamente essas características de off-road, mas numa versão de duas portas apenas.

Eis que descobrimos uma fotomontagem circulando em fóruns no exterior que mostra o GPiX no formato final de SUV. O resultado é bem interessante e confirma o potencial do Agile nesse sentido.

Se o cronograma for obedecido, esse Agile SUV pode ser lançado antes do Salão de São Paulo de 2010, portanto, antes da nova geração do EcoSport. O sonho da Chevrolet tornando-se realidade.

Fonte: Fast Driver

Novo Citroën C3 já não é mais mistério


A primeira imagem dele deixou dúvidas quanto ao design acertado. Depois, protótipos foram flagrados rodando na Europa, mas estavam disfarçados e as imagens não eram boas. Agora, no entanto, esse segredo já é passado. Fotos da apresentação do novo Citroën C3 vazaram na internet e mostram o compacto como será vendido.

E o carro é mais agradável aos olhos assim que antes. Seu entre eixos cresceu tanto que o modelo está nitidamente mais comprido. Sorte de quem andar atrás do hatch já que o espaço na geração atual é muito restrito.

A aerodinâmica melhora a ponto de ter grandes janelas vigias e de comum com o C3 Picasso não há praticamente nada – o hatch continua com o perfil curvo. Já as lanternas deixam de ficar nas colunas para avançar pela tampa do porta-malas.

Segundo se comenta no mercado, o C3 hatch também virá para o Brasil, juntamente com o C3 Picasso, mas ficará como modelo 2012 e destaque do Salão do Automóvel daquele ano. Já os europeus devem ver o novo C3 ao vivo no Salão de Frankfurt, em setembro.

Fonte: Fast Driver

Fiat dá sobrevida ao PT Cruiser


A sentença de morte já havia sido decretada pela Chrysler em janeiro: o inconfundível PT Cruiser deixaria a linha de produção no mês que vem, após quase 10 anos no mercado. Um dos primeiros modelos com visual retrô do mundo, o PT Cruiser foi desejado por muitos anos, mas já não tinha o mesmo apelo de antes.

Mas a fusão com a Fiat mudou os planos para o carro. E não foi um decisão de marketing e sim de logística. Fabricado na unidade de Toluca, no México, o PT Cruiser dará lugar ao Cinquecento e ao Panda, dois modelos pequenos da Fiat. Porém, a instalação da linha de montagem desses carros vai demorar e a montadora italiana decidiu deixar o PT Cruiser vivo até que os novos Fiat possam ser produzidos.

Com isso, o Chrysler segue no mercado até pelo menos dezembro de 2010, para a alegria dos fãs. Só espera-se que haja demanda por ele nesse tempo – em 2001, no auge de sua carreira, foram produzidos 145 mil unidades, mas em 2008 esse total não passou de 51 mil carros.

Fonte: Fast Driver

Vídeo: Transformers 2


Transformers 2: A Vingança dos Derrotados

domingo, 21 de junho de 2009

Agile é o nome oficial do Projeto Viva



O tão comentado projeto "Viva" da Chevrolet sul-americana já tem nome oficial: Agile. A informação foi publicada neste fim de semana na coluna Radar, do jornalista Lauro Jardim, da revista Veja. O Agile é o veículo mais esperado da marca norte-americana na região e será o sucessor da família Corsa, além de trazer versões inéditas como um crossover.

A Chevrolet já começou a preparar sua estratégia de lançamento do carro com a criação de um hotsite chamado www.elnuevochevrolet.com, em referência ao fato de o Agile começar a ser fabricado na Argentina, na fábrica de Rosario. De lá sairá a versão hatch, a partir de outubro. baseado no visual do conceito GPIX, mostrado no Salão do Automóvel de 2008.

O Agile concorrerá diretamente com o Fox,da Volks, e o Sandero, da Renault: seu porte é de um compacto grande, com interior simples, mas espaço de sobra. O nome, no entanto, foge ao padrão de palavras terminadas em "A" de outros modelos da marca como o Astra, Vectra, Celta e Corsa.

Espera-se para esta semana mais informações oficiais sobre o modelo.

