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sábado, 11 de julho de 2009

Especial: Fiat Linea T-Jet !!


O Fiat Linea chegou ao mercado brasileiro num momento difícil. Bateu de frente com outros lançamentos importantes, e poucas semanas depois de anunciado estourou a crise financeira mundial. Também é um carro que tem de lutar para se afirmar em meio a concorrentes fortíssimos -- Honda Civic, Toyota Corolla, Chevrolet Vectra -- e contra um passado controverso da Fiat no segmento dos sedãs médios. Basta lembrar do Marea. A expectativa da marca italiana era vender 2.500 unidades do Linea por mês. Até agora, emplacou 2.169 em dois meses e meio, segundo dados da federação dos distribuidores.


O sedã da Fiat tem quatro versões: 1.9 (manual), 1.9 Dualogic, Absolute (top de linha) e T-Jet, esta última equipada com o propulsor homônimo, um 1.4 a gasolina com turbocompressor capaz de entregar 152 cavalos (a 5.500 rpm) e uma curva de torque bastante plana: 21,1 kgfm, entre 2.250 e 4.500 rpm (veja na imagem nesta página). São números típicos de carros com motor de capacidade maior do que um "mero" 1,4 litro. É essa a leitura que faz a Fiat do conceito de "downsizing", que preconiza motores menores com desempenho superior -- eles seriam vantajosos quanto ao consumo e a emissão de poluentes, mas sem transformar a condução do carro num exercício de tédio.


O nível de equipamentos do T-Jet é interessante. Há desde ar-condicionado digital até um completo computador de bordo (que inclui um gráfico para medir a performance do turbocompressor), passando por acendimento automático dos faróis, sensor de chuva e abertura remota do porta-malas (amplo, de 500 litros) na chave canivete. O sistema Blue&Me, com navegador GPS, é de série (leia mais em quadro nesta página).


Na performance geral do modelo, o aspecto que acaba merecendo muitos elogios é a suspensão. Ela foi endurecida na versão T-Jet (a altura, porém, não foi diminuída), mas nem por isso o carro ficou desconfortável: o ganho em estabilidade e segurança, que é percebido até por quem viaja como passageiro, não resultou em solavancos.


A Fiat estima que o T-Jet deve ficar com 10% das vendas do Linea. O 1.9 equipado com o polêmico câmbio automatizado Dualogic deteria 40%; o 1.9 manual, 30%; e a Absolute, 20%. Ou seja, a marca não espera muito desse carro -- mas certamente espera muito desse motor. O Punto T-Jet (que provavelmente vai ficar conhecido como Punto Turbo) chega em 2009 com o mesmo propulsor e quase 200 quilos a menos no peso. Com carroceria hatch, mais "jovem" e mais barato, pode virar um sucesso de vendas.


Vale lembrar que a principal crítica dos consumidores quanto ao Linea é o preço. A percepção é a de que esse carro deveria brigar na faixa até R$ 60 mil, e não acima dela, onde encara Civic e Corolla (além do novo Ford Focus). Com valor acima de R$ 75 mil, o T-Jet parece mesmo fadado a virar laboratório e cartão de visitas para seu novo motor.

Fonte: Uol Carros

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