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domingo, 19 de abril de 2009

Novo Grand Cherokee reforça vocação off-road !


Nada melhor que um lançamento para desviar as atenções. O novo Jeep Grand Cherokee é a cortina de fumaça da Chrysler para desanuviar o ambiente de crise, os rumores de concordata e as críticas à ajuda financeira recebida do governo. A quarta geração do utilitário esportivo norte-americano surge justamente no Salão de Nova York como uma espécie de satisfação da marca à verba de US$ 1,5 bilhão liberada pela Casa Branca no início do ano. E também para tentar mostrar que a montadora está viva, apesar da queda vertiginosa de 30% nas vendas só este ano. Com isso, o Grand Cherokee chega com novo motor, novas tecnologias para reforçar sua vocação off-road e um visual menos ousado.


Tudo de uma forma econômica, para reduzir custos em tempos de dinheiro curto e vigiado. O modelo usa plataforma do Mercedes-Benz Classe M, uma espécie de "último suspiro" da já encerrada holding Daimler-Chrysler, desfeita no ano passado quando o grupo alemão vendeu a marca. Para superar os obstáculos, sejam da recessão do mercado ou das trilhas esburacadas, o maior SUV da Jeep incorporou nova estrutura. A começar pela suspensão traseira. Sai o eixo rígido e entra uma suspensão independente com sistema pneumático chamado Quadra-Lift. Nele, o condutor pode optar por cinco modos de ajustes diferentes. Além do "Normal", que mantém a altura livre do solo do utilitário esportivo em 20 cm, há opções para encarar trechos inóspitos com o "Off-Road 1", que aumenta essa distância para 24 cm, e o "Off-Road 2", que eleva o vão para 28 cm. Já o modo "Park" é aconselhado para quando o modelo estiver parado e facilitar o acesso, uma vez que ele rebaixa a distância do solo para 16 cm. Por fim, para a condução em estradas asfaltadas a velocidades maiores, existe o "Aero", que mantém 19 cm de distância para o chão.


Esse novo jogo de suspensão trabalha em conjunto com um inédito sistema de tração, batizado de Selec-Terrain. São quatro tipos de ação oferecidos pelo dispositivo, desde dois modos de tração integral 4x4 até bloqueio eletrônico do diferencial traseiro, passando pela reduzida que é capaz de enviar 100% da força para as rodas com melhor aderência, de acordo com a Jeep. Além da suspensão, o Selec-Terrain atua juntamente com a transmissão, os freios e os controles eletrônicos de estabilidade e de tração, além do motor. Inclusive com o novo propulsor V6 3.6 litros da linha com comando variável de válvulas. São 283 cv de potência e torque máximo de 35,9 kgfm a 4.800 giros. A outra opção continua sendo o rotundo motor HEMI 5.7 V8 de 364 cv e 53 kgfm a 4.250 rpm.


No visual, o Grand Cherokee seguiu uma volta às tradições da marca já insinuada pelo médio Liberty, conhecido no Brasil como Cherokee Sport. Com 13 cm a mais de entre-eixos -- agora de 2,91 m -- e 4 cm a mais no comprimento -- 4,81 m no total --, a nova geração do utilitário esportivo grande privilegiou linhas mais retas. No conjunto óptico, saem as lentes duplas redondas e entram faróis com cortes retos e definidos. O capô ficou menos inclinado, enquanto a grade frontal está mais estreita. Na traseira, traços geométricos, vidro inclinado e lanternas horizontais em forma de asa que lembram as da linha Toyota Hilux SW4.


No Brasil, o Grand Cherokee é vendido nas versões Limited, com motor 3.0 V6 de 218 cv e 4.7 V8 de 303 cv, Overland com o propulsor HEMI 5.6 V8 de 360 cv e a top SRT8 com um V8 6.1 de 426 cv, com preços entre R$ 149.900 e R$ 252.900. A Chrysler não confirma a data de vinda da nova geração para o Brasil, nem se o novo motor a diesel também virá. De qualquer modo, o renovado utilitário esportivo começa a ser vendido no fim do ano nos Estados Unidos e a tendência é que chegue ao Brasil no início do ano que vem. Isso se a crise deixar.

Fonte: Uol Carros

Curiosidade: Podre, mas querido !


