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sábado, 3 de janeiro de 2009

Fotos: Ferrari Califórnia !!

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Fonte: Uol Carros

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Especial: Ford Edge !!


A sorte costuma mudar de lado, felizmente. Quando o Brasil assinou com o México um acordo de isenção de Imposto de Importação, uma das primeiras marcas a se beneficiar foi a Ford, que já tinha quase pronto o projeto do Fusion naquele país. A importação do sedã tem trazido muitos dividendos à marca, já que ele chega na faixa de R$ 80 mil, oferecendo preço imbatível para quem procura um sedã executivo. A GM não teve a mesma sorte, e até agora procura uma opção para combater o Fusion.


Mas por que estamos aqui falando de sedãs? É só para explicar que no caso dos crossovers a sorte não bateu à porta da Ford, e sim da GM, que acaba de lançar o Chevrolet Captiva com grande sucesso. Feito no México, ele chega a partir de R$ 93 mil. Como esse é um dos segmentos que mais cresce no país, a Ford percebeu que não poderia ficar de fora, com ou sem sorte. O Edge, crossover derivado do Fusion, é feito no Canadá, ou seja, não escapa da taxação de 35% sobre a qual incidem todos os outros impostos. Resultado: chega ao Brasil custando R$ 149.700, ou R$ 158.530 com teto solar panorâmico. Ele é maior e mais equipado que o Captiva, mas será que tem argumentos suficientes para atrair os consumidores?


Nossa análise começa no campo de provas. Para um carro de duas toneladas e 4,72 metros de comprimento, o Edge mostra grande agilidade, uma mudança da água para o vinho em relação ao velho jipão Explorer. Anda quase igual ao Captiva, que é 200 kg mais leve e 14 cm mais curto. O motor Duratec 3.5 V6 de 269 cv não nega fogo e trabalha em fina sintonia com o câmbio automático de seis marchas, sem opção de trocas manuais. O torque de 34,6 kgfm é despejado de forma gerenciada para as rodas dianteiras – ou para as quatro, dependendo da solicitação – também sem nenhuma interferência do motorista. Apenas o controle de tração pode ser desativado por um botão no painel.


Aliás, esse é o conceito de um crossover de luxo como o Edge: funcionar como um carro de passeio, e não como os jipes mais rústicos, repletos de comandos à disposição do motorista. O Edge faz tudo sozinho caso você resolva encarar terrenos um pouco mais complicados. Não é nem de longe um modelo para encarar trilhas. Um aparato eletrônico trabalha em silêncio para garantir segurança em curvas e pisos escorregadios, compensando os exageros de peso e altura do carro. Por isso ele conta com um avançado sistema de controle de estabilidade (ESC) e até de rolagem da carroceria (RSC). Constatamos na prática como ele é firme em curvas e como isola a cabine das irregularidades do piso.


O desenho é mais arrojado que o do Fusion, do qual utiliza a plataforma. Talvez seja um dos seus maiores trunfos. Os outros são o espaço e o nível de equipamentos. Ele não tem sete lugares, como o crossover Dodge Journey (outro mexicano, de R$ 99 mil), mas tem espaço de sobra para cinco pessoas e um belo porta-malas para alegados 908 l. Uma solução interessante são os bancos traseiros com encostos reclináveis. A tampa do porta-malas tem abertura e fechamento automáticos, com sensores de obstáculo. E os bancos traseiros podem ser rebatidos por botões na área de carga. Entre os mimos, destaque para a tela multimídia no centro do painel, do tipo touch screen, já com sistema de navegação e jukebox para armazenamento de músicas. Alguns dos comandos podem ser feitos no volante.


Prometendo tratamento VIP na rede, a Ford espera vender 3 mil unidades por ano do Edge. Com boas opções de jipes na faixa de R$ 100 mil, vai ser difícil convencer tantos compradores a gastar R$ 150 mil. Isso se ele não subir por conta da alta do dólar.

Fonte: Auto Esporte e Site Ford

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Peugeot confirma o cupê 308 RC-Z

Se você pensava que o mundo dos cupês estava incompleto apenas com o Nissan 370Z e o Audi TT, a Peugeot vai colocar mais um modelo com esta carroceria no mercado: o 308 RC-Z. O carro deve chegar às ruas da Europa em 2010. Os preços devem partir de 33 mil euros (R$ 112.468) e chegar a até 36 mil euros (R$ 122.692), segundo informa o site português Auto Hoje.

As opções de motores para o RC-Z deverão ser um 1.6 convencional a gasolina de 120 cv, um 1.6 turbo a gasolina, desenvolvido em parceria com a Mini, de 215 cv e um 2.0 a diesel.