Fonte: Auto Furor e Fast Driver

Scamander RRV, o veículo topa-tudo


O britânico Peter Wheeler já tinha história quando decidiu construir o Scamander RRV – ex-proprietário da marca TVR, o designer estava acostumado a criar superesportivos. Mas, após vender sua marca para uma empresa russa, ele mudou totalmente seu foco.


Peter resolveu seguir sua vontade própria de ter um automóvel capaz de enfrentar qualquer superfície – e por superfície, entenda-se até mesmo a água. O resultado é um veículo com ares de ficção científica da década de 1980. Com cabine ampla e uma cobertura que se abre para trás, o Scamander RRV (a sigla vem de “veículo de resposta rápida”) tem motor 2.0 Zetec e pneus de 35 polegadas de diâmetro.

A grande sacada está aí. Além de tracionar em “pisos duros”, as rodas podem receber pás rotativas que são responsáveis pela propulsão na água. Wheeler tinha planos ambiciosos para seu RRV, mas faleceu antes de ver sua criação entrar em produção.

Fonte: Fast Driver

Novo Fiesta ganha câmbio automático


A Ford lançou esta semana na Inglaterra o novo Fiesta com câmbio automático. A opção, que lá responde por 10% das vendas, estará disponível na versão 1.4 litro.

A marca não diz quantas marchas o câmbio Durashift possui, porém, há opção de trocas seqüenciais. Interessante notar que a Ford tenha optado por uma transmissão automática tradicional, que consome mais combustível e é mais cara – alguns rivais já preferem os câmbios manuais automatizados ou, então, evoluem para opção de dupla embreagem.

Com esse câmbio, o Fiesta 1.4 acelera de 0 a 100 km/h em 13,9 segundos e emite 154 g de CO por km, preocupação mais do que presente nos novos modelos europeus.

Fonte: Fast Driver

Bugatti divulga fotos do Grand Sport


Para aqueles que estavam esperando mais alguma novidade da Bugatti, a marca lança o Grand Sport, a mais nova versão do badalado superesportivo Veyron 16.4. Depois de ter convidado clientes selecionados para um teste em Cannes (França), a fabricante exibe as primeiras fotos oficiais do carro em Napa Valley, na Califórnia (EUA), região conhecida pela produção de vinhos.

O primeiro Grand Sport foi arrematado por US$ 2,9 milhões e os outros 149 que serão fabricados vão custar em torno de US$ 2 milhões. Desse total, 50 unidades já estão reservadas. Sem a capota, o carro é capaz de atingir 360 km/h. Com ela, a velocidade aumenta para alucinantes 407 km/h. Isso torna o Grand Sport o conversível mais veloz produzido atualmente. Antes dessa nova versão, a Bugatti lançou as séries especiais Pur Sang, Sang Noir, Pegaso e Fbg par Hermes.

Fonte: Auto Esporte

Equipes abandonam campeonato de F1


A um dia do prazo final para apresentar suas inscrições oficiais para o campeonato de Fórmula 1 de 2010, os oito times que compõe a Fota (associação de equipes da categoria) decidiram não participar da competição no próximo ano e criar uma categoria paralela. Com isso, a próxima edição da F1 ficará sem seus maiores nomes: Ferrari, McLaren, Renault, BMW Sauber, Toyota, Brawn GP, Red Bull-Renault e Toro Rosso.

Após reunião realizada no último dia 18, a Fota enviou um comunicado no início da noite para informar sobre o rompimento. “As equipes não irão continuar arriscando os valores do esporte e se negam a alterar suas inscrições condicionais para a temporada 2010. A única alternativa é preparar um novo campeonato que represente os valores de seus participantes e parceiros”, declarou o porta-voz da associação, que apontou que a nova competição terá um regulamento que beneficie os fãs do esporte com ingressos mais baratos e que a entrada de novas equipes será fortemente incentivada.


A resposta da FIA (Federação Internacional do Automobilismo) veio à meia noite, em um texto no qual a entidade dizia-se “desapontada, mas não surpresa pela inabilidade da Fota de abrir mão em alguns pontos em favor do esporte”. A carta ainda diz que era claro durante toda a negociação que alguns componentes da Fota buscavam esse resultado desde o início, e que a saida das oito equipes não alterará os planos da F1 2010.

Fonte: Auto Esporte