Meses debaixo de uma árvore, dias sob sol e chuva e até mesmo urina sobre a carroceria. Geou muito durante a noite? Excelente. Estourou mais uma ferrugem no pára-lama? Motivo de comemoração. Quanto mais velho e apodrecido, melhor. Este é o princípio básico dos Rat Rods — conhecidos também como Hood Rides ou Rusted Volks. O estilo começou nos Estados Unidos e vem ganhando adeptos no Brasil. Um deles é o administrador Augusto Passos, de 27 anos — o Guto de Porto União, no interior de Santa Catarina. Pelas ruas da cidadezinha de 30 mil habitantes, ele é conhecido pelo seu Fusca 1969 caindo aos pedaços.


Guto conta que se tornou adepto do estilo depois de reformar diversos modelos. “Investi muito dinheiro para reformar meus carros antigos e não ficaram como eu queria. Conheci o estilo na internet e pirei!”, explica. Depois de gastar R$ 2 mil para comprar a relíquia de um senhor, ele investiu mais que o dobro para que o Fusca ficasse mais... velho! As rodas aro 17” são importadas (com pneus 205/40) e a suspensão é a ar. O eixo dianteiro foi encurtado: “É característica dos Hoods”. O estilo contempla apenas carros velhos, de preferência Volks dos anos 1960, os mais queridos entre os adeptos.


Para mantê-lo o mais podre possível, Guto utiliza diversas técnicas. “O Fusca está há três meses debaixo de uma árvore. Está ficando ótimo”. Ele ainda afirma que apenas lava as rodas e o interior do carro. O restante só vê água quando chove. “Para passear, deixo meu Audi S3 em casa e saio com o Fusca. É um show à parte.” Histórias engraçadas são freqüentes. “Um morcego morreu e caiu no teto. Deixe ele lá até apodrecer”, lembra. Na ocasião, Guto foi a uma churrascaria e causou verdadeiro espanto entre as pessoas. “Me perguntavam por que eu fazia aquilo e tiravam fotos”, explica. Se você está curioso sobre o fim do morcego... “Ele caiu na estrada logo depois”, finaliza o proprietário.

Fonte: Auto Esporte

Volkswagen mostra Tiguan esportivo


O utilitário esportivo Volkswagen Tiguan passa a ser oferecido na versão esportiva R no mercado europeu, preparado pela mesma equipe de assinou os projetos dos modelos Passat R36 e Touareg R50. As novidades dessa versão mais apimentada começam com os apêndices aerodinâmicos, como a frente com os defletores de ar embutidos no pára-choque dianteiro e na parte de cima da tampa do porta-malas. Além disso, o carro vem com uma grade dianteira cromada com desenho exclusivo e rodas de aro 19” montadas em pneus 255/40R.

Por dentro, o volante tem melhor empunhadura e os bancos contam com largos apoios laterais e a inscrição R bordada nos encostos de cabeça. Outra diferença desse Tiguan mais invocado é que os pedais são de alumínio perfurado e, como itens de série, há faróis auxiliares, sensor de chuva e suspensão com calibragem esportiva. O motor é o mesmo 2.0 turbo de 200 cavalos que vai ser oferecido no mercado brasileiro a partir do mês que vem.

Fonte: Auto Esporte

Kia inova com Cerato cupê !


O que um bom design é capaz de fazer. Vejam o caso do Cerato, o sedã sem graça da Kia. Bastou recriá-lo na nova geração para que até um derivado cupê virasse realidade. É o que mostrou a montadora sul-coreana no Salão de Nova York.


Chamado de Forte Koup – Forte é o outro nome do Cerato no mercado norte-americano -, o modelo exibe uma bela harmonia de linhas. O perfil lembra a solução adotada pela Audi no A5: um cupê com formas diagonais e traseira pronunciada. A frente ganhou grandes faróis de neblina e uma grade inferior em colméia, bem ao gosto dos esportistas.


Apesar da beleza, seu caráter esportivo não é dos mais agressivos. Haverá uma versão mais simples com motor 2.0 de 156 cv e uma verdadeiramente esportiva, chamada de SX, com motor de 173 com opção de câmbio de 6 marchas manuais.

Certamente como já faz o Cerato sedã, o cupê será bem mais barato que seu rival mais famoso, o Civic cupê.

Fonte: Fast Driver

Etiquetagem Veicular, por enquanto 5 marcas !