Fonte: iCarros

Nissan começa a vender o esportivo 370Z


O novo cupê Nissan 370Z começa a ser vendido nos EUA nesta terça (30), cerca de uma semana antes do previsto, por US$ 29.930 (equivalente a R$ 69 mil), um preço considerado agressivo para o segmento. É a primeira modificação sofrida pela linha Z (por aqui conhecemos o 350Z), que deixou o esportivo mais refinado e com melhor dirigibilidade, em parte debitada do novo entreeixos mais curtos e de novos materiais, mais leves, na carroceria.

Seu motor agora é 3.7 DOHC V6 (seis cilindros em "V") de 336 cv (cavalos) de potência, com uma nova transmissão automática de sete velocidades. O veículo tem o primeiro sistema no mundo de controle sincronizado (com a rotação do motor) de mudança de velocidade para a versão de câmbio manual. O preço de entrada se refere à versão com transmissão manual de seis velocidades.

Fonte: Interpress Motor

sábado, 27 de dezembro de 2008

Esportividade "Made in Brazil"


Na hora de pegar a estrada e pisar fundo, nomes como ‘SW’ ou ‘Economy’ podem não combinar com esportividade; já os ‘puro-sangue’ ou importados ficam inacessíveis à maioria. Quem quiser desempenho, porém, pode apelar para os diversos modelos nacionais que trazem nomenclaturas estampadas no capô como ‘GT’, ‘SS’ou ‘R’. O problema é que alguns deles não passam deste sobrenome que faz alusão a desempenho.


Carinha bonita

A família SS (Super Sport) da Chevrolet já contou com nomes de peso, como o Opala e a Caravan nos anos 1970, modelos que se tornaram ícones de esportividade no passado. A sigla tem origem norte-americana e equipa as versões mais fortes dos carros da marca nos EUA.

Hoje, o pacato Corsa e a familiar Meriva têm o ‘SS’ como opção de versão e o símbolo vem exposto em várias partes da carroceria. Há, porém, duas particularidades: primeiramente, os dois modelos têm origem européia e foram desenvolvidos pela Opel, subsidiária da GM na Europa. Por lá, a marca alemã usa outro sobrenome para os carros esportivos: o GSI, que já foi usado no Brasil pelo Kadett.

O segundo é que, de esportivo mesmo, só a intenção. Os dois modelos compartilham as cores vermelha, preta e cinza, além de motor e câmbio das versões convencionais. Só se diferenciam pelo preço mais alto e pela lista de acessórios exclusivos, como rodas e adornos. O Corsa SS e Meriva SS estão disponíveis com o propulsor 1.8 flex, que desenvolve 112 cv de potência com gasolina e 114 cv com álcool.Os preços iniciais para os modelos, respectivamente, são de R$ 43.546 e R$ 49.303.


Pelo mesmo caminho, o de ter mais aparência de esportivo que desempenho, estão o Palio 1.8 R, o Punto Sporting e o Stilo Sporting, da Fiat. Curiosamente, estes modelos utilizam o mesmo propulsor 1.8 flex que equipa o Corsa SS e Meriva SS, fruto de uma parceria entre as duas marcas. No caso do Punto e do Palio, a potência é de 113 cv com gasolina e 115 cv com álcool. O Stilo tem os mesmos números dos carros da Chevrolet em termos de potência.

Entre os três ‘esportivos’ da Fiat, quem tem a vida mais difícil é o Palio 1.8 R, pois utiliza o mesmo sobrenome dos antigos Uno 1.5 R e 1.6 R dos anos 1980 e 1990. A herança de família pode ser vista nos cintos de segurança do Palio, na cor vermelha, que vêm do seu predecessor. O Palio se redime por oferecer a carroceria de duas portas, item característico de modelos esportivos, que primam mais pela rigidez de carroceria que pela comodidade de quem vai no banco de passageiros.

Os preços dos esportivos da Fiat começam em R$ 41.240 pelo Palio 1.8 R de duas portas, R$ 41.818 pelo de quatro portas, R$ 52.898 pelo Punto Sporting, R$ 61.439 pelo Stilo Sporting com câmbio manual e R$ 64.018 para o Stilo Sporting equipado com o câmbio automatizado Dualogic.


Troca de identidade

Os Vectra GT e GT-X possuem o mesmo trem de força das versões convencionais do Vectra. A diferença fica por conta da carroceria, que nos GT é hatch, enquanto os outros Vectra são sedãs. O GT e o GT-X são equipados com o motor 2.0 flex que desenvolve 121 cv de potência com gasolina e 128 cv com álcool. Os preços partem de R$ 55.042 para o GT e R$ 66.284 para o GT-X.

A diferença de mais de R$ 11 mil entre as duas versões deve-se à farta lista de equipamentos de série na mais cara, que inclui sensores de chuva, computador de bordo, rodas de 17 polegadas, entre outros.