Foi lançado oficialmente nesta sexta-feira (17) o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular. Iniciativa do Ministério das Minas e Energia, o principal objetivo é divulgar quanto cada carro gasta de combustível na cidade e na estrada. O responsável por colocar este programa em prática foi o Inmetro.
De acordo com o presidente da entidade, João Jornada, a adesão não é obrigatória e para uma montadora participar, ela tem que colocar ao menos 50% da sua frota em teste. “Neste primeiro momento estão participando Volkswagen, Fiat, General Motors, Kia e Honda. Mas acredito que as outras irão participar com o tempo, pois o próprio mercado dirá que é importante”, explicou.

No entanto, assim como a adesão ao programa não é obrigatório, o uso da etiqueta também não. Entre as montadoras participantes, Fiat, GM e Volkswagen ainda não vão usar no selo colado no carro. “Mas a informação estará em todos os concessionários. O próprio vendedor vai utilizar os dados de consumo”, contou Jornada. Porém, ele salienta que a idéia não é tornar obrigatório. “Não é nossa intenção em tornar esse programa obrigatório. Porém, queremos que todos participem. Isso mostra um respeito da montadora com o consumidor e com o meio ambiente.”

Sobre as outras montadoras não participarem, a desconfiança de alguns executivos presentes no evento é que os resultados obtidos não agradaram tanto e eles preferiram atrasar o ingresso no programa, para chegar com um resultado melhor.

Para chegar aos dados de consumo, o Inmetro se utilizou da Norma 7024 da ABNT. No entanto, ao ser questionado sobre possíveis reclamações de motoristas que não atingirem o consumo divulgado, Jornada foi direto: é apenas um parâmetro e precisavam de uma norma para estabelecer os resultados. “Cada motorista tem o seu jeito de dirigir. Mas isso será um correlação, ou seja, o carro mais econômico será também mais econômico nas mãos do motorista mesmo que ele não alcance o resultado divulgado”, contou.

Volkswagen recua, mas Toyota recua mais, e alemã pode liderar


As vendas globais de veículos da Volkswagen caíram 11,4% no primeiro trimestre, mas ganhos de participação de mercado podem fazer a montadora alemã superar a japonesa Toyota Motor como líder em vendas no mundo. Incentivos de governos em importantes mercados estimularam a demanda por veículos do grupo alemão, limitando a queda nas vendas da empresa, apesar do declínio de mais de 20% do setor automotivo mundial.

As vendas de 1,39 milhão de veículos da Volkswagen no primeiro trimestre -- excluída a fabricante de caminhões Scania, mas considerando ônibus e caminhões da marca por dois meses -- resultaram numa participação de 11% no mercado global, acima dos 9,7% do ano passado, informou a companhia num comunicado.

Já a Toyota não forneceu uma projeção para as vendas no varejo, mas sua última previsão para o primeiro trimestre de 2009 foi de 1,23 milhão de veículos, 47% menor frente ao ano passado.

A Volkswagen -- que detém nove marcas de carros e caminhões, incluindo Audi, Skoda, Seat e Scania -- tem o objetivo de ultrapassar a Toyota e a General Motors para se tornar a maior montadora do mundo até 2018. Essa meta foi recebida inicialmente com ceticismo. Atualmente, atrás da marca japonesa está a General Motors, líder até 2008, que hoje enfrenta séria crise e pode estar prestes a entrar em concordata.


TOYOTA ENCOLHE

O aprofundamento da recessão e a crise de crédito enfraqueceram a demanda nos principais mercados da Toyota. As vendas nos Estados Unidos caíram 38% entre janeiro e março, enquanto no Japão recuaram 24%. A Volkswagen, entretanto, está se beneficiando dos planos de estímulo do governo para o segmento automotivo, que incentivaram as vendas na Alemanha, China e Brasil. Os três países juntos responderam por 44% das vendas da empresa no ano passado.

Na Alemanha, novos emplacamentos de marcas do grupo Volkswagen subiram 19% no primeiro trimestre, para cerca de 282 mil unidades. As vendas da Toyota subiram 43%, mas sua fatia de mercado é de apenas 4,4%, enquanto um em cada três veículos novos vendidos no país são fabricados pela montadora alemã.

"A Volkswagen tem a sorte de ser forte nos mercado que atualmente estão crescendo, enquanto a Toyota está exposta aos que estão em colapso", disse Ferdinand Dudenhoeffer, diretor do Centro de Pesquisa Automotiva em Gelsenkirchen.

A Toyota, que se destacou de maneira significativa em relação a todas as outras montadoras em 2008, tem sofrido com a queda das vendas na China, seu terceiro maior mercado, de janeiro a março deste ano. Já a Volkswagen avançou 6% no país durante o mesmo período. No primeiro trimestre do ano passado, o grupo alemão entregou 1,57 milhão de veículos, um terço a menos do que os 2,41 milhões da Toyota, incluindo unidades de veículos compactos e caminhões da Daihatsu e da Hino.

A Volkswagen confirmou projeções de declínio de 10% nas vendas globais em 2009. "A Volkswagen é um grande concorrente para a Toyota", afirmou Koji Endo, analista do Credit Suisse, em Tóquio.

Fonte: Uol Carros

sábado, 11 de abril de 2009

Nissan 370Z Roadster é revelado !


Desta vez a Nissan acertou ao transformar um cupê em roadster. A marca japonesa revelou esta semana no Salão de Nova York o 370Z Roadster, versão conversível do esportivo que acaba de chegar aos Estados Unidos.


Ao contrário do 350Z conversível, seu sucessor parece ter nascido já sem capota. O Roadster tem a traseira levemente elevada e proporções que o comparam a outros roadsters famosos como o BMW Z4 e o Pontiac Solstice. O teto retrátil é de tecido, um sinal de tradição perto das capotas rígidas de alguns modelos. Ele leva 20 segundos para mudar de situação por meio de um botão localizado na porta.


Como todo esportivo que se preze, o 370Z traz itens como ar climatizado para os assentos, Bluetooth, faróis de xenônio e sistema de navegação por satélite.

O ar descompromissado esconde um motor V6 de 3.7 litros de 332 cv de potência. O dono do 370Z pode optar por uma transmissão manual de 6 velocidades ou câmbio automático com 7 marchas e comandos paddle-shift no volante.


O conversível começará a ser vendido nos Estados Unidos no meio do ano. Se a receptividade for boa, é provável que a versão conversível acompanhe a chegada do cupê 370Z quando este vier ao Brasil em breve.

Fonte: Fast Driver

Fotos: Smart chega ao Brasil !

Dezesseis anos depois de seu primeiro esboço, uma década depois de seu efetivo lançamento na Europa, e já a caminho do primeiro milhão de unidades rodando em 37 países, o smart fortwo finalmente chega ao Brasil. Com o lançamento desse carrinho para duas pessoas, a marca smart -- que pertence ao grupo Daimler, ao lado da Mercedes-Benz -- inaugura suas operações no país. De início, modestamente: será uma única loja em São Paulo. Uma outra, também na capital paulista, será aberta no segundo semestre.

Fonte: Uol Carros

História: Chevrolet Kadett era lançado há 20 anos !


Há 20 anos a Chevrolet lançava o Kadett, um dos automóveis de maior sucesso da marca no país. O carro, que chegou em abril de 1989, veio inicialmente na versão hatchback e, em outubro, na versão perua, com o nome de Ipanema. Suas maiores qualidades eram o espaço interno e os motores potentes, 1.8 e 2.0.


"Essas características deram ao Kadett grande evidência no mercado nacional até o ano em que sua produção foi finalizada no país, em 1998. Ele fez tanto sucesso que hoje centenas de pessoas mantêm viva sua história através de clubes espalhados em vários Estados", afirma José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motors do Brasil. Nos seus 20 anos de Brasil, o Kadett atingiu a marca de 451.496 unidades (inclui Kadett e Ipanema) comercializadas no mercado interno.


Nesse período a Chevrolet desenvolveu diversas versões especiais, entre elas o Kadett Turim (alusão à Copa de 1990), o Kadett GSi conversível de 1992, um dos ícones de esportividade na época, e as versões esportivas Kadett GS (de 1989 a 1991), GSi (de 1991 a 1996) e Sport (1996 a 1997). Até 1994 o modelo foi fabricado em São José dos Campos. Em novembro desse ano, a linha foi transferida para São Caetano do Sul (SP). O modelo foi substituído pelo Astra.