A questão mais duvidosa sobre a esportividade do GT e do GT-X é que eles não são a opção esportiva de um modelo, mas apenas a versão hatchback do Vectra. O modelo, na verdade, é a versão mais atulizada do Opel Astra europeu. Com a troca de identidade, a Chevrolet brasileira comercializa tanto a versão antiga como a atual geração do modelo Astra europeu, só que, por aqui, a geração mais nova, e mais cara, é vendida como Vectra.


Bem intencionados

‘De boas intenções o inferno está cheio’, diz a sabedoria popular. Oferecer um carro esportivo por um preço mais acessível é uma idéia boa, principalmente para os que não podem gastar muito para manter sua paixão por desempenho. O problema começa quando se esquece da esportividade.

As versões Sportline dos Volkswagen Polo e Golf são pouco diferentes das versões de entrada dos modelos, exceto pelas rodas de liga leve, Ao contrário do Palio 1.8 R e do Corsa SS, que abusam de grafismos especiais e adesivos para se diferenciar das versões convencionais.

O mesmo acontece com os motores. O Palio e o Corsa esportivos, pelo menos, são equipados com os maiores motores oferecidos para estes modelos. O Polo e o Golf da versão Sportline poderiam ser equipados com o motor 2.0 flex das versões mais caras, mas vêm com o 1.6 flex, o mesmo do Fox e do Gol, que desenvolve 101 cv de potência com gasolina e 103 cv com álcool. Os preços partem de R$ 48.580 para o Polo Sportline e R$ 54.230 para o Golf Sportline.

Os Sportline não só poderiam ser equipados com um motor maior, como, de fato, o fizeram, dando origem ao Polo GT e ao Golf GT. Os modelos possuem o motor 2.0 flex de 116 cv de potência, quando abastecido com gasolina, e 120 cv quando abastecido com álcool. Os GT oferecem um visual mais agressivo, com faróis de máscara negra e grande frontal preta. Os preços ficaram maiores, assim como os motores: paga-se ao menos R$ 52.740 pelo Polo GT e R$ 61.370 pelo Golf GT.


Esporte barato

Se a intenção principal for adquirir um esportivo barato, o mais em conta é o Fox Extreme. Ele pode não ter o pedigree de um ‘GT’, ou um ‘SS’, mas é amigo do bolso: custa a partir de R$ 39.585. O motor é o mesmo do Polo e Golf Sportline: o 1.6 flex de 101 cv (g) e 103 cv (a).

Pode não ser ‘extremo’ como exalta o sobrenome deste Fox, mas o modelo gaba-se de ser mais ágil e mais barato que seus irmãos maiores Polo Sportline e Golf Sportline. Por causa da diferença de peso e de utilizarem o mesmo propulsor, a aceleração de 0-100 km/h do Extreme é a mais rápida.

Com 1.036 kg de peso, o Fox precisa de 10,1 segundos (a) e 10,3 segundos (g) para atingir os 100 km/h.O Polo, com 1.119 kg, precisa de 11,2 segundos (a) e 11,4 segundos (g). O Golf fica por último, com a marca de 11,4 segundos (a) e 11,6 segundos (g) para atingir 100 km/h, por causa de seus 1.213 kg.


Esportivos de verdade

Todos os modelos citados até agora têm seu valor na tentativa de oferecer esportividade a preços menores, mas não são do mesmo nível dos que vêm a seguir. Eles podem ser os mais caros, mas também são os mais potentes.

A lista começa com o mais ‘barato’. Por R$ 73.857, a Fiat oferece o recém-chegado Línea T-Jet, sem muita tradição mas com uma cavalaria respeitável: são 152 cv de potência extraídos de um bloco 1.4 turbo a gasolina. Com 1305 kg de peso, o modelos faz de 0-100 km/h em 8,5 segundos.

O Fiat Stilo Abarth vem na seqüência. São R$ 92.890 por um carro com pedigree de esportivo italiano e com um motor 2.4 20v de 167 cv a gasolina não oferecido em nenhum outro modelo da marca. Apesar de ter 1.330 kg, o carro precisa de 8,4 segundos para chegar aos 100 km/h partindo da imobilidade.

Um Honda Civic parece muito ‘civilizado’ para você? Guarde um pouco mais de dinheiro e, a partir de R$ 93.415, pode-se sair de uma concessionária Honda com um dos carros mais potentes produzidos no Brasil: o Civic Si. São 192 cv de potência extraídos de um motor 2.0 DOHC a gasolina acoplado a um câmbio manual de seis marchas, exclusivos do esportivo. A Honda não informa a aceleração de 0-100 km/h do modelo, que pesa 1.322 kg.


A disputa pelo título de ‘brasileiro mais potente’ é um briga de foices entre o modelo da Honda e o Volkswagen Golf GTI. O da marca alemã vem de fábrica com um motor 1.8 T a gasolina de 193 cv. As opções de câmbio são um manual de cinco velocidades e um automático seqüencial tiptronic, também de cinco marchas. Os preços partem de R$ 95.500 para o Golf GTI com câmbio manual e R$ 107.640 para o automático.

Por último, mas não menos importante, fica um ‘puro-sangue’ de uma fábrica 100% nacional: o Lobini H1. O modelo leva apenas o motorista e o passageiro, é feito com um chassi tubular em aço carbono e carroceria de fibra de vidro. O motor, um 1.8 T a gasolina de 180 cv, equipava o antigo Audi A3 1.8 T nacional e a geração anterior do Golf GTI. Além disso, o H1 é o único entre os esportivos nacionais que utiliza um motor central que transmite a força para as rodas traseiras, ao contrário de todos os citados, que possuem motor frontal e tração dianteira. Por tanta exclusividade há um preço a se pagar. Um Lobini H1 não sai da fábrica por menos de R$ 170 mil.

Fonte: iCarros

Mercedes-Benz mostra a última versão do SLR McLaren...

... de US$ 1 milhão !!

Uma série ultraespecial de apenas 75 unidades irá marcar o término da parceria entre a Mercedes-Benz e a McLaren, em 2009, e o conseqüente fim do superesportivo SLR. E será em grande estilo. A montadora alemã criou uma série especial do modelo em homenagem ao ex-piloto inglês de F-1 Stirling Moss – o primeiro a vencer na categoria a bordo de um Mercedes, em 1955. A jóia sobre rodas foi inspirada no 300 SLR da década 50 e será vendida a clientes previamente selecionados por cerca de US$ 1 milhão (cerca de R$ 2,4 milhões).


Como no carro de corrida do passado, o Mercedes-Benz SLR McLaren Stirling Moss não tem pára-brisa nem capota. A frente foi redesenhada em relação ao SLR normal, ganhando entradas de ar maiores e um visual ainda mais esportivo.
O motor é o mesmo V8 superchargerd de 650 cavalos de potência, que leva o bólido de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos e a uma velocidade máxima de 350 km/h, segundo informações do fabricante.


Fonte: G1 Carros

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Conheça o Aston Martin Rapide


A briga entre os cupês de quatro portas vai esquentar em 2009. Depois da Porsche mostrar o Panamera, chegou a vez da Aston Martin divulgar as primeiras imagens do seu mais novo produto, o Rapide. As formas do carro impressionam e lembram em quase tudo o conceito que o antecipou, mostrado pela primeira vez em 2006. Pouco muda em relação ao protótipo, destacando apenas a nova forma dos retrovisores, do bocal de combustível e também de parte de um novo friso na lateral.

Sem preocupações com o meio ambiente ou economia de combustível, o cupê terá sob o capô um motor V12 de 5.9 de estupendos 517 cv. É o mesmo propulsor utilizado no DBS. Além dele e do Panamera, o mercado ganhará nos próximos meses mais um cupê de quatro portas cheio de estilo, o Lamborghini Estoque, que teve seu protótipo mostrado na edição deste ano do Salão de Paris. Devido a essas chegadas, a Mercedes-Benz já prepara mudanças radicais para o precursor dos cupês de quatro portas, o CLS. Um modelo totalmente novo do carro já foi flagrado em testes na Europa.

Fonte: Auto Esporte

Civic 2009, 4% mais caro!

Visual será idêntico ao modelo renovado nos EUA
Vai acabar a mamata de comprar Civic com desconto. A linha 2009, que chega às lojas na segunda quinzena de janeiro, encerrará a temporada de descontos para o modelo e, mais que isso, terá os preços de tabela reajustados em 4%. O visual será idêntico ao da versão já lançada nos Estados Unidos, com novos parachoques e grade. Atrás, haverá um friso cromado unindo as lanternas. Em termos de equipamentos, as versões LXS devem ganhar computador de bordo e, no modelo com transmissão automática, controlador de velocidade automático. Já a versão EXS deve ser brindada com air bags laterais. No Si, as mudanças deverão ser meramente estéticas.

Fonte: Auto Esporte

Renault Symbol

Carro será produzido na Argentina e vendido no Brasil.
Modelo vai se posicionar entre o Logan e o Mégane.

A Renault vai lançar em 2009 o sedã compacto Symbol, que será o substituto do Clio Sedan. O veículo será produzido na fábrica da empresa na Argentina, onde foi apresentado esta semana, e deverá ser comercializado também no Brasil.

O Symbol, que na Europa também é conhecido como Thalia, vai fazer a sua incursão pelo mercado sul-americano. Será vendido na Argentina, Brasil, Colômbia, Equador , Chile, Uruguai e Paraguai. O modelo se posiciona entre o Logan e o Mégane na categoria dos sedãs, e terá motorização bicombustível.


Fonte: G1 Carros